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gondry-vhs

O Nowness levou o Michel Gondry para sua locadora favorita em Paris, La Butte Video Club, e lá o diretor lembrou de histórias envolvendo cinema e o formato VHS, explicando, inclusive, que não queria que Be Kind Rewind fosse sobre uma locadora porque esse filme já havia sido feito, citando O Balconista. Veja abaixo:

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A outra TV Macho

Todo mundo lembra da TV Macho da TV Pirata, mas…

criolovil

…e essa dos Trapalhões, aí embaixo?

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A-Short-History-of-the-Gif

O vídeo abaixo é um teaser prum festival de gifs que rolou nos EUA no ano passado, saca só:

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daftpunk2013

E a vinda do Daft Punk parece que vai ser mais rápida que imaginamos: no fim de semana eles soltaram esse comercial de 15 segundos no Saturday Night Live…

Bruno linkou uma versão esticada dos 15 segundos e, olha, promete…

gillespie-2013

E a cruzada psicodélica de Bobby Gillespie não pode parar: More Light, o próximo disco do Primal Scream, está agendado para o próximo dia 6 de maio, tem a produção do ás David Holmes (como é que eles não cogitaram isso antes?) e Robert Plant tocando gaita. Disse o Bobby sobre o disco no mês passado, ao NME:

“It’s a rock ‘n’ roll record, but modern rock ‘n’ roll. Pretty psychedelic rock, it’s kind of guitar-driven but we use guitars in an orchestral way, not in the normal way people make rock records. I think we do it in a more interesting way. We weave the guitars in with electronics and other acoustic instruments to make the core sound.”

É o primeiro trabalho do grupo desde o fraco Beautiful Future, de 2009. Depois disso, o grupo passou a dedicar-se à celebração dos vinte anos do Screamadelica e só agora voltou ao presente. Uma versão mais curta da primeira faixa do disco – “2013”, um bom momento, apesar do sax Kid Abelha – já havia aparecido, mas hoje o grupo disponibilizou o clipe da versão mais longa, além de anunciar a pré-venda do disco, cujo título saiu da famosa última frase do escritor alemão Goethe. O clipe, os títulos das novas faixas, junto com a ordem das músicas – tudo segue abaixo:

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DeFalla 2013

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E o DeFalla reuniu-se com a formação clássica (Edu K, Castor, Flu e Biba Meira) para gravar um novo disco no esquema crowdfunding, via Embolacha.

Vale o investimento, hein!

tomze

Ouçam só:

Estou acompanhando com curiosidade o crescimento deste tal “Harlem Shake” que muitos apostam ser “o próximo ‘Gangnam Style’“.

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Não acho que seja por aí.

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É inevitável a viralidade de “Harlem Shake” pelo puro e simples pressuposto de que o humor na internet tem como ponto de partida o nonsense e o excesso de referências (o que linka tudo a tudo), sejam elas pop ou eruditas. No caso de “Harlem Shake”, o que vemos, na verdade, é um template, um formato, para diferentes versões, feitas por qualquer um. Não é um Tourist Guy ou Seu Madruga esperando para ser encaixado em diferentes contextos. É um código não-verbal de comportamento físico realizado a partir de um conjunto de regras bem simples: nos apresentam a um ambiente estático, à exceção de um único protagonista, que se movimenta sozinho no meio de um grupo de pessoas repetindo uma rotina que está alheia ao personagem solitário, que quase sempre usa um capacete. “Con los terroristas!” é o brado que inaugura esta primeira fase. Que dura quinze segundos.

De repente, a música derrete-se entre graves esborrachados que se estatelam no chão, logo que o vocal grave chama o “do the Harlem Shake”. Ao mesmo tempo, a paisagem nos diferentes clipes vira do avesso. Toda a multidão que parecia estar indiferente à primeira parte da música transforma-se em uma festa completamente absurda, em que maquiagem, fantasias e coreografias individuais que deixem bem claro que o mundo enlouqueceu. Em outros quinze segundos.

A mania foi uma invenção de um grupo de skatistas australianos que, chateados sem ter o que fazer, resolveram brincar com a música “Harlem Shake”, do produtor norte-americano Baauer, do selo Mad Decent, do Diplo (ouça abaixo). Inventaram uma coreografia ridícula, mas que deu certo.

A comparação com “Gangnam Style” não faz sentido por uma série de motivos. A começar pelo fato de PSY ser um artista que produziu o próprio vídeo para sua música com a intenção de torná-la hit online a partir da falta de senso de ridículo. “Harlem Shake” era uma brincadeira de uns amigos que espalhou-se sem nenhuma promoção, usando apenas a força do nonsense para ser imitado, parodiado e homenageado. O clipe de PSY era, sozinho, uma íma de atenção – que não por acaso chegou ao primeiro bilhão de visualizações na história do YouTube. “Harlem Shake” já deve ter sido ouvida mais de um bilhão de vezes, mas em inúmeros vídeos espalhados em diferentes cantos da internet – inclusive fora dela, uma vez que o viral chamou atenção para uma música que, até janeiro passado, era virtualmente desconhecida. E, principalmente, é um viral ridiculamente curto, de trinta segundos, o que não toma tanta atenção como, por exemplo, todas as paródias feitas para “Gangnam Style”.

“Harlem Shake” segue viralizando – enquanto isso, reuni alguns dos melhores “harlem shakes” que vi por aí. Tem algum faltando?

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E agora?

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…e seus gráficos fossem mais realistas, teríamos algo parecido com isso:

Brandon Laatsch, o autor dessa incrível versão, disse ter levado 50 dias para criá-la.