
E por falar em desenho animado, olha o que estréia essa semana e parece bem legal.
Mas não esqueça que eu sou fã.

Para a maioria das crianças e adolescentes de hoje em dia, o rato Mickey é quase um logotipo em movimento e não mais um personagem – afinal, desde os anos 80, por exemplo, só foram produzidos três desenhos com o personagem-símbolo da Disney, hoje bem mais associado aos parques temáticos da corporação do que a qualquer tipo de narrativa. Por isso mesmo que a empresa voltou a investir em desenhos animados – e o primeiro deles, Croissant de Triomphe, já está online (veja abaixo). A ressurreição de Mickey para o século 21 ficou a cargo do animador Paul Rudish, que já trabalhou no Laboratório de Dexter e nas Meninas Super-Poderosas. O novo Mickey segue a estética de quando foi criado no início do século passado (olhos pretos, bermuda vermelha, sem camisa, sapato amarelo), mas com um traço mais forte e uma animação bem veloz para os padrões Disney. Veja só:

Dois humoristas – um inglês e um americano – num vôo de ida e volta entre Londres e Nova York…

Falei outro dia de como o David Chase pode voltar a visitar os Sopranos no tempo em que o pai do Tony era o bambambam de Nova Jérsei e esqueci de linkar essa paródia que o Saturday Night Live fez outro dia:
O Paulie tá incrível.

Ramon achou o pôster da próxima temporada enquanto segue sua contagem regressiva – e eu aproveito para linkar o vídeo dessa versão cantada para a música-tema do seriado (o instrumental “A Beautiful Mine“, do produtor RJD2), que eu não conhecia. Gravado em 2010, esse mashup do tema com a letra de “Nature Boy” convenceu o Judd Apatow a chamar Allison Williams, que canta esta versão abaixo a ser uma das protagonistas do seriado-hype Girls.

E nem estou falando de seu célebre parentesco com Alice Coltrane (ele é sobrinho-neto da mestra) e sim de suas origens genéticas – pois o pessoal do OkayAfrica traçou geograficamente de onde vinha o DNA do músico e, no vídeo abaixo, ele tem, pela primeira vez, contato consciente com a música do lugar de onde começou sua própria genealogia.
Demais.

Lembro direitinho desse dia, meu aniversário de 26 anos: show do Beck perfeito pra quem se dignou a assisti-lo de perto, show do Foo Fighters na agulha e, finalmente, o primeiro – e impecável – show do R.E.M. no Brasil. E que show!
A ordem das músicas segue aí embaixo:

Mais um trailer do segundo Jornada do J.J. Abrams…
…e como o Ramon bem disse, ele está estabelecendo o nível de como vão seus seus Guerra nas Estrelas. E aí me bateu uma sensação de que ele, de repente, poderia fazer estes dois universos se cruzarem… Imagine…

A viagem que o sueco Axel Willner propõe sobre o novo single do Tame Impala é quase como se ele abrisse todo um universo dentro de “Mind Mischief”. Isso é muito mais do que um remix, é uma reconstrução espacial – no sentido arquitetônico – dos timbres de uma música psicodélica. Coisa finíssima!

Será que com esse clipe todo “fofo” o Passion Pit quer ampliar seu público?