
Imagina a nóia… Veja o vídeo abaixo:

Normal, afinal ele é baterista. Mas o melhor é ele deixando os vocalistas no vácuo, veja abaixo…

“The sun is about to go down. It’s about 8:30 and you just had your first cocktail. You’ve got your friends in the backyard; maybe you’re swimming or something. If you put this song on, it can be like it’s 1976 and you’re a kid again. Tame Impala is one of my favorite bands on the planet right now.”
Este é Steven Drozd, dos Flaming Lips, comentando “Apocalypse Dreams”, do Tame Impala, no semanário The Week. A admiração é inevitavelmente mútua:

Começou com uma versão que o Tame Impala fez em Dublin para “Silver Trembling Hands”, no dia 21 do mês passado…
Dois dias depois, no festival parisiense Rock En Seine, eles tocariam “Are You A Hypnotist??” em uma senhora versão.
E culminará com o show de Halloween que as duas bandas farão juntas em São Francisco, no final de outubro. Ou será que renderá ainda mais frutos?

Retrô sur retrô. Veja abaixo:

E por falar nos robôs, a gravadora Because Music resolveu dar uma geral na música eletrônica francesa para dançar que acontecia décadas antes do Daft Punk começar a carreira. Cosmic Machine: A Voyage Through French Cosmic and Electronic Avant-garde (1970-1980) reúne tanto vanguardistas experimentais quanto exploradores da dance music, ambos determinados a desbravar aquele novíssimo território da pista de dança. Alguns nomes (Serge Gainsbourg, Jean-Michel Jarre) são manjados, outros são completos desconhecidos. Deschavei os vídeos de toda a coletânea logo abaixo (só não achei a faixa de abertura, a do Dvwb e a do Bernard Fèvre), pra ver que o pioneirismo desta cena européia não é apenas alemão:

Prato cheio pros fãs – e já está em pré-venda – mais detalhes abaixo:

E pela segunda vez em 2013 acordamos com músicas inéditas e fresquinhas dos Pixies – desta vez já sem Kim Deal na formação. O EP chama-se apenas EP, conta com quatro faixas (“Andro Queen”, “Another Toe In The Ocean”, Indie Cindy” e “What Goes Boom”) e está à venda, em formatos digital e vinil, no site da banda. Uma delas, “Indie City”, já virou vídeo:
E a música é boa, hein (especialmente o refrão e o finzinho, surf music pra ouvir deitado)…

Conheço os caras do Criolina por causa da festa em Brasília: nunca fui, mas tenho amigos em comum que sempre falam com tem a ver com as festas que faço – fora que um dos organizadores, o Barata, é broderzaço do meu irmão e sempre que o encontro a gente se fala de tentar alguma coisa junto. A parceria aconteceu, mas em outra esfera – o Bruno conheceu o trabalho do Cícero Fraga, da produtora ClipClipUha, que se uniu ao coletivo candango para lançar uma websérie de entrevistas com nomes da música brasileira do século 21. Bruno armou a ponte e a partir de amanhã vocês acompanham, pelOEsquema, o Sala Criolina, que terá novos episódios quinzenalmente, sempre apresentados aqui nOEsquema. Abaixo, segue o teaser do projeto.
E o Bruno entrevistou o Cícero sobre a parceria e o projeto, checa lá no URBe. Esta é a primeira de muitas, vamos avisando!

Haters gonna hate em dose dupla. Primeiro a Forbes sobre a Anitta:
Anitta’s freshness and girl next door beauty can be an asset in a moment when industry power brokers have learned to prioritize sexual attractiveness just as much as musical talent as they fight a crowded field for movie deals, magazine covers, and fashion lines, let alone record deals. The latest Forbes Celebrity 100 list just proves that, as 3 out of its Top 10 entertainers are female musicians who fit in that category (Lady Gaga, Beyonce and Taylor Swift).
If Anitta is to join them, only time will tell. But so far her meteoric career has indicated Brazil may be too small for her.
Depois é o New York Times quem comenta o Porta dos Fundos:
Brazil certainly offers the kind of environment in which a venture like Porta dos Fundos can thrive. The nation recently ranked second after the United States in both Facebook users and Twitter accounts, reflecting its effervescent social media use. Independent satirists and writers also generally feel unhindered in pushing the limits of freedom of expression in Latin America’s largest democracy.
When they are not shooting a video, the partners in Porta dos Fundos are incongruously serious and earnest in explaining their work. Fábio Porchat, a stand-up comedian who may be the troupe’s most famous member, says they draw inspiration from an array of sources, including Monty Python; Luís Fernando Veríssimo, a Brazilian writer and cartoonist; the British playwright Harold Pinter; and “South Park,” the adult animated sitcom in the United States.
“Humor puts a light on a certain subject,” said Mr. Porchat, 30, who has more Twitter followers than Romário de Souza Faria, the outspoken Brazilian soccer legend who is now a federal legislator. “You can understand a little bit more what’s happening about that subject laughing about it.”
E dizem que o Brasil vai mal. Como diz o novo ditado: “se isso é estar na pior…”
