
Johan Kugelberg escreveu o livro Enjoy the Experience sobre um estranho efeito colateral do sucesso da indústria do disco na segunda metade do século passado, quando fábricas de vinil ofereciam às pessoas comuns a possibilidade de gravar seu próprio disco. E ao oferecer a mídia sem dar suporte artístico – não eram gravadoras, e sim fábricas de disco -, essa atividade deu origem a mais de uma geração de artistas amadores que não fizeram-se de rogados e gravaram seus próprios LPs, por mais estranhos, toscos e sem sofisticação parecessem. No livro recém-lançado, seu autor compila capas e histórias inacreditáveis de pessoas sem inclinação nem talento, mas dispostas a deixar sua marca na história da música pop. Abaixo, uma matéria que a BBC fez sobre este livro:

O Tiago já vem me falando há um tempo da neozelandesa Lorde – e depois desse clipe vi que merece mesmo atenção. Assim, repasso a boa vibração pra sexta-feira adiante.

Sir Paul McCartney deu o ar de sua graça em pleno Times Square, em Nova York, pegando turistas e transeuntes de surpresa, para promover seu disco New num show-relâmpago.
Dica do Pedreira (valeu!).

Alexander Skarsgård (o vampiro Eric da série True Blood) faz um papel de um líder de culto no clipe da faixa hippie-dance (tem um quê de KLF…) que parece dar o tom do próximo disco do Cut Copy, “Free Your Mind”.

Damon Albarn esteve no programa de Dermot O’Leary na BBC 2 no fim de semana e entre as entrevistas que fez com Idris Alba (o Stringer Bell da série The Wire) e o baixista do Clash (e colaborador assíduo de Albarn) Paul Simonon, tirou da manga uma inédita do Gorillaz que ele gravou com a Orquestra Nacional da Síria nas gravações do disco Plastic Beach. A curta faixa instrumental, batizada de “Whirlwind”, no entanto, não garante que ouviremos mais material inédito da banda este ano…

Projeções, super-8, maquiagem, nudez, tinta – a psicodelia do Of Montreal volta à toda em seu novo clipe (que é meio NSFW, dependendo do quão “safe” é o seu trabalho), como nos lembra a Taís.
E esse disco novo deles tá bom…

Todo mundo já falou disso, mas vale deixar registradas estas incríveis regras básicas que o grupo reunido ao redor do site DearJJAbrams resolveu explicar para o atual responsável pela última parte da trilogia de trilogias imaginada por George Lucas. Um conjunto de premissas que não apenas explicam o motivo da trilogia original ter fascinado tanto seus fãs quanto conta porque ela foi tão frustrante para as mesmas pessoas quando sua primeira parte foi filmada anos depois. Saca só:

Camilo manda avisar que vem aí o disco de remixes de The Next Day, o álbum que David Bowie lançou de supetão no início do ano para provar que ainda estava vivo – e a primeira luz a vir deste álbum é o remix feito por James Murphy, o antigo dono do LCD Soundsystem, que estica “Love is Lost” por dez minutos, sampleando “Ashes to Ashes”, do próprio Bowie, e “Clapping Music”, do Steve Reich. Sente só:

A outra banda de Thom Yorke puxou uma versão pra música que teria sido a base para um dos hits de 2013, no show que o Atoms for Peace fez no México nesta quarta-feira.
Ficou bom.

O Alex Turner vive falando de como o hip hop tem sido uma constante influência nessa nova fase dos Arctic Monkeys – mas quando você vê isso em ação é que a ficha cai, saca só:
E se você não conhece essa música do Drake, tá dando mole, se liga:
Dica da Tati.