
Rapaz, e essa entortada que os Holy Ghost deram nesse hitzinho do Blood Orange, hein… Sinistro…
Dica do Danni (valeu!). Eles tocando o hit do Drake você ouviu, né?

Que vídeo incrível esse novo do Metronomy…
Ah, e se esse disco vier nessa pegada…

No final dos anos 60, o Pink Floyd ainda andava perdido após expulsar seu antigo Syd Barrett por motivos de excesso de psicodelia e seguia experimentando possibilidades sonoras em busca de sua própria voz. Até o lançamento de Atom Heart Mother, em 1970, Roger Waters, David Gilmour, Nick Mason e Rick Wright oscilavam entre jam sessions explosivas e números acústicos bucólicos, sem saber exatamente onde ia chegar. É desta época que data a suíte The Man and the Journey, espetáculo ao vivo em que o grupo tentava achar uma coesão narrativa entre músicas que seriam lançadas oficialmente em discos posteriores (principalmente Ummagumma e a trilha sonora do filme More, quando ganharam novos títulos). Desta época também vem as experiências do grupo com efeitos sonoros – tanto usando instrumentos improváveis quanto sons pré-gravados – e com happenings ao vivo (em dado momento do show um roadie aparecia fantasiado de gorila no meio do público, em outra hora serviam chá para a banda durante a execução de uma música – “Teatime”, claro -, além de fumaça e canhões). O Dangerous Minds encontrou a gravação do espetáculo More Furious Madness from the Massed Gadgets of Auximenes no YouTube, um show que foi ensaiado para ser apresentado no Royal Festival Hall londrino, mas que pode ser ouvido abaixo no show que fizeram em Amsterdã, na Holanda, no dia 17 de setembro de 1969, no Concertgebouw, que foi transmitido por uma rádio local.
Abaixo, além das faixas tocadas no show (com seus nomes oficiais entre parênteses) também há um vídeo do ensaio para a apresentação no Royal Festival Hall. Enjoy:

Dylan reverencia um dos monumentos de Neil Young em dois momentos distintos em novembro de 2002: o primeiro no Madison Square Garden, dia 11…
…o segundo, dez dias depois, no Wilkes Barre, Pensilvânia.
De chorar.

Um dos segredos ainda bem guardados da música gravada no século 20, o quarteto Residents está prestes a ser apresentado de maneira didática para uma platéia novíssima disposta a absorver toda a obra ímpar desse coletivo de arte experimental disfarçado de banda de pop bizarro. O filme Theory of Obscurity já foi pago via crowdfunding (mas ainda recebe doações para quem quiser ganhar versões exclusivas do filme) e além de trazer para o grande pública uma história tão difícil de ser contada ainda funcionará como ponto de partida para recuperar a obra do grupo para o século 21, graças às restaurações de vídeos de época que os produtores do documentário encontraram pelo caminho da pesquisa.

O Hector chama atenção para o fato de “Soldier in the City”, do recém-lançado Lift Your Spirit, do Aloe Blacc…
…se parecer um tanto com “O Caminho do Bem”, do velho Tim.
Era só citar a referência…

E justo “Changes”! Que foda!

O segundo single do próximo disco de Stephen Malkmus e seus Jicks (um dos grandes shows de 2013) “Cinnamon And Lesbians” acaba de aparecer com um clipe que, levando as letras de Malkmus aos extremos, mete-o em situações psicodélicas pouco convencionais (até para os limites da psicodelia). A música, no entanto, está dentro do tradicional cânone do trabalho solo do velho Pavement, entre o pop ensolarado e o country rock e só acena em direção à lisergia no belo solo de guitarra.
O primeiro single do disco novo (“Lariat“) já havia aparecido np mês passado e o disco novo, chamado de Wig Out at Jagbags, deve sair já na primeira semana de 2014.

Não custa avisar que o vídeo abaixo contém nudez, o que pode ser um complicador se você for assisti-lo no trabalho.
