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Seinfeld e o nada

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Um carinha pegou as cenas sem diálogo ou personagens em Seinfeld e as enfileirou num longo take sobre… o nada. Aos poucos, o baixo slap fica menos irônico, enquanto o fim das gargalhadas da claque tira o clima de comédia de um jeito incomum…

Vi no io9.

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Depois do vídeo com dois estranhos se beijando pela primeira vez que era apenas um viral de marca de roupa, o grupo de comédia Pimm’s Girl, de Los Angeles, fez uma pequena variação sobre este tema…

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Domingo depois do carnaval e aquela leseira caiu como uma luva pra Sussa passada que juntou os beats sossegados do velho compadre Camilo Rocha e a performance acústica – sem microfones, em pleno quintalzinho do Neu – do Giancarlo Ruffato, que além de folks de sua autoria, ainda cantou músicas do Erasmo, do Roxette e do Raça Negra. Saca os vídeos que fiz abaixo e as fotos que a Natália fez pra gente, logo abaixo:


Giancarlo Ruffato – “It Must Have Been Love”

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Fargo: a série

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E quando você ainda está se recuperando do impacto de True Detective, chega a notícia que Fargo, dos irmãos Coen, vai virar uma série produzida pelos dois. Quer mais? O elenco conta com Billy Bob Thornton, Martin Freeman, Bob Odenkirk (o Saul, de Breaking Bad), Colin Hanks e Oliver Platt. Mais ainda? Toma esses ONZE teasers que só fazem instigar ainda mais a vinda dessa nova série…

…e ainda há quem duvide dessa tal “nova era de ouro da televisão”.

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Lily Allen vem aí com disco novo que agora foi batizado de Sheezus, em homenagem ao disco do ano passado do Kanye West, e “Our Time” é o segundo aperitivo do disco, que vem com a ironia no talo, como já era a tônica do primeiro single, “Hard Out Here”.

)

Vi no Bracin.

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Adorei o final da saga de Marty e Rust, simples e pensativo como sempre nos provocou a natureza da série. True Detective fechou sua complexa e pesada jornada com as mesmas mãos densas e poéticas que Nic Pizzolato (o autor) e Cary Joji Fukunaga (o diretor) usaram para nos puxar para dentro dela. Ainda estou batendo idéias e só vou escrever depois de reassistir ao episódio nas próximas horas, mas já começo a reunir neste post, abaixo, algumas das referências, citações e impressões relacionadas a este “Form and Void” que colocou a primeira temporada da série no panteão dos melhores programas de TV deste século (o que não é pouco). Por isso, só continue lendo se já tiver visto toda a série, pois lá vêm os spoilers:

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Outra cena do sofá daquelas: desta vez quem comanda a abertura dos Simpsons da vez é o animador francês Sylvain Chomet, autor de As Bicicletas de Belleville e O Mágico, que transforma os amarelados de Springfield em rosados tipicamente parisienses – Homer de bigodinho come um escargot, enquanto Bart faz um foie gras para desespero da vegetariana Lisa, que em vez de tocar sax, toca acordeão. Muito foda, olha só:

Kendrick-Lamar-Tame-Impala

E por falar em colaborações que podiam ser foda mas não deram certo, essa parceria do Tame Impala com o Kendrick Lamar era melhor na teoria que na prática. “Backwards”, a nova faixa, na real, é apenas o rapper rimando com raiva por cima de uma base criada a partir de “Feels Like We Only Go Backwards”. Fraca.

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Mais uma música nova do disco do Silva, que chega inteiro na semana que vem. “Okinawa” tem a participação da Fernanda Takai – e funciona bem.

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Era inevitável a comparação entre as duas séries – a começar pela menina morta numa terra-de-ninguém nos EUA, numa conspiração que mistura política, misticismo e policiais nada convencionais. Até que veio um cara chamado Blunt Objects e selou a referência mútua com esse mashup:

E a montagem que ilustra o post apareceu neste tweet.