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spaxels

Altos século 21: light painting feita com drones.

E a gente tá só no começo do século… Vi na Juxtapoz.

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A revista T do New York Times conseguiu reunir integrantes distantes de uma família musical para um longo papo sobre música pop, carreira e ser mulher entre Stevie Nicks, o rosto e coração da fase clássica do Fleetwood Mac, e suas pupilas, as irmãs Danielle, Este e Alana Haim. E não foi só o papo – o trio Haim ainda se juntaou à velha loba para uma interpretação ao piano da clássica “Rhiannon“.

Fãs da banda, as Haim já tocam uma versão de uma música da fase bluesy do Fleetwood Mac, do final dos anos 60, “Oh Well“. Saca só:

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Como vocês sabem, Elliott Smith é tema de um documentário que já estreou nos EUA, chamado Heaven Adores You. O produtor do filme Kevin Moyer e James Clark, amigo do cantor morto em 2003, participaram do programa Portland Radio Project para divulgar o filme. Assim, por 40 minutos, conversaram sobre a vida, a carreira e a influência de Smith em suas vidas. E no meio do papo, puderam desenterrar uma pérola: a primeira vez que Elliot Smith assume os vocais em banda que tinha ainda adolescente, antes de mudar seu nome de Steve para Elliott e mudar-se do Texas para Portland. A música, chamada “Ocean”, também é uma das primeiras tentativas de composição dele, que tinha 14 anos na época desta gravação (em 1984!).

O programa inteiro pode ser ouvido abaixo, em inglês.

A foto que ilustra o post, cortesia da Biblioteca da Lincoln High School, foi tirada em 1987 e eu encontrei na Spin.

horses

Mais um daqueles shows que prometem: Patti Smith já avisou que, no ano que vem, fará alguns shows tocando seu primeiro disco Horses na íntegra. Lançado em 1975 Horses pode ser considerado o marco zero da era punk, pois foi o primeiro registro de uma cena barulhenta que começou a se apresentar num muquifo nova-iorquino chamado CBGB’s e que deu ao mundo bandas como Talking Heads, Television, Ramones e Blondie, entre outras – gente que foi influenciar, na Inglaterra, o nascimento de bandas como Sex Pistols, Clash, Buzzcocks e outras tantas.

Patti contou a notícia à Rolling Stone, quando lembrou que o disco havia sido programado para ser lançado no dia 20 de outubro de 1975, data que marcaria o 121º aniversário do poeta francês Arthur Rimbaud, um dos ídolos de Patti, ao lado de Jim Morrison e Lou Reed. “Algo aconteceu por causa da crise do petróleo – eles não tinham vinil suficiente – e o disco teve de ser adiado e eu fiquei bem chateada. Até que o (fundador da gravadora Arista) me disse que ‘era uma pena, o disco só poderia sair no dia 10 de novembro, não há nada que possamos fazer.’ E então eu ri e disse: ‘bem, esse é o aniversário da morte de Rimbaud’. Ainda era mágico”, disse a cantora e compositora ao site da revista.

Mais do que importante, Horses é um disco perfeito: tem o despojo do punk sem abrir mão de uma musicalidade clássica e Patti realmente encarna esse híbrido de Rimbaud e Jim Morrison andrógino que era a cara do rock nos anos 70, perdido entre o glam e o início do punk, ciente de sua rebeldia e de sua decadência. É o passaporte dela para entrar na história – e não apenas na do rock. E se você ainda não ouviu…

M83 em 2005

m83

Anthony Gonzalez aproveitou o relançamento de seus três primeiros discos gravados sob o nome de M83, todos fora de catálogo, para relançar clipes que ninguém viu na época. Já são três clipes “novos” tirados do disco Before the Dawn Heals Us, de 2005 – que foi relançado junto com M83 de 2001 e o clássico Dead Cities, Red Seas & Lost Ghosts de 2004, que vêm juntos com duas coletâneas de remixes e sobras de dois destes discos, Dead Cities, Red Seas and Lost Ghosts Remixes and B-Sides e Before The Dawn Heals Us Remixes and B-Sides. Os clipes seguem abaixo e são das faixas “Lower Your Eyelids To Die With The Sun”, “In The Cold I’m Standing” e “Moonchild”. Pra variar, aquela viagem em câmera lenta que a gente tanto gosta com aqueles visuais lindaços…

endlessriver

Mais um trechinho de uma música do novo disco do Pink Floyd…

…e mais informações sobre The Endless River. Desta vez a novidade é que um usuário do Reddit descobriu um site que traz mais informações sobre a ficha técnica do disco. E entre as surpresas está mais uma participação do físico Stephen Hawking em um disco do Pink Floyd: “Talkin’ Hawkin’” deve partir de algum trecho não utilizado na faixa “Keep Talking”, do disco The Division Bell, último disco que a banda lançou, em 1994, ainda com a participação do tecladista Rick Wright, que morreu em 2008. The Endless River é composto sobre os teclados que Wright gravou nas sessões de Division Bell e a ficha técnica traz mais algumas revelações – com a de que Wright é co-compositor de 12 faixas (e o baterista Nick Mason apenas de duas) e apesar do disco ser quase todo instrumental (à exceção da faixa que encerra o álbum, “Louder Than Words”, The Endless River ainda conta com vocais de apoio de David Gilmour em mais outras três canções.

privatizador

E o inglês John Oliver aos poucos vai tornando-se um dos melhores comentaristas político na TV norte-americana. E dessa vez o combustível pra suas piadas foram nossas eleições.

Ah, se ele soubesse que não é só isso…

adventuretime-

Tá certo que o pessoal do Gritty Reboots são especializados em fazer trailers pra filmes que não existem (como o que fizeram do Calvin e Haroldo 20 anos depois), mas essa versão em carne e osso do Adventure Time (a melhor psicodelia infantil na TV nesta década) dá um gostinho de quero mais. Saca só.

Vi no Kotaku.

Caribou-Our-Love-

O vídeo da faixa-título de um dos melhores álbuns de 2014 – a saber, “Our Love”, do Caribou – mergulha num passado através do fio condutor de um romance, num curta triste, bonito e nostálgico.

billmurray-bobdylan

No filme St. Vincent, que nem estreou nos Estados Unidos ainda e deve chegar ao Brasil só em 2015, Bill Murray interpreta o Vincent do título, veterano de guerra que, aos poucos, começa a mostrar um outro lado para seus novos vizinhos. Uma cena que escapuliu pra internet traz o velho Bill Murray – um dos caras mais queridos do cinema atual – resmungando “Shelter from the Storm” de Bob Dylan enquanto a escuta nos fones de ouvidos. Mesmo se o filme for meia boca já valeu por essa cena: