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Tudo indica que o lançamento da caixa com toda a discografia do Sleater-Kinney é, na verdade (e felizmente), um gigantesco teaser para a volta da banda, que já incluiu música nova na antologia.

“Bury Our Friends” apareceu ao mesmo tempo em que o misterioso flyer abaixo começou a circular online – talvez anunciando a data de lançamento do disco novo do trio? Um disco chamado No Cities To Love que será lançado dia 20 de janeiro do ano que vem?

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Tá na hora de ligar o “2015 promete”…

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Dona de hits imbatíveis, Gwen Stefani está anunciando seu próximo disco com uma música bem fraquinha…

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Jonny Greenwood, guitarrista do Radiohead que na paralela também tem uma carreira de compositor erudito, vai ter uma de suas peças eruditas tocadas pela Orquestra Sinfônica Brasileira ainda este mês. A “Norwegian Wood Suite” foi composta como trilha sonora do filme de Tran Anh Hung de mesmo nome e vai ser regida pelo maestro Roberto Minczuk nas duas apresentações. Aqui dá pra comprar os ingressos pra apresentação no Rio, que acontece no dia 23 e aqui para apresentação em São Paulo, que acontece dia 26. Se você não conhece a peça, olha ela aqui, sendo tocada pela primeira vez em público pela BBC Concert Orchestra (e se você quiser baixar, tem a música aqui):

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Vocês lembram que o South Park tirou um sarro com a Lorde dia desses, né? No episódio da semana retrasada do desenho, a cantora neozelandesa era, na verdade, o pai do Stan, um dos moleques da série, que gravava o que sentia quando ia ao banheiro e depois tratava as canções com o autotune para deixá-las com cara de que foram gravadas por uma adolescente.

A própria Lorde riu da piada, que continua, dessa vez o próprio South Park oferece a música para download gratuito – a versão foi gravada pela cantora australiana Sia.

Se você não quiser baixar, dá pra ouvir aqui.

Paródia séria, bicho…

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Neil Young não para – e depois de lançar um disco gravado numa cabine telefônica, apresenta seu novo projeto: Storytone, um disco gravado sozinho que, na versão deluxe, tem uma segunda versão, gravada com uma orquestra com 92 músicos. Ouça só como ficou a versão para “Who’s Gonna Stand Up?”, que eu já tinha postado aqui, acompanhada da tal orquestra:

O músico ainda encontra tempo para lançar um segundo livro de memórias, chamado Special Deluxe: A Memoir of Life & Cars, além de continuar vendendo seu tocador de música chamado Pono. Em uma das entrevistas de divulgação do novo disco, o velho canadense passou pelo programa do polêmico radialista Howard Stern e aproveitou para explicar para Stern porque o Crosby Stills Nash & Young não deve voltar a tocar nunca mais. “Tocar com Stills e Nash era realmente ótimo”, mas quando foi perguntado sobre David Crosby, apenas respondeu que “desejo o melhor para ele (Crosby) em sua vida.” E acrescentou: “Já estivemos juntos por muito tempo. Fizemos muitas coisas boas. Por que devemos voltar juntos e celebrar o quanto éramos bons? Que diferença isso faria? Não é pelo público e também não é pelo dinheiro.” Dá pra ouvir o programa inteiro abaixo (em inglês):

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O single de “Shake it Off” foi uma grata surpresa, mas não acenava propriamente uma mudança drástica na carreira de Taylor Swift, uma das maiores popstars do mundo hoje. Mas “Out of the Woods”, revelado essa semana, mostra que a cantora está mesmo em mutação, com uma música que lembra mais a dance melancólica de artistas como Chvrches ou Sky Ferreira do que uma música que vá estourar nas paradas de sucesso para adolescentes crescidos. As duas faixas – dois polos distantes do que se esperaria de uma música nova de Taylor Swift – estarão no próximo disco da cantora, 1989, que será lançado no mês que vem.

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Emicida lança seu disco mais recente em vinil num show nessa quinta e sexta no Sesc Pinheiros e eu tenho um par de ingressos aqui pra sortear para o primeiro dia. E o show que o rapper apresentará nessa semana não é o mesmo em que lançou o mesmo álbum, há um ano, no mesmo Teatro Paulo Autran. Para apresentar o vinil d’O Glorioso Retorno de Quem Nunca Esteve Aqui, Emicida também desenterrou clássicos de sua curta e notável carreira, como “E.M.I.C.I.D.A” , “Só Mais Uma Noite”, “Cacariacô”, “Rua Augusta” e “Então Toma” e vai inclusive assumir a MPC em uma das músicas. Ainda há ingressos à venda, mas quem quiser concorrer a um par de ingressos pra essa quinta-feira é só contar qual é a sua música favorita do Emicida e explicar por quê (e não esqueça de colocar seu email pra que eu entre em contato). Abaixo os vídeos que fiz do show de lançamento desse disco mais recente, no ano passado.

ROMEO REMIX OFFICIAL SINGLE COVER

Calma que tá tudo certo com os dois – o que aconteceu é que o Thiago Pethit liberou “Romeo”, o primeiro single de seu novo disco, pro Adriano Cintra remixar. Ficou massa.

Dá pra baixar lá no site do Thiago.

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Estamos, eu e minha mulher, desde o mês passado, cuidando das mídias sociais do documentário Democracia em Preto e Branco, de Pedro Asbeg. O filme conta a história da democracia corinthiana de Sócrates, Wladimir e Casagrande, que peitou a hegemonia de Vincente Matheus ao mudar a hierarquia de funcionamento da equipe. Mas o documentário não é só futebol e observa o que aconteceu no Corinthians no início dos anos 80 sob dois outros prismas: o político, quando a ditadura militar começava a perder forças, principalmente a partir do movimento Diretas Já, e o cultural, quando uma nova geração de bandas começa a questionar o autoritarismo dos dias de chumbo.

Narrado por Rita Lee e com uma das últimas entrevistas do grande Sócrates, o filme vai ser exibido apenas em sessões fechadas nesse fim de semana em algumas cidades (saiba mais como comprar seu ingresso pelo site oficial do documentário) e tem pré-estréia gratuita hoje, às 20h, no Museu do Futebol, ali no Estádio do Pacaembu. É só chegar uma horinha antes pra garantir seu ingresso de graça. Olha o trailer, que delírio:

Curta a página no Facebook do documentário aqui, aqui tem o Twitter, aqui o Instagram e aqui o canal do YouTube. E dá uma fuçada porque tem bastante conteúdo!

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David Bowie manda notícias que está vivo e à toda ao nos revelar uma faixa inédita em mais uma de suas coletâneas (chamada Nothing Has Changed). Lá vem um épico que funde free jazz e canção tradicional em sete minutos de uma a bateria que caminha para o lado, observada à distância por uma nuvem de metais atonais enquanto Bowie, crooner sofisticado e rebelde como seu ídolo Scott Walker, percorre fiel à melodia de uma canção escrita e gravada em parceria com a Maria Schneider Orchestra, durante o verão nova-iorquino passado. “Sue (Or in a Season of Crime)” não é uma faixa memorável mas está longe da mesmice, mostrando que Bowie segue o mesmo Bowie – sempre tentando fazer algo diferente.