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E aproveitando a notícia que os Smashing Pumpkins vão voltar ao Brasil (alguém ainda aguenta?), olha quem deu uma palhinha no show do Peter Hook em Chicago na sexta passada. Billy Corgan foi conferir o mesmo show que passou aqui pelo Brasil esses dias e, no final, subiu ao palco para cantar “Love Will Tear Us Apart” da primeira banda do mítico baixista. Mas digamos que sua contribuição vocal não acrescentou nada à versão.

A foto saiu do Twitter do Peter Hook.

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Faz tempo que eu não falo de séries aqui, né? Chegou a hora – pois o episódio da semana passada de Agents of S.H.I.E.L.D. justificou a existência da série, literalmente. Pois foi foi no episódio “The Writing on the Wall” que eles fecharam a dúvida que deu origem ao seriado (como o Agente Coulson ressuscitou?) ao mesmo tempo em que decifraram o “código secreto” que inventaram no início dessa temporada de forma bem interessante. Resta saber o que acontece a partir dessa semana, quando, como foi aventado no início desta fase, parece que a senhorita Carter, ex-namorada de Steve Rogers (o Capitão América) na Segunda Guerra Mundial, volta a participar do seriado, antecipando o que pode ser o primeiro filme da Marvel estrelado por uma heroína (Agente Carter?).

O interrogatório acima também faz referência aos “visitantes” que podem ter dado origem ao universo Marvel como o conhecemos no cinema (e estar ligado tanto ao supersoro do Capitão América quanto ao projeto Taiti que, além de reviver Coulson, também pode estar associado à origem de outro grupo de heróis da editora, cujo filme já foi anunciado, Os Inumanos).

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Essa música nova da Azealia Banks (“Chasing Time”) é boa, mas tem um quê de Swing Out Sister e outro de C+C Music Factory, lembrando aquele final dos anos 80 quando não se fazia muita distinção entre o que era house music, hip hop ou R&B. É um bom rumo.

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Não foi um festival e sim o show de Damon Albarn no Royal Albert Hall, em Londres, na Inglatera, neste sábado. Divulgando seu primeiro disco solo Everyday Robots, o líder do Blur deu uma geral na própria carreira tocando músicas de diferentes fases de sua carreira (The Good, The Bad & The Queen, Gorillaz, Mali Music e Blur). Para visitar as músicas de sua clássica banda, ele chamou o velho comparsa Graham Coxon para tocar “End of the Century”, o lado B “The Man Who Left Himself” e “Tender” no primeiro bis:

No segundo ele chamou dois convidados para cantar músicas dos Gorillaz. Primeiro o De La Soul para tocar “Feel Good Inc.”:

E o rapper Kano para cantar “Clint Eastwood”:

E encerrou o show chamando Brian Eno para ajudá-lo em uma música de seu disco mais recente, “Heavy Seas of Love”:

Alguém se dispõe a trazer esse show pro Brasil? Olha o setlist aí embaixo:

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chuva

É o Gene Kelly num clássico do cinema ou apenas um maluco sem ter o que fazer?

Circulandô!

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Eis o vídeo para o épico free jazz que David Bowie lançou há pouco mais de um mês como parte de sua próxima coletânea, Nothing Has Changed, que será lançada na semana que vem. Noir e tenso como a canção gravada com a Maria Schneider Orchestra, o clipe confronta becos e vielas londrinos e nova-iorquinos e alterna este cenário com projeções da gravação da música, numa versão mais enxuta da faixa original, que tinha quase oito minutos.

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Quem curte ficar reeditando filmes é Steven Soderbergh, que diz ter abandonado a direção no cinema, mas segue tocando vários projetos por aí. Um deles é seu próprio blog, em que ele de vez em quando desova rascunhos como uma versão que superpõe os dois Psicoses – o original de Hitchcock e o cover de Gus Van Sant. O filme está inteirinho superposto no site do diretor, mas se você quiser ter uma idéia do resultado indo direto ao ponto basta ver a cena abaixo, uma das únicas em que ele permite que a cor da versão de Gus Van Sant “vaze” para o mashup, todo feito em preto e branco.

Outro experimento foi realizado com o primeiro filme da série Indiana Jones, Os Caçadores da Arca Perdida. Soderbergh tirou o som e a cor do filme apenas para enfatizar a beleza e a inteligência da direção de Spielberg, que funciona mesmo sem esses elementos. Para deixar as coisas ainda mais estranhas, ele ainda colocou como trilha sonora músicas compostas por Trent Reznor, o trilheiro oficial de David Fincher, que também responde pelo nome de Nine Inch Nails. Dá uma sacada no site dele pra ver como ficou. Fico imaginando se a arte do futuro não vai ser toda assim: postada discretamente em sites para ser descoberta aos poucos, em camadas…

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E o Iron Maiden também está surfando na onda do vinil – e desde o início do semestre vem relançando sua fase clássica – entre 1980 e 1988 – em reedições caprichadas. Além de todos os oito primeiros LPs que formam o principal corpo de sua obra (Iron Maiden, Killers, The Number Of The Beast, Piece of Mind, Powerslave, Live After Death, Somewhere in Time e Seventh Son of a Seventh Son), as versões em compacto dos singles que lançaram no mesmo período (veja quais abaixo) também estão sendo relançadas em vinil. O grupo descolou dois vídeos que contam como foi o processo de adaptação das capas e de passar o áudio original de volta ao vinil que são bem básicos pra quem é fã da banda:

E estes são todos os singles que estão sendo relançados pela banda:

“Running Free” / “Burning Ambition”
“Sanctuary” / “Drifter” e “I’ve Got The Fire” (ambas ao vivo)
“Women In Uniform” / “Invasion”
“Twilight Zone” / “Wrathchild”
“Purgatory” / “Genghis Khan”
“Run To The Hills” / “Total Eclipse”
“The Number Of The Beast” / “Remember Tomorrow” (ao vivo)
“Flight Of Icarus” / “I’ve Got The Fire”
“The Trooper” / “Cross-Eyed Mary”
“2 Minutes To Midnight” / “Rainbow’s Gold”
“Aces High” / “King Of Twilight”
“Running Free” (ao vivo) / “Sanctuary” (ao vivo)
“Run To The Hills (ao vivo) / “Phantom Of The Opera” (ao vivo)
“Wasted Years” / “Reach Out”
“Stranger In A Strange Land” / “That Girl”
“Can I Play With Madness” / “Black Bart Blues”
“The Evil That Men Do” / “Prowler ‘88”
“The Clairvoyant” / “The Prisoner” (ao vivo)
“Infinite Dreams” (ao vivo) / “Killers” (ao vivo)

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Outro vídeo do Les Sins, projeto paralelo do Chaz “Toro y Moi” Bundick que tem um pézinho a mais na dance music que seu trabalho original. Desta vez a deliciosa “Why?” é quem vem pro holofote, ganhando um clipe meio psicodélico oitentista que é a cara desse novo disco…

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“Never Catch Me” não foi a única colaboração entre Flying Lotus e Kendrick Lamar, embora seja a única que tenha aparecido no disco do primeiro, o excelente You’re Dead. A faixa “Eyes Above” teria o rapper rimando, mas, em entrevista à Pitchfork, FlyLo disse que os versos não entraram na faixa por “motivos políticos”, sem especificar o que teria acontecido. Mas isso não quer dizer que ele não possa usar os versos ao vivo, como fez no show da quinta-feira que deu em San Diego, nos Estados Unidos.

A foto saiu do Instagram do produtor.