
How I’m Feeling Now, o disco que a Charli XCX gravou em casa sozinha durante a pandemia, completa cinco anos nesta quinta-feira e parece que a comemoração é das boas. Além de ter escrito uma carta à mão sobre o impacto do disco para ela e como ela agradecia aos fãs que a apoiaram sempre, ela também promete uma celebração que, até onde ela falou, conta com o relançamento do disco em vinil e um clipe para “Party 4 U”, que voltou a tocar desde o final do ano passado, principalmente nas redes sociais, mas parece que não vai ser só isso…
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Se o primeiro Kung Fury, lançado há dez anos, já era o cúmulo dos anos 80, que dizer de sua continuação, que foi finalizada há dois anos mas ainda não foi lançada por questões legais? Olha esses 10 minutos absurdos que vazaram essa semana provavelmente pra reaquecer o interesse no filme, que ainda conta com Michael Fassbender, Schwarzenegger e David Hasselhoff no elenco…?
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Eu não estava. Pelamordedeus, o que que é isso? Tragam urgente o show solo dessa mulher pro Brasil!
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O que Ana Frango Elétrico está aprontando? Veja abaixo: Continue

Quando Björk anunciou que lançaria uma apresentação ao vivo nas salas de cinema do mundo, esperava-se que ela desse passos além dos filmes que partiram de shows de artistas gigantes como Beyoncé e Taylor Swift, ampliando o alcance de turnê imensas primeiro para telonas e depois para serviços de streaming. Lógico que, por não ser uma artista comercial de tal porte, não havia expectativa sobre ela suplantar os números e a escala de Renaissance: A Film by Beyoncé e Taylor Swift: The Eras Tour, ambos de 2023, fazendo justamente algo que os filmes das duas musas do pop deste século até tentaram, mas sem tanto sucesso: se tornar uma obra de arte. Cornucopia, que estreia essa semana em cinemas de todo o mundo, foi anunciado como a versão filmada de um show único que ela fez em Lisboa, em 2023, reunindo um grupo de artistas que aumentava ainda mais suas ambições artísticas, como a diretora argentina Lucrecia Martel (que dirigiu o show), a diretora islandesa Ísold Uggadóttir (que dirigiu o filme), o diretor musical islandês Bergur Þórisson, o percussionista austríaco Manu Delago, a harpista norte-americana Katie Buckley e o grupo de sopro irlandês Viibra, além de instrumentos improváveis como uma flauta circular e uma harpa magnética, uma câmara de reverberação instalada no palco, cortinas móveis e telas de LED e figurino e maquiagem excêntrica, como é de se esperar da cantora islandesa. Quase todo o show gira em torno de seu disco de 2017, Utopia, embora conte com músicas dos álbuns Vunicultura (2015) e Fossora (2022), além de um único hit solitário, “Isobel”, de seu clássico segundo disco Post (que completa 30 anos este ano). O show é deslumbrante e é tudo que os fãs da artista podem esperar, mas… como filme deixa a desejar. Esperava que ela pudesse explorar mais ainda os limites do cinema, fazendo uma ponte entre show e audiovisual de uma forma mais interessante do que o que se vê, mas o mais perto que ela chega disso é quando, a partir do primeiro terço do filme, começa a ocupar a tela com imagens que estão projetadas nos telões do show. Mas o que parecia ser um início de conversa entre o show do passado e o filme de 2025 termina aí e o filme é só mais um show filmado. Até o show em Pompeia que o Pink Floyd acabou de relançar nos cinemas (lançado originalmente em 1972) ousa mais como cinema do que este Cornucopia. Que é bonito e ousado, misturando reinos animal e vegetal em uma evolução possível da vida no futuro do planeta, trazendo uma bela mensagem de esperança em relação ao futuro (além de três clipes escondidos após os créditos), mas isso é mérito do show, não do filme. O filme só registra isso. Bem, mas é só – nada distante do que em outros tempos seria só um DVD ao vivo. Pô, Björk…
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Eis a primeira música inédita de Fiona Apple desde que ela lançou seu soberbo Fetch the Bolt Cutters, na primeira temporada da pandemia, primeiro semestre de 2020 (descontada “New York Doesn’t Like Your Face”, que ela compôs para um desenho animado da Apple TV ainda em 2020). Mas uma série de colaborações recentes mostraram que vinha aos poucos querendo soltar a voz, que veio à superfície finalmente esta semana, quando mostrou “Pretrial (Let Her Go Home)”, um libelo contra a prisão dita “preventiva” de mulheres – em sua maioria negras – que eram apreendidas antes mesmo de começar seu julgamento, quase sempre deixando suas famílias desamparadas, uma vez que a maior parte delas é mãe solo e sustenta não apenas os filhos mas outros parentes próximos. A letra da música é justamente sobre isso e a voz poderosa de Fiona, que ateve-se ao tema porque ela mesma começou a acompanhar pessoalmente casos jurídicos do tipo, levanta-se contra essas prisões de forma ao mesmo tempo austera e cativante. O clipe que acompanha o novo single foi produzido pela ONG Zealous, que assiste juridicamente às vítimas desassistidas do sistema judicial dos EUA e que Fiona entrou em contato quando começou a acompanhar esses casos. E como Fiona não deixa barato, não duvido nada que em breve ela lança mais outra faixa tratando de outro tema crítico em seu país… Vamos aguardar… na torcida!
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Segunda passada rolou o Met Gala em Nova York, vocês já devem ter cansado de ver os looks e modelitos que desfilaram pelo baile, mas uma das festas que rolaram no after da noitada – especificamente a da joalheria Cartier, que aconteceu no Bemelmans Bar, e contou com a presença de várias celebridades, como Emma Chamberlain, Miley Cyrus e Aimee Lou Wood. Até que no meio da festa, Jon Batiste sentou ao piano e Lana Del Rey surgiu para cantar algumas músicas com o músico norte-americano, entre elas Erykah Badu’s “Bag Lady” da Erykah Badu, “God Bless the Child” eternizada por Billie Holiday e “Candy Necklaces”, que os dois gravaram no disco mais recente de Lana, Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd?. E ficou tão bom que os fãs começaram a perguntá-la em sua conta semioficial no Instagram se não era o caso de deixar esse papo de disco country pra lá e abraçar logo um disco de jazz. Imagina…
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Essa bola já estava cantada desde que Billie Eilish falou, antes do lançamento de seu disco mais recente, Hit Me Hard and Soft, que Radiohead tinha sido uma de suas grandes influências durante a gravação do álbum. E agora ela solta essa versão maravilhosa para “Creep” no meio de sua apresentação, neste domingo, em Amsterdã, na Holanda. Inacreditável, diz aí.
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Começa nessa segunda! A mineira Clara Bicho finalmente sai da fase dos compactos e lança seu primeiro EP no início desta semana, quando inaugura a sua discografia para além dos singles ao apresentar Cores da TV, batizado com o título da música de mesmo nome, gravada em parceria com Sophia Chablau, que ela lançou em março. Além desta, outras duas já são conhecidas: “Luzes da Cidade” e “Árvores do Fundo do Quintal”, esta em parceria com os catarinenses Exclusive os Cabides. E entre as inéditas – “Meu Quarto”, “A Rua” e “Música do Peixe” -, ela escolheu a última para antecipar em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. É a primeira faixa que ela produz sozinha também, ouça abaixo: Continue

Bem que eu falei que a movimentação atípica de Fiona Apple nos últimos meses parecia indicar que ela estaria armando algo – e ela acaba de anunciar que lançará música nova na próxima quarta-feira, dia 7. “Pretrial (Let Her Go Home)” faz parte de um trabalho que a cantora e compositora tem realizado desde que começou a acompanhar julgamentos em que mães eram sentenciadas à cadeia mesmo antes do processo começar, em casos evidentes de abuso jurídico – daí o título da música. “Ela viu o impacto devastador da detenção pré-julgamento, especialmente em mães negras”, explicou o advogado voluntário e defensor dos direitos civis Scott Hechinger, fundador da ONG Zealous, que oferece assistência jurídica a pessoas necessitadas, que anunciou o lançamento da cantora, postando apenas um trecho de um vídeo para instigar os fãs. Ela fala mais sobre a causa em um site dedicado ao tema.
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