O clipe novo do Blur é composto por imagens feitas por fãs a partir do imaginário de seu disco mais recente, The Magic Whip:
Já já Honeymoon, o disco novo de Lana Del Rey, estará entre nós – e ela já nos prepara com esse vídeo em que mostra trechos das músicas do álbum – e entre as já conhecidas “High By The Beach” e “Terrence Loves You”, ela mostra trechos de “Freak” e “Music To Watch Boys To”. Esta última deverá ser revelada na íntegra na sexta-feira.
Os caras tiveram a manha de lançar uma edição de aniversário do Cálice Sagrado com uma catapulta de bichos!
Inacreditável! E já está em pré-venda.
Nos anos 90, quando os três Beatles remanescentes começaram a mexer oficialmente no próprio passado, com o projeto Anthology, ficou combinado que a série de relançamentos incluiria três CDs duplos com raridades da história da banda e que cada disco viria com uma música inédita retrabalhada por Paul, George e Ringo. Os volumes 1 e 2 de Anthology seguiram essa premissa (recriando velhas demos de John Lennon como “Free as a Bird” e “Real Love”, em cada disco respectivo), mas o terceiro CD duplo veio sem música inédita. Os três não chegaram a um consenso sobre a música escolhida – entre “Grow Old with Me” e “Now and Then” – e a desculpa oficial dizia respeito à qualidade da gravação.
As duas faziam parte de uma fita que Yoko Ono entregou para Paul McCartney que vinha com a anotação “for Paul” (“para Paul”) e talvez indicasse uma possível retomada da parceria da dupla. Gravada no mesmo 1980 em que John Lennon foi assassinado, esta fita nunca veio a público de forma oficial, embora hoje, depois da morte de George Harrison, Paul admita que o guitarrista foi responsável pelo veto da música. E que talvez ele mesmo regrave a canção em um disco próprio, compondo letras para esta que seria a última parceria entre John e Paul. Eis a versão demo de “Now and Then”:
E esta regravação, feita por um fã, reúne elementos de outras gravações dos Beatles e circulava como sendo a versão que deveria ter saído no terceiro Anthology. Mas esta versão nunca aconteceu:
“Grow Old with Me” também tem uma versão retrabalhada circulando online, que mostraria que os três Beatles gravaram sobre a demo original de John. Mas, da mesma forma, é uma versão feita por fãs, sem nenhum envolvimento dos Beatles.
Diogo Strausz tira mais um clipe de seu ótimo disco de estreia – o austero e dançante Spectrum – Volume 1 – e o timbre desértico de sua guitarra conduz a direção do vídeo (a cargo de Marcelo Mattina) para um sombrio cenário lyncheano, que conversa perfeitamente com o bucólico tom de “Ítalo”, a curtinha instrumental.
Entre os lançamentos de Frank Zappa que ainda não viram a luz do dia (e que começam a ser desenterrados a partir deste ano), a obra mais esperada pelos fãs do idiossincrático compositor é o registro das três noites que Zappa e seus Mothers fizeram entre os dias 8 e 10 de dezembro de 1973 no Roxy, em Los Angeles. Os três shows foram gravados em multicanais e com várias câmeras na casa, mas apenas algumas músicas na íntegra e alguns trechos em vídeo daquelas apresentações vieram a público (principalmente no disco Roxy & Elsewhere, lançado no ano seguinte).
Até agora. Eis que o canal do compositor no YouTube libera o seguinte trailer:
Agora compare com as imagens e a qualidade de som das versões piratas que existem por aí:
O DVD Roxy The Movie deverá ser lançado no final de outubro, segundo o site JamBase (que conseguiu a capa acima), mas infelizmente ainda não trará os shows na íntegra.
O mashup do parisiense Antônio Maria da Costa coloca personagens de diferentes filmes em uma casa noturna chamada Hell’s Club – e o resultado é fascinante.
Ethan Hawke encarna o mítico trompetista em um dos momentos mais complicados de sua carreira quando, no final dos anos 60 e já arruinado pela heroína, Chet Baker tenta voltar à ativa. Born to Be Blue estreia no próximo fim de semana no Festival Internacional de Cinema de Toronto e eu queria saber se é o próprio Ethan quem toca o trompete no filme.
Mais um clipe tirado do disco novo do Unknown Mortal Orchestra. Desta vez a faixa escolhida é a excelente “Can’t Keep Checking My Phone”, que vira uma espécie de supertrunfo de esquitices na mão do diretor Dimitri Basl: “Sua letra é tão elusiva que eu decidi que uma só idéia não faria justiça à faixa, então minha abordagem foi apresentar várias ideias como se fosse um jogo de cards, como Marte Ataca, que tem uma descrição rápida acompanhada de ilustrações. Neste caso o jogo é sobre ocorrências, síndromes e fenômenos estranhos”, explica o diretor na descrição do vídeo no YouTube. É a tal psicodelia 2015…
O novo disco solo de Lou Barlow, chamado de Brace the Wave, sai por esses dias. E além das duas músicas que ele já havia mostrado (“Moving” e “Wave”), ele vem agora com um clipe da última faixa do disco, “Repeat”, todo pé no chão e de coração partido:









