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Simpsons lóki

Weird-Simposons

O ilustrador e animador francês Yohan Hervo comemorou os 25 anos dos Simpsons recriando sua emblemática abertura com uma psicodelia bem peculiar…

will-butler-anna

O Will Butler, do Arcade Fire, chamou a Emma Stone pra ser protagonista do clipe da ótima “Anna”, a primeira música que ele divulgou de seu primeiro disco solo – e o resultado é um delírio musical a bordo de um navio em que a atriz esmerilha.

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Patti Smith está vivendo um 2015 e tanto: além de excursionar com a íntegra de seu Horses que completa 40 anos, ela está prestes a lançar o livro M Train, que funciona como uma continuação para seu celebrado livro de memórias Só Garotos (que vai virar série). Ela passou por Portugal no final de setembro e, a convite da Casa Fernando Pessoa, visitou a biblioteca particular do autor e também recitou trechos em inglês do gigantesco poema Saudação a Walt Whitman, que Pessoa assinou como Álvaro de Campos.

Esses são os trechos lidos em inglês por Patti Smith em sua versão original:

“Sei que cantar-te assim não é cantar-te — mas que importa?
Sei que é cantar tudo, mas cantar tudo é cantar-te,
Sei que é cantar-me a mim — mas cantar-me a mim é cantar-te a ti
Sei que dizer que não posso cantar é cantar-te, Walt, ainda…

(…)

Para cantar-te
Para saudar-te
Era preciso escrever aquele poema supremo,
Onde, mais que em todos os outros poemas supremos,
Vivesse, numa síntese completa feita de uma análise sem esquecimentos,
Todo o Universo de coisas, de vidas e de almas,
Todo o Universo de homens, mulheres, crianças,
Todo o Universo de gestos, de actos, de emoções, de pensamentos,
Todo o Universo das coisas que a humanidade faz,
Das coisas que acontecem à humanidade —
Profissões, leis, regimentos, medicinas, o Destino,
Escrito a entrecruzamentos, a intersecções constantes
No papel dinâmico dos Acontecimentos,
No papirus rápido das combinações sociais,
No palimpsesto das emoções renovadas constantemente.

(…)

Para saudar-te
Para saudar-te como se deve saudar-te
Preciso tornar os meus versos corcel,
Preciso tornar os meus versos comboio,
Preciso tornar os meus versos seta,
Preciso tornar os versos pressa,
Preciso tornar os versos nas coisas do mundo
Tudo cantavas, e em ti cantava tudo —
Tolerância magnífica e prostituída
A das tuas sensações de pernas abertas
Para os detalhes e os contornos do sistema do universo.”

O vídeo foi divulgado no início da semana passada pela própria Casa Fernando Pessoa. E por que raios ninguém traz o show dessa mulher pro Brasil?

toroymoi

Dono de um dos melhores discos deste excelente 2015, o grupo de Chaz Bundick, Toro y Moi, incluiu a faixa-título do disco do Unknown Mortal Orchestra deste ano, “Multi-Love”. O resultado não poderia ser melhor:

Tanto que a banda autora do hit aprovou:

!!!

O !!! prepara sua volta com dois singles que resgatam aquela brutalidade meio disco meio pós-punk típica da banda californiana liderada por Nic Offer. “Bam City” vem com um clipe tão barato quanto infame:

Já “Ooo” vem crua, como a própria faixa, e com falsetes irresistíveis.

O disco sai no meio deste mês e já está em pré-venda via Warp e o single “Freedom ’15” já havia iniciado os trabalhos em agosto.

emicida-cartacapital

Em mais uma entrevista, desta vez pra Carta Capital, o jovem Leandro comenta o momento político esquisito que o Brasil atravessa atualmente:

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Essa semana tá foda hein: Elza Soares, Karina Buhr e agora Rodrigo Ogi lança seu segundo disco, o intenso Rá!, com participações do Metá Metá, do Mao dos Garotos Podres, Daniel Ganjaman, além de ter sido produzido pelo sagaz Nave, de Curitiba. Saca só:

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Em 1962, o crítico francês François Truffaut já era reconhecido como um dos principais novos cineastas da nouvelle vague francesa, mas sentou-se para exercer sua antiga vocação ao dar microfone para que Alfred Hitchcock falasse sobre sua obra. O resultado foi o livro Hitchcock/Truffaut, lançado em 1966 e considerado um manual do cinema moderno para cineastas de diferentes gerações e nacionalidades. Na conversa bilíngue, Hitchcock fala como subverte a expectativa do público ao aniquilar todas as regras do cinema tradicional num trabalho singularmente autoral mas ainda percebido, à época, como mero entretenimento. As entrevistas não apenas jogaram luz na importância do velho diretor para a história do cinema como funcionou como manual de instruções para nomes como Wes Anderson, Martin Scorsese, Wes Anderson, David Fincher, Kiyoshi Kurosawa, Richard Linklater, Peter Bogdanovich, Paul Schrader, entre outros. Todos estes participam do documentário Hitchcock/Truffaut, de Kent Jones, que recria a clássica conversação e sua enorme influência no cinema moderno. O filme estreou no festival de Cannes deste ano e chega aos cinemas lá fora em dezembro.

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Mais uma participação especial na atual turnê de Taylor Swift (que já havia recebido Mick Jagger, Steven Tyler e Alison Krauss na semana passada). Desta vez o convidado de honra foi o rapper Nelly, que ainda contou com a presença das irmãs Haim que se juntaram à amiga Taylor nos backing vocals de seu grande hit, a suada “Hot in Herre”. Elas postaram em suas contas no Twitter trechos da participação no show em St. Louis, nesta terça:

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O quarto clipe scifi saído do recém-lançado Caracal, da dupla inglesa Disclosure, o vídeo da ótima “Magnets” é protagonizado pela neozelnadesa Lorde.