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Hail, Caesar! parece uma história absurda sobre a indústria do cinema, como os irmãos Coen já haviam feito em Barton Fink, mas alguns personagens citados no trailer – como o faz-tudo Eddie Mannix (vivido por Josh Brolin) e a colunista Hedda Hopper (vivida por Tilda Swinton) são pessoas de verdade e não personagens inventados, enquanto os vividos por Scarlett Johansson, Channing Tatum e George Clooney parecem ser inspirados em Esther Williams, Gene Kelly e uma mistura de Tony Curtis com Marlon Brando, citando de verdade, como filmes como Ben-Hur, Spartacus e Quo Vadis. Que história eles querem contar com isso?

O filme estreia nos Estados Unidos em fevereiro.

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O editor de filmes canadense somersetVII usou uma frase de Stanley Kubrick que fala sobre cinema como música (“Um filme é – ou deveria ser – mais música do ficção. Deveria ser uma progressão de climas e sentimentos. O tema, o que está por trás da emoção, o significado, tudo isso vem depois”) e alinhou movimentos de câmera, conceitos, temas e olhares em uma grande homenagem ao cinema do mestre.

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E o Tame Impala toca ao vivo no programa de Stephen Colbert uma das melhores músicas de seu novo disco, a irresistível “The Less I Know the Better”.

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O Metrópolis da TV Cultura fez uma matéria sobre a fidelidade dos fãs do Iron Maiden e me convidou pra falar um pouco sobre essa tribo e o disco novo, Book of Souls. A matéria começa a partir dos 15 minutos do vídeo abaixo.

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Depois de oficializar todas as Basement Tapes, o próximo volume da série de piratas oficializados de Bob Dylan mergulha no biênio 1965-1966, considerado o mais fértil e ousado da carreira do compositor. The Cutting Edge 1965–1966: The Bootleg Series Vol. 12 disseca os anos de criação de três dos maiores clássicos de Dylan – Bringing It All Back Home, Highway 61 Revisited e Blonde on Blonde e será lançada em três formatos: disco duplo, caixa com seis discos e uma enorme edição limitada (cinco mil cópias) com 18 CDs que mostram todos os outtakes e rascunhos de clássicos como “Just Like a Woman”, “Mr. Tambourine Man”, “Love Minus Zero/No Limit”, “It’s All Over Now, Baby Blue”, “It Takes a Lot to Laugh, It Takes a Train to Cry”, “Visions of Johanna”, “Stuck Inside of Mobile With the Memphis Blues Again”, “Bob Dylan’s 115th Dream”, “Subterranean Homesick Blues”, “Positively 4th Street”, “Leopard-Skin Pill-Box Hat” e, claro, “Like a Rolling Stone” – que, apenas ela, ocupa um disco inteiro de versões, takes alternativos e instrumentos isolados. A caixa sairá no dia 6 de novembro, veja como ficam as três versões e um trailer sobre o novo lançamento, logo abaixo:

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Pra quem se animar, o site do Dylan dá as dicas onde estão rolando as pré-vendas.

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O jovem gênio Nicolas Jaar também é desses que transformou 2015 em ano de transição: primeiro desfez seu projeto Darkside (que mantinha com o multiinstrumentista Dave Harrington) e depois começou a lançar faixas esporádicas (batizadas de “Nymphs II” e “Nymphs III“), acenando uma mudança lenta em sua própria sonoridade. Ele ainda compôs a trilha sonora não-oficial para um filme de 1969 (o armeno A Cor da Romã) e a trilha sonora oficial para o vencedor da Palma de Ouro de Cannes deste ano, Dheepan, além de remixes como esse que deixou a Florence boa. E esta semana soltou mais uma faixa, outra “Nymphs”, desta vez a quarta, que vem com título próprio, “Fight”. É uma faixa de oito minutos que caminho entre o sinistro e o sexy, juntando referências tão diferentes quanto timbres de Aphex Twin, beats de J Dilla e tecno alemão picotado. Não custa lembrar que Jaar até hoje só lançou um disco – Space Is Only Noise, de 2011 – o que pode indicar que ele esteja preparando um segundo disco.

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O homem não vive só de reedições e David Bowie segue atuando normalmente, embora num outro ritmo de trabalho e mirando em outros formatos além do lançamento de discos e a realização de shows (aparentemente, quem viu viu). Ele está prestes a lançar em Nova York sua primeira peça, Lazarus, inspirada no filme O Homem Que Caiu na Terra e estrelada por Anthony Michael Hall (das séries A Sete Palmos e Dexter). A peça estréia no dia 7 de dezembro no New York Theatre Workshop, com temporada até janeiro do ano que vem, e conta com quatro canções inéditas. Não é a única nova produção de Bowie, que compôs outra música inédita para um novo seriado inglês, chamado The Last Panthers.

SaySaySay

Paul McCartney continua lentamente reeditando todo seu catálogo em versões esticadas com faixas bônus e releituras. O alvo desta vez é o disco Pipes of Peace, que o apresentou a uma geração de novos fãs devido à presença de Michael Jackson em uma das faixas mais memoráveis do disco, “Say Say Say”. Ele aproveitou a reedição para relançar a irresistível faixa com um novo clipe, num remix que é quase um novo verniz na velha canção.

A nova versão apenas acrescenta novos vocais que não foram utilizado na versão original (e assim, por exemplo, Michael Jackson começa a canção, em vez de Paul), estica a duração para quase o dobro da primeira versão e recebe um polimento nos timbres, que ressalta o apelo pós-disco music que o clipe vaudevilliano ofuscava. O novo clipe, no entanto, usa uma versão do tamanho da original:

E o clipe original, para efeito de comparação:

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A BBC liberou o trailer do especial de fim de ano da sua aclamada série Sherlock, que devolve os personagens de Arthur Conan Doyle – bem como seus intérpretes, Benedict Cumberbatch e Martin Freeman – ao século retrasado, a época de origem de toda esta mitologia.

E uma das novidades do especial é que Sherlock finalmente vai usar seu clássico boné sem constrangimento.

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David Bowie começa, aos poucos, a reeditar toda sua discografia em vinil e resolveu dividi-la em fases cronológicas, dedicando a caixa de estréia a seus gloriosos cinco anos de início de carreira, entre 1968 e 1973. Five Years (1968-1973) reúne, em 13 discos, seus seis primeiros discos de catálogo (David Bowie, The Man Who Sold The World, Hunky Dory, The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars, Pinups e Aladdin Sane), um disco ao vivo (Live Santa Monica ’72, que, por ser lançado em 2008, nunca foi lançado em vinil), a edição feita em 2003 do disco Ziggy Stardust e a trilha sonora do filme de mesmo nome, além de uma coletânea dupla de sobras de estúdio, lados B de singles, raridades e músicas inéditas chamada Re:Call 1, que inclui uma versão italiano para “Space Oddity” e versões para músicas de Chuck Berry e Jacques Brel.

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A caixa ainda traz um encarte cheio de anotações, fac-símiles de itens que estiveram nos discos originais (como a carteirinha de fã-clube que vinha no disco Aladdin Sane e fotos nunca publicadas do ícone.

Item obrigatório para quem é arquivista de Bowie e para os diletantes que ainda não têm seus primeiros discos em vinil. E prepara o bolso que essa é só a primeira…