O guitarrista do Sonic Youth Thurston Moore se une ao baterista Charles Hayward, que tocou com o Gong, foi integrante do Quiet Sun ao lado do Phil Manzanera e do Brian Eno e do This Heat para uma tarde – e um disco – espontâneo. Improvisations reúne sete temas sem título gravados em uma tarde no início do ano no estúdio Lynchmob, em Nova York, e terá apenas 500 cópias.
E abaixo segue a capa do disco, que já está em pré-venda.
Sem lançar disco novo desde 2013, os escoceses do Franz Ferdinand (que desde a saída do guitarrista Nick McCarthy no ano passado agora é um quinteto, com a presença do guitarrista Dino Bardot e do tecladista Julian Corrie) voltam a dar notícias e anunciam novo álbum para o ano que vem. Always Ascending deverá ser lançado em fevereiro do ano que vem e eles já anteciparam o trabalho mostrando a faixa-título do álbum.
Parece que estão voltando para a fusão de indie rock com disco music que tornou seu ótimo Tonight um dos melhores discos de 2009. Eles também mostraram a capa do novo disco e a ordem das músicas, abaixo:
“Always Ascending”
“Lazy Boy”
“Paper Cages”
“Finally”
“The Academy Award”
“Lois Lane”
“Huck And Jim”
“Glimpse Of Love”
“Feel The Love Go”
“Slow Don’t Kill Me Slow”
Às vezes fico pensando que Angel Olsen deixou essa “Special” de fora de seu My Woman, do ano passado, apenas para ter uma música forte para puxar uma coletânea própria com seus lados B, demos e raridades que ela já devia acalentar há um tempo. Phases é realmente uma ótima retrospectiva, mas seu carro-chefe é uma das melhores canções – desde a composição à gravação – da compositora norte-americana. O despojado clipe que ela acaba de lançar para a faixa é pura modéstia – uma série de imagens caseiras para adornar essa deslumbrante canção.
No clipe do segundo single de seu novo disco, “Are You Ready?”, Taylor Swift reforça a ideia de que está matando seu antigo eu, ao misturar diferentes elementos e citações à ficção científica (de Ghost in the Shell a Westworld, passando por X-Men, Ex Machina, Blade Runner e até Power Rangers) a momentos de sua própria carreira (como o cavalo branco que representa o single “White Horse” ou as pixações no início do clipe – “13”, “All Eyes On Us”, “I Love You In Secret” e “This Is Enough.”, que poderiam ser nomes de outras faixas do disco – já que um dos pixos é “UR Gorgeous”, nome de uma das novas faixas). Há uma dicotomia entre quem ela realmente é e o personagem em que ela ficou presa e teoricamente seu próximo disco traria uma rendenção – além da aniquilação dessa Taylor Swift inventada.
Tudo muito bonito, mas ela ainda está devendo música. Pra se perder no meio desse tanto de conceito é rápido.
Excursionando após lançar seu A Deeper Understanding – que não me bateu tão bem quanto seu terceiro disco, Lost in a Dream -, a banda norte-americana War on Drugs passou por Toronto no fim de semana passado, quando o líder da banda, Adam Granduciel, pode saudar a importância de seu ídolo Neil Young, nascido na cidade canadense, ao puxar uma soberba versão para o hino “Like a Hurricane”, uma das assinaturas musicais do velho Neil.
De chorar.
Um ótimo vídeo-ensaio feito pelo site brasileiro Overloadr mostra como a série de David Lynch influenciou forte as narrativas dos jogos eletrônicos.
Com o delicioso single “Receita Rápida”, Anelis Assumpção começa a mostrar seu terceiro disco, Taurina, que pelo andar da carruagem deve ficar para o ano que vem. O abre-alas é uma música de seu próprio pai, Itamar, ao lado da poeta Vera Motta, registrada pela madrinha Alzira Espíndola em seu disco de 1996, Peçam-me, que Anelis reconhece como seu próprio ponto de partida na música: “Venho feliz sob a lua nova, dizer que apesar dos tempos sombrios, sigo no foco do meu disco. O terceiro”, escreveu em sua página no Facebook. “Decidi lançar um single do disco. Muito difícil escolher uma única música pra quebrar a casca deste inédito novo que se aproxima. Pois bem. Num momento de reflexão sobre a solidão coletiva, sobre a morte e a vida latente em cada nota deste disco, decidi lançar a única canção que interpreto que é de outra autoria. Autoria esta de meu pai Itamar e sua parceira poeta Vera Motta. Canção esta que em outrora, com quatorze anos de idade, me fez ter vontade de cantar, por ouvi-la na voz da minha diva maior – Alzira Espíndola Achei de entender que essa poesia era a ponte entre o que viemos dizer sobre esta obra, este disco que se aproxima de nascer. O difícil ofício de ser alguém. A mão de deus. O alimento da matéria e do espírito. A leveza de ser mortal. o pesar. A natureza. A saudade. O ciclo. Uma sujeita oculta e presente. Sabor de quem.”
“Receita rápida eis. Nem tão rápida. Nem tão prática. Nem tão teórica. Uma receita. Uma maneira entre tantas de ser feliz nesse inferno céu chamado vida. Que seja a entrada. Um saboroso couvert aos ouvidos. Uma canção”, conclui. A versão 2017 da música é produzida por Beto Villares e acompanhada dos mesmos Amigos Imaginários que a seguem desde seu disco anterior (a superbanda formada por Cris Scabello e Maurício Fleury do Bixiga 70, a guitarrista Lelena Anhaia, o baixista Mau, o baterista Bruno Buarque e o trombone de Ed Trombone), com vocais das Negresko Sis, o trio de vocalistas que forma com Céu e Thalma de Freitas.
Para quem não conhece a versão original desta receita, ei-la:
O disco promete.
Taylor Swift lança mais um single de seu próximo álbum – e “Gorgeous”, que é bem fraquinha, segue a linha dos singles anteriores, destilando fel.
Tomara que esse disco compense essa expectativa toda, porque até agora tá bem devagar…
O veterano rapper atualiza seu primeiro hit e depois de matar Collor vislumbra o assassinato de outro presidente.
Finalmente a música brasileira tá voltando a protestar…
Depois de mostrarem algumas faixas ao vivo e anunciar o título do novo álbum, a dupla MGMT, formada por Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser, começa a mostrar as versões oficiais das novas canções, a começar pela faixa-título, “Little Dark Age”, que foi lançada esta semana junto com seu respectivo clipe.
Mas se o título Pequena Idade Média parecia se referir originalmente à época que vivemos hoje, o clipe leva o nome do disco para um outro lado, uma Idade Média pessoal, ligada à estética neo-gótica dos anos 80 e o tecnopop do mesmo período. O disco deverá ser lançado no início de 2018.
![charles-hayward-]thurston-moore](https://i0.wp.com/trabalhosujo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/charles-hayward-thurston-moore.jpg?resize=600%2C600&ssl=1)










