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Nem bem lançou seu show acústica na NPR na semana passada e Angel Olsen já aproveitou para mostrar uma música inédita: a romântica e visceral “Time Bandits”, com onze minutos de duração, só ao piano, em seu IGTV.

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I wrote this after I came home from St. Louis a few weeks ago…against better judgement I’ve decided to put new songs up, it’s a business but it’s my business. The feeling takes over at first it’s surprising But then I surrender no longer in hiding I’m having a hard time not falling in love with The heart of a moment the heart of a moment Be here if you’re bein’ the people are seeing Listen if you’re hearing The truth needs no saying It’s in us its with us if you know it, it’s framing The love that you’re holding the dreams that you carry The joke that you’re telling someone to be merry And laugh at it all when you’ve just had enough And dance when you’re crying, get that spirit up I want you I want you I need you right now To be here and lay down and get on the ground And hear it and feel it and know that you’re bound to the earth to each other, and that’s where it’s found The love that we wanted the future we need We can’t do it alone, we have to believe In each other in each other be as thick as thieves But thieves like time bandits with hearts on our sleeves Who fly up from the past and present what is key To surviving the future and reversing the spell That we put on our people that dragged us all into hell I want you I want you I need you right now I want you I want you I need you right now To be here and lay down and get on the ground And hear it and feel it and know that you’re bound to the earth to each other, and that’s where it’s found I want you I need you I need you right now

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The feeling takes over at first it’s surprising
But then I surrender no longer in hiding
I’m having a hard time not falling in love with
The heart of a moment the heart of a moment

Be here if you’re bein’
the people are seeing
Listen if you’re hearing
The truth needs no saying
It’s in us its with us if you know it, it’s framing

The love that you’re holding
the dreams that you carry
The joke that you’re telling someone to be merry

And laugh at it all when you’ve just had enough
And dance when you’re crying, get that spirit up

I want you I want you I need you right now
To be here and lay down and get on the ground
And hear it and feel it and know that you’re bound
to the earth to each other, and that’s where it’s found
The love that we wanted the future we need
We can’t do it alone, we have to believe
In each other in each other be as thick as thieves
But thieves like time bandits
with hearts on our sleeves
Who fly up from the past and present what is key
To surviving the future and reversing the spell
That we put on our people that dragged us all into hell

I want you I want you I need you right now

I want you I want you I need you right now
To be here and lay down and get on the ground
And hear it and feel it and know that you’re bound to the earth to each other, and that’s where it’s found

I want you I need you I need you right now

Isso, pisa.

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Eu e André Graciotti gostamos de hipérboles para descrever os filmes que gostamos, mas raramente elas convergem – e inauguramos o primeiro Cine Ensaio dedicado a um diretor com o ponto-chave desta convergência, Stanley Kubrick. Discutimos sua importância e o porquê de nossa admiração pelo diretor inglês ao percorrer diferentes momentos de seus filmes clássicos, de 2001 a Lolita, de De Olhos Bem Fechados a Laranja Mecânica, de Dr. Fantástico ao Iluminado. Um cineasta magistral tanto estética quanto conceitualmente, que criou alguns dos principais filmes da história do cinema, e que nos deu a ideia até de pensar em propor um curso sobre ele…

fleetwood-dogg

Mesmo à distância, o autor do viral redentor de 2020, Doggface208, encontra-se com um dos fundadores da banda que compôs a música que ajudou a mudar a vibe deste ano, em um programa da BBC. Mick Fleetwood, do Fleetwood Mac, até já gravou uma paródia do clipe que tornou o skatista de 37 anos famoso e não perdeu a oportunidade de agradecer ao responsável por fazer sua “Dreams” voltar a tocar nas plataformas digitais. “Te devemos essa”, disse, não apenas falando pelo grupo, mas também por todo mundo que sentiu o alívio ao assistir aqueles parcos segundos de boa onda.

Mas ainda estamos esperando Stevie Nicks, a autora da canção, aparecer em público sobre este assunto…

fiona2020

Fiona Apple finalmente toca a obra-prima que lançou há um semestre ao vivo em público, dentro da programação do festival da revista New Yorker, que também teve a oportunidade de trazer um papo com ela. Foram só três músicas do impressionante Fetch the Bolt Cutters (“I Want You to Love Me”, “Shameika” e a faixa-título), queremos mais!

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O casal indie norte-americano Patrick Riley e Alaina Moore, que juntos assinam projetos musicais como a dupla Tennis, faz reverência a uma de suas grandes influências musicais e regravar o clássico dos Carpenters “Superstar”, em versão quase pista de dança.

Ficou fera.

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Fui convidado para fazer três provocações em vídeo para a série Tenso, da produtora Urubu, e no primeiro deles falo sobre o estado da música no Brasil em 2020 – e porque acho que estamos vivendo a melhor época da música brasileira.

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⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ “A música quase sempre é um farol, uma espécie de antena que capta as principais sensibilidades e transformações culturais do seu tempo.” ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Nessa quarta edição do Tenso, convidamos nosso camarada Alexandre Matias para produzir uma série de três vídeos-colunas sobre música e jornalismo no Brasil. Matias inicia essa jornada com uma afirmação e provocação: “Eu acredito que a gente tá vivendo a melhor época da música brasileira. Não só em termos de profusão criativa – nunca se fez tanta música boa quanto hoje – como em termos de estrutura, mercado, como as coisas funcionam.” Sua crença não é a toa, especulativa. Ao longo de quase vinte minutos, ele faz um recorrido das transformações que a indústria da música sofreu nas últimas duas décadas a partir do impacto do Napster na forma que consumimos, vendemos e criamos música. Da indústria á mídia, do público ao artista. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Alexandre Matias, renomado jornalista de cultura, comportamento, tecnologia e música, é criador do Trabalho Sujo. Site que a 25 anos, tem um papel de vanguarda na cobertura das transformações culturais e digitais na produção e consumo de conteúdo e comunicação no Brasil. Atualmente, se dedica a produção de conteúdo para o site, youtube e newsletter do Trabalho Sujo, ao mesmo tempo que vive um processo de abandono do Twitter, Instagram e Facebook, redes sociais que ele enxerga e detecta com cada vez menos relevância jornalística. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Tenso é uma série de encontros, conversas e reflexões entre a Urubu e aqueles que não coincidem perfeitamente com o seu tempo.

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O próximo vídeo é sobre jornalismo.

Rakta sem parar

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Mesmo durante a quarentena, a dupla Rakta, formada por Carla Boregas e Paula Rebellato, que agora conta com Maurício Takara como terceiro integrante, não fica parada elança música e clipe novos. O clipe da faixa-título de seu disco mais recente foi lançado no fim do mês passado e traz toda atmosfera tensa feminina, mística e aterradora do grupo, capturada com estilo pela diretora mexicana Michelle Garza Cervera.

Já o épico ambient “Rubro Êxtase”, com mais de dez minutos, foi lançado na semana passada para download pago, mas só agora elas abriram para a audição.

Vão bem, como sempre.

Haim sem frescura

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O diretor norte-americano Paul Thomas Anderson assume a direção de mais um clipe das irmãs Haim, desta vez colocando a vocalista Danielle sozinha para cantar enquanto trabalha no balcão do Canter’s Deli, em Los Angeles. A bela e crua versão para a ótima “Man From the Magazine” coloca o grupo cada vez mais como um trio de musas de um cultura norte-americana que segue intacta, como se ainda fossem os anos 50 ou anos 80, dentro do caos político social dos EUA nestes últimos anos, tornando-se um Normal Rockwell deste século a partir das canções das três.

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Há seis anos sem dirigir nenhum filme (apenas produzindo sériados foda como House of Cards, Mindhunter e Love Sex and Robots), David Fincher apresenta, de uma hora pra outra, o trailer de seu novo filme. Mank, cujo roteiro foi escrito pelo falecido pai de Fincher, Jack, conta a história de Herman J. Mankiewicz, o roteirista original do filme Cidadão Kane, de Orson Welles, e a conturbada relação entre os dois à medida em que o hoje clássico estava sendo realizado. Filmado todo em preto e branco e com ninguém menos que o mutante Gary Oldman no papel-título, o filme estreia em alguns cinemas em novembro para chegar ao Netflix no dia 4 de dezembro. Eis o primeiro trailer:

Na paralela, Aaron Sorkin, autor do roteiro de A Rede Social, sobre a ascensão do Facebook, contou, em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, disse que topa escrever uma continuação sobre o filme de 2010 se seu diretor original, o próprio David Fincer, topar dirigir, contando “como o Facebook está derrubando a democracia”… Imagina o estrago…

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Prestes a lançar a nova versão para o clássico de David Bowie de 1970 The Man Who Sold the World, que agora ressurge com sua capa e título originais, o produtor inglês Tony Visconti mostra a nova cara da antiga faixa-título, uma vez que o álbum será relançado em novembro como Metrobolist, em referência ao clássico filme de Fritz Lang.