Lana Del Rey publicou um teaser para seu próximo disco, prometido desde o ano passado, e anuncia novo single e a data de lançamento no próximo dia 11 de janeiro.
E como ela anda numa fase boa…
Maior prazer em receber o mestre Calbuque, o pai do jornalismo dub, na edição desta semana do Jornalismo-Arte e ele recupera sua trajetória desde as primeiras vezes em que começou a procurar saber mais sobre música e, mesmo com formação acadêmica indo para o lado da biologia, como isso o levou para o jornalismo, onde começou a reinvenção da linguagem ao comandar o Rio Fanzine ao lado de Tom Leão, com a benção de Ana Maria Bahiana, inspirando novos jornalistas em todo o país. Ele também fala de sua aproximação com as picapes e seus projetos para além do jornalão, tanto na curadoria musical quanto na internet.
Imagine um ano em que nenhum filme blockbuster é lançado. Assim foi 2020 que, tirando o insistente Tenet de Christopher Nolan, nenhum outro grande filme comercial foi lançado, uma vez que os grandes filmes – e séries – fugiram da pompa industrial característica dos primeiros vinte anos da indústria cinematográfica neste século. E como eu mal conseguir ver filmes deste ano, muito menos fazer uma lista, deixei essa tarefa na mão do André Graciotti – e dissecamos esse estranho e frutífero ano para a sétima arte.
Eis a lista:
11 – Papicha
10 – First Cow
9 – Never Rarely Sometimes Always
8 – A Assistente
7 – Swallow
6 – Little Women
5 – O Homem Invisível
4 – Sound of Metal
3 – His House
2 – O Farol
1 – Retrato de Uma Jovem em Chamas
O projeto Darkside, que reúne os produtores Nicolás Jaar e Dave Harrington e fez um dos melhores discos da década passada (Psychic, de tirar o fôlego), sai de suas férias não-anunciadas e ressurge com o single “Liberty Bell”, que prenuncia um novo disco, chamado Spiral, para o primeiro semestre do ano que vem, pela gravadora Matador. E o novo single não apenas os aproxima para mais perto das canções, como tem um delicioso toque latino no final da música que dá toda um ar novo ao som da dupla.
Não custa lembrar que Jaar já lançou três discos só em 2020: dois com seu próprio nome (o introspectivo Cenizas e o multimídia Telas), além de uma segunda compilação para seus singles assinados como Against All Logic.
Último programa do ano e eu e Pablo Miyazawa resolvemos voltar para trás e recapitular o impacto deste 2020 em nossas vidas: o que aprendemos? Como podemos melhorar? Que lições tiramos deste ano bizarro? Qual a expectativa em relação ao ano que vem por aí? E será que algum de nossos espectadores completou o bingo da quarentena?
O cantor e compositor inglês James Blake dedica-se à sua faceta como intérprete, que exerceu em diversos momentos desta quarentena, apresentando o EP Covers, que traz versões para Billie Eilish (“When the Party’s Over”), Stevie Wonder (“Never Dreamed You’d Leave in Summer”), Joy Division (“Atmosphere”), Frank Ocean (“Godspeed”) e Roberta Flack (“The First Time Ever I Saw Your Face”), além de uma versão para “When We’re Older”, da trilha sonora do filme Black is King, que Beyoncé lençou no meio deste ano e que Blake batizou de “Otherside”.
Coisa fina.
Kieran Hebden, o gênio inglês da eletrônica que todos conhecemos pelo apelido de Four Tet, revelou, em sua conta no Instagram, que está finalizando um disco ao lado de seu compadre Madlib, um dos principais produtores de hip hop de todos os tempos. abriu os trabalhos de seu próximo álbum, Sound Ancestors, em parceria com o compadre inglês, deve ser lançado em janeiro pelo selo do próprio produtor norte-americano e os trabalhos foram abertos com esta deliciosa “Road of the Lonely Ones”:
Que belezura.
Instigado por um comentário de um espectador, eu e Polly Sjobon explicamos a forma como organizamos nossas coleções e nossos mergulhos culturais, cada um à sua maneira: ela, arquiteta de formação, supermetódica e eu, jornalista por vocação, completamente caótico. E explicamos melhor porque nos organizamos desta forma e como isso ajuda inclusive a melhorar essa nossa capacidade de fruição no último Polimatias de 2020.
Vamos falar de quadrinhos? Juntei a necessidade de ampliar as pautas do Bom Saber, meu programa semanal de entrevistas, com a vontade de voltar a conversar com um velho amigo e convidei o jovem Ramon Vitral para falar tanto sobre sua trajetória como referência crítica brasileira nas HQs quanto para comentar a excelente fase que ele vem atravessando, tanto do ponto de vista criativo quanto do ponto de vista do mercado editorial – ele que é fruto justamente desta mudança que vem acontecido com o meio nos últimos vinte anos. E, claro, pedi para que ele desse algumas dicas pra quem quiser se inteirar mais sobre as novidades desta arte atualmente.
O diretor neozelandês Peter Jackson cumpre a promessa que fez quando anunciou o documentário Get Back, sobre a última gravação que os Beatles fizeram juntos, que gerou o infame e tenso filme Let it Be, e mostra John, Paul, George e Ringo se divertindo pacas enquanto gravam o que seria o disco Get Back, nas primeiras cenas que ele apresenta de seu filme, que estreará no ano que vem.
E além dessas cores e definições maravilhosas, é tão bom ver os Beatles se divertindo… Eu chorei duas vezes.









