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Em mais uma sessão do Aparelho, eu, Vlad e Tomate atravessamos ideias tão erradas quanto um cruzeiro de bandas de rock brasileiro do século passado, a possibilidade do presidente ser o emissário de paz no conflito da Ucrânia, a tradição pirata no trabalho dos Rolling Stones e de Bob Dylan, nosso excesso de prudência, a verdadeira importância da Semana de 22 e a falta que faz um sindicato da ganja.

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Na edição desta semana do meu programa sobre música brasileira, converso com um dos pilares do pós-punk paulistano, o multiinstrumentista Thomas Pappon que, a partir da Inglaterra, onde mora há mais de duas décadas, voltar no tempo e lembrar suas histórias com bandas clássicas como Voluntários da Pátria, Smack, Fellini, 3 Hombres e The Gilbertos, também falando sobre sua carreira paralela como jornalista e como ela acabou moldando parte de seus rumos musicais. E ele ainda traz notícias sobre duas de suas antigas bandas, que lançarão novidades em 2022.

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Tupi or not tupi…? Nesses cem anos da Semana de 22, o Artemagia, programa apresentado e produzido pela dupla Lucas Surjus e Bruna Malta, contextualiza o cenário e as implicações do modernismo brasileiro, fazendo um breve panorama cultural do último século. Investigando o espírito do Brasil e da brasilidade, nesse ano tão cheio de dois, revela-se um país constituído por dualidades estéticas e econômicas que talvez decifrem o naz1smo tropical.

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NTS: Ad lib

Mais um programa sobre música com meus compadres Luiz Pattoli e Danilo Cabral falamos sobre música às vésperas de mais uma edição das Noites Trabalho Sujo (que faremos na próxima quarta, dia 9 de fevereiro – mais informações aqui) e dedicamos mais uma edição de improviso – e falamos sobre a passagem de Elza Soares, sobrte as mortes de Elis Regina e Nara Leão, do marco alemão do Michael Jackson, do filme dos Beatles no cinema, C. Tangana, Manu Chao, FBC, o encontro dos Beatles com Elvis, Ronnie Spector, Yoún, relançamentos em vinil e outros assuntos que pintaram na telha enquanto estávamos gravando.

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Nesta semana converso com a poeta e performer Jeanne Callegari, uma das fundadoras do evento Macrofonia, que mistura poesia, ruído, performance e outras disciplinas em apresentações ao vivo que, por conta da pandemia, acabaram por ser deixadas de lado, para a criação de um festival realizado online e gravado na Biblioteca Mário de Andrade. O evento deve voltar às apresentações ao vivo em 2022, mas um dos planos é o lançamento de uma publicação para discutir esta interdisciplinaridade de seu trabalho. Ela também lançou seu terceiro livro de poemas, Amor Eterno 2, neste mesmo período.

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No primeiro Cine Ensaio de 2022, eu e André Graciotti recapitulamos o ano anterior escolhendo nossos filmes e séries favoritos do período – e como não consegui acompanhar muitas novidades, deixei pro André falar melhor de suas escolhas, comentando alguns filmes e seriados que consegui assistir em 2021.

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Começamos falando de velho oeste, mas logo descambamos para a política, em mais uma sessão do Aparelho em que eu, Vlad e Tomate lamentamos a cara de pau de muitos que achavam que era tranquilo tirar uma presidenta eleita para abrir caminho para o elenco mais torpe do pior filme de terror do mundo. Inevitavelmente chegamos ao Iron Maiden quando perguntamos: quais integrantes da banda de metal apoiariam a Lava-Jato?

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O primeiro programa de 2022 também é uma oportunidade para que eu e Pablo Miyazawa discorramos sobre a natureza do Altos Massa, à medida em que começamos a vislumbrar um futuro sem a pandemia – trazendo séries para a primeira pauta do ano. Mas antes de traçar os novos rumos do programa e puxar outros assuntos também discutimos o que fizemos até aqui e isso nos fez cair na discussão sobre a essa lógica do coach, que faz as pessoas acreditarem que precisam pagar para ter esse tipo de incentivo pessoal.

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O disco de estreia das Crime Caqui está chegando e nesta sexta elas soltam mais um single, que pode ser ouvido em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. “‘Feito pra Durar’ é uma música que dói porque nos identificamos com o sentimento humano de que nada dura para sempre”, explica a baterista Fernanda Fontolan sobre a música composta pela vocalista Yolanda Oliveira. “Percebemos como nos tempos atuais os amores líquidos têm predominado os afetos, a vontade de querer se entregar porém com o medo de se prender a um território a ser compartilhado e não mais inteiramente seu.” A canção vai de encontro às primeiras músicas da banda sorocabana e, mesmo com as guitarras marcantes, vai criando um clima etéreo que culmina com o synth tocado por May Manão, que deixa a guitarra de lado nesta música. “Tem vezes que a gente já sabe que uma coisa não vai durar”, continua Yolanda. “Ainda assim, acontece uma saudade estranha de como tudo poderia ter sido mesmo sem ter sido; o afeto às vezes é muito contraditório, você se apaixona mas não quer se machucar, você se envolve com uma pessoa e não consegue ficar vulnerável, porque dá medo”. E pergunta: “O que dói mais, ficar ou ir embora?” A faixa, produzida pela mesma Mônica Agena que assina a produção do álbum tem cara de faixa de abertura de disco – e deixa aquele gostinho de quero mais. Ouça abaixo.

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No Bom Saber desta semana o papo é com a socióloga e filósofa pernambucana Jéssica Petit, que tem usado sua conta no Instagram para ampliar a conversa sobre a filosofia nos dias de hoje, quando discussões raciais, de classe, de gênero e até mesmo sobre a vida acadêmica se sobrepõem umas às outras causando esta sensação de estagnação, ampliada ainda mais pela situação pandêmica a qual estamos sendo submetidos há quase dois anos.

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