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(Foto: Thaysa Paulo/Divulgação)

A dupla fluminense Gorduratrans finalmente sai do casulo criativo que se meteu depois de lançar seu segundo álbum, Paroxismos, em 2017. “Demos uma pausa nas atividades da banda num período crítico pra nós, ali pelo final de 2018”, lembra o guitarrista e vocalista Felipe Aguiar. “Nossos outros trampos consumindo todo nosso tempo, desânimo, Luiz saindo da Baixada Fluminense até a Gávea, na zona sul, todo dia de manhã pra tentar terminar a faculdade. Começamos a compor algumas coisas ainda em 2019 e logo veio a pandemia. Também não tínhamos a infraestrutura pra produzir um trampo novo com a cara que queríamos e foi a soma dessas coisas todas que fez com que passasse tanto tempo até conseguirmos as condições ideais pra produzir e gravar nosso terceiro disco.”

A primeira amostra é “Enterro dos Ossos”, que traz a dupla, que é um dos melhores grupos de indie rock brasileiro atualmente, apontando para um caminho ainda mais tenso e dolorido que o que já percorria – com a inclusão de um novo adjetivo: pesado. “Essa música carrega muito a nossa essência, da linguagem e da nossa identidade sonora até aqui”, continua o guitarrista. “Achamos que ela seria um bom primeiro single por ter esse espírito jovem que sempre foi uma das assinaturas da banda, tem suas diferenças, como a temática, mas, ao mesmo tempo, dá pra visualizar muito do nosso primeiro disco ali.” Assista abaixo: Continue


(Foto: Bel Gandolfo/divulgação)

Uma felicidade encontrar todo o grupo Glue Trip na segunda segunda-feira da temporada que Zé Nigro está fazendo no Centro da Terra – exatamente na mesma semana em que a banda liderada pelo paraibano Lucas Moura começa a mostrar seu novo disco, Nada Tropical, que será lançado ainda neste semestre. Nigro foi o produtor do novo disco do grupo psicodélico, que depois de uma temporada urbana e eletrônica do disco Sea at Night, de 2018, retoma seu calor latino-americano em Nada Tropical, cujos trabalhos são abertos a partir desta quinta-feira quando o single “Lazy Dayz”, que foi arranjado por ninguém menos que Arthur Verocai, chega às plataformas digitais. O grupo antecipa a colaboração histórica em primeira mão aqui no Trabalho Sujo, ouça abaixo: Continue

Demoramos para gravar um novo programa e o Altos Massa desta vez contradiz o anterior, quando eu e Pablo Miyazawa falamos que íamos falar menos sobre o período pandêmico que atravessamos, para conversar mais sobre cultura de uma forma bem ampla. Mas a aparente normalidade que paira sobre 2022 nos fez voltar a esse tema interminável e voltamos a falar sobre vacinas, máscaras e protocolos numa época em que ninguém está mais preocupado com a pandemia do coronavírus, que ainda não terminou.

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Dodô caiu de paraquedas em São Paulo e não tivemos dúvida: ligamos a câmera pra gravar o primeiro DM presencial. E além de assuntar sobre o que raios ele veio fazer por aqui, também falamos sobre um possível esquecimento sobre a pandemia mesmo sem ela ter terminado, a explosão da população sem teto em São Paulo e seriados como Yellowjackets, Severance e Upload, além do filme dirigido pelo Lázaro Ramos, Medida Provisória.

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São questões de diferentes ordens que se cruzam em mais um encontro do Aparelho em que eu, Tomate e Vlad sincronizamos temas tão díspares quanto o modelo de negócios das comunicação digital, o futuro da ficção científica, a verdadeira história de “Pass the Doochie” e “Take a Toke”, a polêmica do sorvete no Twitter, os tortos paradigmas do jornalismo atual e a pura energia da música para dançar.

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A entrevistada da primeira edição de 2022 do meu programa sobre jornalismo é a editora-chefe do canal Arte1, emissora de TV voltada à cobertura de cultura sem que esta seja necessariamente pautada pela agenda de programação e que possa estimular a crítica e a sensibilidade do espectador. E a conversa com Gisele Kato inevitavelmente nos leva a conversar sobre a situação e os desafios do jornalismo cultural nestes tempos em que tanto o jornalismo quanto a cultura sofrem tanto.

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(Foto: Victor Caldas)

Conhecidos na cena musical paulistana por integrar o grupo Música de Selvagem e trabalhos com outros artistas, o trompetista Amílcar Rodrigues e o baterista Guilherme Marques reuniram forças e a experiência de quinze anos trabalhando com improviso livre num duo que mostra a cara pela primeira vez aqui no Trabalho Sujo, onde eles lançam em primeira mão o primeiro single do projeto chamado (i)miscível, que conta com a participação de Juçara Marçal na faixa “Experimento_14_17.17”. Assista abaixo: Continue

O papo do meu programa semanal de entrevistas é com a modelo Michi Provensi, que aproveitou seu período de reclusão para trabalhar em seu segundo livro, o primeiro de ficção. Enquanto sua estreia Preciso Rodar o Mundo contava suas memórias e os bastidores do mundo da moda sem glamour, Marinheira de Açude (já em pré-venda aqui) é um mergulho no oeste catarinense de sua infância, retratando uma região pouco registrada na cultura nacional, que por pouco não se chamou Faroeste Colono, em seu primeiro livro de contos. E ela aproveita para contar o que mais fez neste período de reclusão: da retomada dos patins a um casamento!

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Entre os desvios da terceira via e a loucura como método para conquistar corações e mentes, começamos mais uma sessão de jornalismo-fumaça quando eu, Emerson “Tomate” Gasperin e Vladimir Cunha embarcamos em mais uma autópsia dessa bad trip que atravessamos enfileirando o Foo Fighters brasileiro, Tiririca, Planet Hemp, Milli Vanilli, Creed, Terence Trent D’Arby, Yanni, os princípios da história do DJ, a importância de Camilo Rocha pra música eletrônica brasileira e a busca por um Jean-Michel Jarre tupiniquim, o que nos levou a cogitar um festival de música do Aparelho, com “Walk of Life” tocada por Lenny Kravitz com o teclado do Polegar, com direção musical de Bozo Barretti. Além de nos lembrarmos da Demusa. Ah, a Demusa…

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O papo desta semana no meu programa sobre música brasileira é com a vocalista do grupo Metrô, Virginie Boutaud, que, mesmo morando na França, mantém fortes conexões com o Brasil. Além de lembrar de sua infância e formação musical, sobre como uma banda de rock progressivo se tornou uma das maiores bandas de música pop do país e os trabalhos que ela tem feito atualmente ao lado de nomes como Arrigo Barnabé, Fernanda Takai, Edgard Scandurra, entre outros (conheça estes projetos aqui).

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