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A impressão que eu tenho é que se deixassem esse moleque tocar a própria carreira as coisas seriam mais interessantes… ou não?

…matando quem inventou a viagem no tempo!


Lulina – “Nós”


Grizzly Bear e Victoria Legrand – “Slow Life”


Lenny Kravitz – “Let Love Rule (Justice Remix)”


Xx – “Islands”


Jumbo Elektro – “Rachel”

Boa entrevista feita com o mestre Gainsbourg em 73, em que ele não apenas abre sua casa como fala de seu início de carreira como pintor e ainda dá uma palhinha de suas músicas. O único problema – pra quem, como eu, não fala francês – é que os capítulos finais não vem com legenda…

Uma mensagem de Sarah Silverman:

A Kátia linkou esse vídeo em que a vocalista do Cansei de Ser Sexy fala de suas novidades para a Bárbara do My Cool.

O Coquetel Molotov desse ano teve a manha não só de reunir Milton Nascimento e Lô Borges como fazê-los revisitar o clássico Clube da Esquina, um dos discos mais importantes do pop brasileiro (aquilo ali não é só MPB, me desculpem). E o site Hominis Canidae descolou o áudio do show pra download. Muito bom.

O Bruno conversou com os caras do Franz sobre a apresentação no Brasil e – de novo – insistiu na comparação histórico show que o grupo fez no Brasil em fevereiro de 2006, no Circo Voador. E resenhou o show de São Paulo esse ano aqui.

Historie de Melody Nelson é o principal feito musical de Serge Gainsbourg. Se “Je T’Aime…” o transformou em uma personalidade global, o disco que tornou-se culto lapidava esta personalidade à minúcia, num auto-retrato pop feito por um ex-pintor que abandonou as telas por considerar-se apenas bom. Mellody Nelson conta a saga da personagem-título, uma adolescente inglesa que, andando de bicicleta, quase é atropelada pelo narrador francês do disco, o próprio Serge, que vinha dirigindo seu Rolls Royce prateado. A saga medieval da princesa salva pelo príncipe encantado vem para um século 20 em que tribos indígenas e aviões a jato convivem lado a lado (e culminam com o trágico fim do disco, em “Cargo Culte”) e Serge Gainsbourg molda sua personalidade pública para a segunda metade de sua vida. Recém passado dos 40 anos e com uma modelo de vinte e poucos a tiracolo, ele assume o papel de velho pervertido desde o tom de sua voz, cada vez menos cantado e mais falado, sussurrado, enquanto culmina a parceria com o maestro e arranjador Jean-Claude Vannier em um disco com menos de meia hora de duração e em que cordas derretidas misturam-se com baixo funky e guitarra psicodélica, funcionando como um pano de fundo quase surrealista para os gemidos de Jane e as baforadas de Serge. E é incrível descobrir que quase todas as faixas do disco renderam um especial de televisão.


Serge Gainsbourg – “Melody”


Serge Gainsbourg & Jane Birkin – “Ballade de Melody Nelson”


Serge Gainsbourg & Jane Birkin – “Valse de Melody”


Serge Gainsbourg & Jane Birkin – “L’hôtel particulier”


Serge Gainsbourg & Jane Birkin – “En Melody”


Serge Gainsbourg & Jane Birkin – “Cargo Culte”

A Chris DeWolff entrevistou o Kapranos na madrugada depois do show de quarta.