
Alguém no Dangerous Minds encontrou no YouTube uma cena de um programa de TV dos anos 50 daqueles em que vários adolescentes dançam sem parar – só que sem som. E resolveu colocar toda aquela juventude para dançar Velvet Underground, Buzzcocks, Outkast e Cure, entre outras pérolas de décadas seguintes. O resultado – e a lista das músicas usadas – segue abaixo.


Todo um gênero musical contido em uma linha de baixo de um programa de TV…

2003 também foi a última vez que Ricky Gervais viveu seu papel mais clássico e responsável por colocá-lo no mapa da comédia mundial – o insuportável David Brent, o chefe do The Office inglês. No especial Comic Relief da BBC, o ator reviveu o infame personagem – que só deu as caras em curtas aparições na versão americana do seriado original, sempre contracenando com Steve Carell. Em sua reaparição, ficamos sabendo o que aconteceu com o personagem nos últimos dez anos e o que ele anda fazendo ultimamente… Veja abaixo:



O designer Neale Irwin, da Machromatics, levou a tarefa a um outro patamar e criou o jogo de fato.

Embaixo seguem mais imagens do jogo, que ainda é só um protótipo:
Uma piada pesada para esse tempo de mudança de papas.

O bom do humor é que ele pode fingir falar de algo verdadeiro fazendo aquilo parecer mentira só pelo fato de estar transformando algum assunto em motivo de riso.

Outro dia eu postei uma paródia que transformava a série de Vince Gilligan num seriado dos anos 90. Agora veja o que acontece apenas com o acréscimo da claque.
Isso me lembra que tenho de escrever sobre a quantas anda a nova temporada da série, que encerra sua existência.

E por falar no Justin Timberlake no programa do Jimmy Fallon, que tal esse quadro que juntou o cantor, o apresentador ao ator Steve Carell?

O New York Times publicou um perfil com Jerry Seinfeld no fim do ano passado em que ele explica como se vê profissionalmente, mais como um atleta do que como um artista:
Estamos acostumados ao clichê do comediante visto como um palhaço triste: uma alma torturada num palco mal iluminado, curando feridas psicológicas à espera de aprovação. Quando o público grita “eu te amo” para Seinfeld, ele gosta de responder: “Eu também te amo e esse é o meu tipo favorito de relação íntima”. Ele me disse: “Este é o barato deste tipo de humor. É o melhor jeito em que funciono”. Ele se parece mais com um atleta exigente que um artista torturado. Ele se compara a jogadores de beisebol – que colocam efeito na bola logo que ela sai de seus dedos, deixando sua média alta – e a surfistas: “Para que eles fazem aquilo? É apenas puro. Você está só. A onda é muito maior e mais forte que você. Você sempre está em desvantagem. Você sempre pode ser esmagado. E ainda assim você aceita isso e transforma isso em uma pequena forma de arte sem sentido.” E diz: “Eu não estou preenchendo um vazio emocional em mim. Estou jogando um jogo bem difícil e se você gosta de ver alguém bom num jogo difícil, é isso que eu faço”.
E, de quebra, pediu para ele explicar, em vídeo, a mecânica de uma piada, abaixo: