A TVE gaúcha fez um especial em quatro partes sobre a cena que surgiu ao redor do Estúdio Vórtex, em Porto Alegre, e deu origem à cena gaúcha dos anos 80, entrevistando nomes como Wander Wildner, Frank Jorge, Carlos Gerbase, Humberto Gessinger, entre outros. Material importante num país que não registra suas cenas regionais nem seu passado musical, com várias imagens de época.
Dica do Mini.
E por falar na nova temporada de True Detective (estão gostando? Demora pra pegar, mas vai bem…), o site do Creators Project conversou com o Raoul Marks, designer australiano que criou a abertura da primeira temporada e ganhou um Emmy sem ter saído de seu pequeno escritório em Sidney, sobre a variação das colagens em câmera lenta para a nova temporada da série:
“The more gloomy monotone vibes of the first season weren’t going to work… We needed some brighter turquoise and reds. We relied heavily on still photography for a lot of the locations and textural elements in the sequence. In fact, the majority of imagery comes from still images. So a large part of production was bringing the photography to life. It needed to reflect our new setting of fictional Vinci, California, and feel like a lucid dream—unsettling and full of Californian heat. The goal was to be recognizable, but also to take a new angle on the iconic aesthetic of California. We were lucky enough to have been given a whole bunch of work by photographer David Maisel. He has some beautiful photographs that we referenced: high contrast black-and-white imagery of all the snaking freeways in Los Angeles, wider California and the Lake District, and also abstract aerial photography.”
Dá pra ler a entrevista inteira aqui.
Fora da segunda temporada de True Detective, o diretor Cary Joji Fukunaga foi fundamental para consagrar o seriado como um marco da TV nesta década. E o tumblr A Tea and a Movie reuniu as referências visuais do diretor – que incluem clássicos do cinema policial como Se7en e O Silêncio dos Inocentes (e um improvável Tarkovsky!) – numa tag de seu site e também no vídeo abaixo:
O John Belushi dos anos 90 tem sua biografia revista no documentário I Am Chris Farley, que deve estrear em vídeo on demand, nos EUA, no último dia deste mês. O filme conversou com vários amigos e contemporâneos de Chris, que morreu em 1997 numa overdose de drogas, como Adam Sandler, David Spade, Bob Odenkirk, Christina Applegate, Dan Aykroyd, Lorne Michaels, Mike Myers, entre outros.
Maiores informações no site oficial do filme.
O Bixiga 70 participou do Ensaio da TV Cultura na semana passada e no vídeo abaixo, o broder Maurício Fleury explica a mítica por trás do quartel-general do “tenteto”, o estúdio Traquitana.
Pude ver os três primeiros episódios da segunda temporada de True Detective, que estreia hoje, simultaneamente aos EUA, na HBO, e escrevi, quase sem spoilers, sobre a nova cara da série lá no meu blog do UOL. Mas já adianto que se a série não supera o original de cara, faz boas escolhas e instiga pelos próximos episódios.
E segue firme o ritmo de reencontro do Oasis, as paralelas Liam e Noel inevitavelmente começam a se convergir para um cruzamento num horizonte próximo. Dessa vez foi Liam Gallagher quem juntou-se a dois ex-integrantes de sua banda pra tocar “My Generation” com o Roger Daltrey numa homenagem ao aniversário de vinte anos do programa TFI Friday. No mesmo dia teve Blur tocando “Coffee & TV” – postei os vídeos lá no meu blog do UOL.
Faltam menos de dez dias para começarmos a mergulhar na segunda temporada de True Detective, oito episódios em que Nic Pizzolatto mais uma vez tentará jogar uma nova luz sobre a narrativa policial. Desta vez o cenário é Los Angeles e outro cadáver dá início ao encontro entre três policiais diferentes e um fora da lei em ascensão. A HBO soltou mais teasers na reta final, além destes pôsters sem rosto dos quatro protagonistas (caso você ainda não saiba: Colin Farrell, Vince Vaughn, Rachel McAdams e Taylor Kitsch) espalhados pelo post:
As primeiras resenhas sobre os primeiros episódios já começaram a sair e misturam a empolgação dos primeiros episódios da primeira temporada (“finge-se ser barato, mas é um exercício de gênero fundido ao existencialismo”, disse a Esquire) a um inevitável ceticismo após um início surpreendente (“parece um Michal Mann menor esticado para o formato episódico”, disse o blog Vulture). Mas o principal desafio de Pizzolatto é conseguir conquistar o público com personagens, cenários e climas completamente novos, esquecendo tudo que conseguiu fazer na primeira temporada.
Tudo? Só saberemos a partir do dia 21.
E a repórter em pânico!
Vi no Boing Boing.
Meu comentarista político favorito, Bob Fernandes, sempre preciso:











