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Um dos nomes mais influentes da TV brasileira, Dennis Carvalho morreu neste sábado, no Rio de Janeiro. Paulistano da Mooca, começou a trabalhar como dublador e ator ainda em São Paulo, até ser contratado pela Globo no final dos anos 60, quando, depois de atuar em várias novelas, começou a dirigi-las. Foi neste cargo que entrou para a história, ao tornar-se o principal parceiro do autor Gilberto Braga, com quem trabalhou junto em clássicos da telinha como Dancin’ Days (1978), Brilhante (1981), Vale Tudo (1988), O Dono do Mundo (1991), Anos Rebeldes (1992) e Celebridade (2003), entre outras. Seu último trabalho antes da morte foi a direção do programa Show 60 Anos, que comemorava o aniversário da emissora. Só isso dá uma ideia da importância que o diretor tinha para a empresa.

O programa Metrópolis da TV Cultura pegou o gancho do ótimo Mapa da Música Autoral de São Paulo feito por Alexandre Bazzan e Isabella Pontes, da banda Schlop, para fazer uma matéria sobre a nova cena independente de São Paulo – e além de conversar com Isabella e com algumas bandas também falou comigo e com o Arthur sobre o nosso festival Chama. Assista abaixo (a matéria começa no meio do terceiro minuto do programa): Continue

O R.E.M. é outra ex-banda que está só ciscando repercussão pra ver se vale a pena voltar aos palcos e dessa vez seu vocalista Michael Stipe voltou aos Simpsons depois de um quarto de século (quando participou do episódio Homer the Moe, em 2001) para cantar uma versão de sua baladaça “Everybody Hurts”. Depois de cruzar a barreira dos 800 episódios, o desenho animado encerrou sua 37ª (!) temporada com um desenho chamado Homer? A Cracker Bro? em que o pai da família amarela se une com o pai de Milhouse, Kirk Van Houten, para criar uma empresa de bolachas que não soltam farelos e o sucesso da empresa acaba por deixar o sócio de Homer deprimido. É aí que surge o próprio vocalista do R.E.M. Michael Stipe cantando uma paródia de sua música original com trocadilhos infames como “at night you snack alone”, “don’t let yourself choke just because your mouth is dry” e “Everybody Kirk’s, crumb times”. Volta, R.E.M.!

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Morreu o protagonista de uma das séries mais populares dos anos 90, que nunca mais teve o sucesso inicial mas marcou uma geração inteira com dramas emocionais, dores de crescimento e trilha indie no limite do emo.

A Apple TV acaba de confirmar que a nova temporada de Ted Lasso estreia no meio deste ano – sem precisar data, só assinalando o verão do hemisfério norte como período de lançamento da quarta temporada do ótimo seriado estrelado por Jason Sudeikis. Repetindo boa parte do elenco clássico das primeiras temporadas, a série traz novidades ao buscar Ted de volta para a Inglaterra para treinar um time de futebol feminino da segunda divisão, contando com novos personagens em cena – uma assistente técnica, vivida por Tanya Reynolds, e seu filho Henry, vivido por Grant Feely, apresentados nas quatro imagens de divulgação reveladas pelo canal. A série está terminando as gravações dos novos episódios e fica a expectativa de que mais uma temporada de um seriado que havia encerrado tão dignamente possa tirar uma das melhores comédias da década do topo do ranking do gênero na TV.

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E vocês viram que teve Tim Maia no Grammy? Não, o síndico não ganhou nenhum troféu na cerimônia que aconteceu domingo passados em Los Angeles, mas repara na música que toca quando é anunciado o vencedor do prêmio de melhor trilha sonora? É isso aí, “Descobridor dos Sete Mares”, top 1 em qualquer festa de ~brasilidades~ por aqui marcou sua presença na premiação da indústria fotográfica dos EUA. Demorou pra descobrirem o Síndico, né?

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Morre um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira e o galvanizador do imaginário da zona sul carioca que perdura até hoje.

Vamos começar o ano com os Mutantes tocando “A Day in the Life”? Desenterraram essa joia da segunda edição do programa Jovem Urgente, produzido pela TV Cultura em 1969, com o clássico grupo paulistano relendo a magnus opus dos Beatles ao vivo em frente às câmeras, com direito a Arnaldo e Sérgio dividindo os vocais de John e Paul, respectivamente, enquanto Rita solta o ad lib da flauta doce. E é muito bom quando o Arnaldo se empolga no teclado no interlúdio de McCartney cantado pelo irmão. Cortesia do @beatnick_95. Feliz 2026!

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Isiah Whitlock Jr. morreu no última segunda-feira do ano e embora não seja um nome conhecido da maioria das pessoas, interpretou o Senador Clayton, um dos personagens mais carismáticos (e autor de um bordão impecável) da série The Wire, uma das melhores de todos os tempos, que lhe garantiu papéis em produções posteriores diferentes como nas séries Veep, Lei e Ordem, O Nevoeiro, Atlanta e Assassinato na Casa Branca, além de seguir sua parceria com Spike Lee, com quem fez cinco filmes desde 2002 (A Última Noite, Elas Me Odeiam Mas Me Querem, Chi-Raq, Infiltrado na Klan e Destacamento Blood)

St. Vincent foi chamada pelo Stephen Colbert para inaugurar uma nova sessão no programa Late Show que ele apresenta, chamada Under the Covers e dedicada a versões alheias – e ela tirou da cartola um das canções mais difíceis do David Bowie de se cantar, a irresistível “Young Americans”. E tirou onda…

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