“I’ll be watching you…”
Melhor coisa que esse Jimmy Fallon fez foi arrumar esse talk show, viu…
Muito boa essa história.
Grande Guilherme Arantes, bem melhor que o Elton John.
Rita Lee, senhoras e senhores.
O pianista virtuoso Glenn Gould parou de fazer apresentações ao vivo nos anos 60 pois percebeu como a música gravada poderia ampliar as possibilidades do intérprete, do compositor e também do ouvinte, como conta no início do programa Telescope, da emissora canadense CBC:
“Eu tenho a sensação que o resultado final de todos os nossos trabalhos não será uma espécie de produto autocrático finalizado como fazemos hoje com relativa facilidade, com a ajuda da edição que fazemos ou que engenheiros fazem pra gente, e sim um formação um pouco mais democrática. Acho que iremos fazer kits e enviaremos esses kits para os ouvintes, talvez para os espectadores, à medida em que o videotape entrar na conversa, e acredito que irá entrar, e falaremos: ‘façam vocês mesmos, peguem os componentes reunidos e façam com eles algo que apreciem de verdade. Se não gostarem do resultado da primeira vez, o façam de novo. Seja seu próprio editor – e de uma certa forma, seu próprio artista.”
Ele não podia imaginar como estaria certo.
O Newsrama descolou essa entrevista do velho bardo ainda em seus anos dourados, em 1979, e cogitou essa hipótese:
O pior é que parece mesmo… A dica foi do Dotta.
De chorar esse documentário. Dica do Brancatelli.
Pare o que está fazendo e assista isso:
Sacou?
Não? Pois então…
É um programa de TV. De verdade. “Para pessoas que gostam de fazer tudo ao mesmo tempo!”. John Kilduff pinta quadros ao mesmo tempo em que anda em uma esteira de ginástica e tenta fazer outra uma terceira coisa diferente por programa (fazer a barba, fazer sushi, fazer drinks, por exemplo). Não bastasse tudo isso, ele às vezes faz o programa ao vivo e responde a ligações de telespectadores enquanto faz tudo isso. Let’s Paint TV é um programa ao vivo, existe desde 2002 e é transmitido até até hoje pela TV pública de Los Angeles.
Mas é arte? Ou é só coisa de americano?
Pacolli que veio com essa, tem mais vídeos desse maluco aí embaixo:
E o Silvano comentou sobre o trabalho que a filha de Terry Gilliam, Holly, está fazendo – organizando os arquivos do trabalho do pai, desde o tempo em que ele era o único americano do Monty Python até se tornar um dos diretores mais peculiares do final do século vinte. E o mais legal é que ela vem relatando a pesquisa num blog que acabou de criar apenas para isso.









