Com uma folha de papel sulfite e um estilete, o artista inglês Marc Hagan-Guirey – também conhecido como Paper Dandy – faz miséria e consegue transformar a folha no que ele quiser. E o que ele quis dessa vez foi recriar cenas de Guerra nas Estrelas usando apenas esses materiais básicos. Por isso organizou uma campanha no Kickstarter para conseguir realizar não apenas as obras, mas também uma exposição neste mês em Londres. O resultado é de cair o queixo…
Chet Faker espremeu sua “1998” só pra abrir um cantinho pra Banks sussurrar seu vocal nessa versão boa pra curtir no sossego…
Disco do Emicida a caminho, mais uma faixa nova liberada – desta vez é a manhosa “Mufete”, que mesmo com sua levada tranquila e temática leve, não tira a mão do leme que aponta a celebração africana do próximo disco do MC, que se chama Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, mas será lançado nos próximos dias. “Mufete” pode ser baixada no site do Natura Musical.
Essa semana ele libera outra faixa, na sexta-feira, “Passarinhos”, com Vanessa da Mata.
E a irresistível “Can’t You See“, a egotrip oitentista que inaugura a nova fase de Ryan DeRobertis – que deixa de ser oficialmente Saint Pepsi para assumir o alter ego de Skylar Spence a partir de setembro, quando lança seu disco Prom King – ganha seu próprio clipe.
Você já sabia que o Hot Chip, que toca no Brasil em novembro dentro da programação do Sónar São Paulo, estava tocando “Dancing in the Dark” do Bruce Springsteen em seus shows, mas durante o festival escocês T in the Park, que aconteceu no início do mês, o grupo inglês resolveu emendar a versão pro hit dos anos 80 com um hit mais recente, a excelente “All My Friends” do LCD Soundsystem, cantada pelo guitarrista Al Doyle.
O Passo Torto de Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Rômulo Fróes e Marcelo Cabral prepara mais uma vinda e disponibiliza o áudio de “Perder Esta Mulher” que exibe os vocais da convidada da vez – a veterana Ná Ozetti, que ajuda a traçar as origens da nova vanguarda paulistana com aquela de décadas atrás. Além de Ná, o disco deve contar com a participação do onipresente Thiago França, que deu as caras – ou melhor, as costas – na primeira imagem de divulgação do novo trabalho.
Uma versão de uma das músicas mais clássicas da primeira fase do Radiohead aparece em uma versão de 1989, tocada pela banda que Thom Yorke tinha antes de montar seu grupo atual, chamada Headless Chicken. As guitarras indie dance têm um eco shoegazer e a música está no dobro da velocidade com que foi consagrada, a partir da gravação do disco The Bends, mas vale ouvir nem só pela curiosidade, mas também como prova de que é uma boa canção.
Segue a experimentação da nova fase do produtor e músico Toro y Moi, que deixou as tardes ensolaradas e preguiçosas do disco que lançou no início do ano para flertar com a música noturna, o clima tenso e o novo hip hop, ampliando assim ainda mais a amplitude de sua atuação. Depois de três singles nessa direção, chega a hora de mais uma música, “Pitch Black” desta vez em parceria com o MC Rome Fortune. E mais uma vez, ilustrando esta nova fase, ele usa a imagem dessa menina (que ele havia tagueado como #samantha da última vez que o ouvimos) como símbolo da metamorfose pela qual tem passado.
Mais uma música do disco novo do Chemical Brothers, a hermética “EML Ritual” vem nos lembrar que Born in the Echoes aparece até o final deste mês – e com certeza algumas semanas antes ele vaza na internet.
A dupla carioca Letuce agora é um quinteto e aos poucos prepara o lançamento de seu terceiro disco, batizado de Estilhaça, com produção de João Brasil. A primeira faixa a aparecer é essa irresistível “Lugar para Dois”.









