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Single

JJ em 2015

jj2015

Depois do terceiro disco, lançado no ano passado e batizado de V, grupo sueco JJ volta a dar notícias este ano, com o lançamento do EP Death, com cinco faixas, entre elas essa gelada “Fuck It”.

lou2015

A passagem do Sebadoh pelo Brasil no ano passado pegou pesado na nostalgia elétrica dos adolescentes dos anos 90 e a banda entregou-se à sua faceta mais elétrica e juvenil – e pouco ouvimos uma das principais facetas de seu líder e fundador Lou Barlow, a de cancioneiro confessional. Nos anos 90, antes do Sebadoh chegar à sua formação definitiva (a que veio no Brasil), Lou usava a banda como desculpa para cantar canções de dor de cotovelo, sobre romances frustrados e a natureza de nossas relações, usando pouquíssimos recursos tecnológicos na gravação, justamente para enfatizar o lado mais cru e direto destas músicas. Essa estética – usada também pelo Pavement por motivos mais complexos e irônicos que os do Sebadoh – ficou conhecida como lo-fi e Barlow parece estar pronto para retornar em seu próximo disco solo, batizado de Brace The Wave, que deve ser lançado no mês que vem e nos recebe com a frágil, bela e chorosa “Moving”.

tameimpala-haim

As três Haim entraram total na onda do novo disco do Tame Impala, Currents, a ponto de recriar a confessional “‘Cause I’m a Man”. Fala Danielle, a guitarrista, sobre a versão, na página das irmãs no Facebook:

“Em 2009, eu estava no Japão tocando no Summer Sonic Festival com a Jenny Lewis como sua guitarrista. Num dia livre do festival nós tocamos num show paralelo no Astro Hall em Tóquio com uma banda da Austrália que eu nunca tinha ouvido falar chamada Tame Impala. Eu me lembro de estar na plateia sem entender direito como esse som MASSIVO estava saindo do palco com apenas quatro pessoas tocando. Era uma das melhores bandas que já tinha visto tocando ao vivo. Quando voltei pro meu hotel baixei o EP deles imediatamente – falei pras minhas irmãs também – e desde então nós assistimos aos seus shows incríveis por todo o mundo em vários festivais e amamos todos os discos. Entãããão não preciso dizer que quando nos chamaram pra fazer este remix nós topamos na hora!! Mas nós nunca fizemos um “remix” antes, por isso decidimos colocar nosso próprio jeito na música. Vai lá pegar o Currents se você não tiver pego ainda – você ficará de cara.”

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Com uma folha de papel sulfite e um estilete, o artista inglês Marc Hagan-Guirey – também conhecido como Paper Dandy – faz miséria e consegue transformar a folha no que ele quiser. E o que ele quis dessa vez foi recriar cenas de Guerra nas Estrelas usando apenas esses materiais básicos. Por isso organizou uma campanha no Kickstarter para conseguir realizar não apenas as obras, mas também uma exposição neste mês em Londres. O resultado é de cair o queixo…

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Chet Faker espremeu sua “1998” só pra abrir um cantinho pra Banks sussurrar seu vocal nessa versão boa pra curtir no sossego…

emicida2015

Disco do Emicida a caminho, mais uma faixa nova liberada – desta vez é a manhosa “Mufete”, que mesmo com sua levada tranquila e temática leve, não tira a mão do leme que aponta a celebração africana do próximo disco do MC, que se chama Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, mas será lançado nos próximos dias. “Mufete” pode ser baixada no site do Natura Musical.

Essa semana ele libera outra faixa, na sexta-feira, “Passarinhos”, com Vanessa da Mata.

skylar

E a irresistível “Can’t You See“, a egotrip oitentista que inaugura a nova fase de Ryan DeRobertis – que deixa de ser oficialmente Saint Pepsi para assumir o alter ego de Skylar Spence a partir de setembro, quando lança seu disco Prom King – ganha seu próprio clipe.

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Você já sabia que o Hot Chip, que toca no Brasil em novembro dentro da programação do Sónar São Paulo, estava tocando “Dancing in the Dark” do Bruce Springsteen em seus shows, mas durante o festival escocês T in the Park, que aconteceu no início do mês, o grupo inglês resolveu emendar a versão pro hit dos anos 80 com um hit mais recente, a excelente “All My Friends” do LCD Soundsystem, cantada pelo guitarrista Al Doyle.

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O Passo Torto de Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Rômulo Fróes e Marcelo Cabral prepara mais uma vinda e disponibiliza o áudio de “Perder Esta Mulher” que exibe os vocais da convidada da vez – a veterana Ná Ozetti, que ajuda a traçar as origens da nova vanguarda paulistana com aquela de décadas atrás. Além de Ná, o disco deve contar com a participação do onipresente Thiago França, que deu as caras – ou melhor, as costas – na primeira imagem de divulgação do novo trabalho.

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Uma versão de uma das músicas mais clássicas da primeira fase do Radiohead aparece em uma versão de 1989, tocada pela banda que Thom Yorke tinha antes de montar seu grupo atual, chamada Headless Chicken. As guitarras indie dance têm um eco shoegazer e a música está no dobro da velocidade com que foi consagrada, a partir da gravação do disco The Bends, mas vale ouvir nem só pela curiosidade, mas também como prova de que é uma boa canção.