
Começando bem o ano com o showzaço que Paola Ribeiro fez de seu disco Circus nessa sexta-feira no Sesc Av. Paulista. Acompanhada de uma bandaça formada por Kiko Dinucci (violão), Marcelo Cabral (contrabaixo acústico e efeitos), Podeserdesligado (eletrônicos e synth) e a dupla Rádio Diáspora (Rômulo Alexis nos sopros e Wagner Ramos na bateria), ela deixou sua voz exuberante percorrer limites extremos, do sussurro ao grito, do vocalise livre à canção, por vezes tocando um berimbau com arco de cello, enquanto hipnotizava o público com sua amplitude e intensidade vocal. Completamente livre no palco, ela teve momentos em que dividiu improvisos com cada um dos integrantes, cantou sozinha quase em silêncio ou entregava-se ao caos sonoro que os músicos explodiam quando, juntos, soavam como uma avalanche musical. Uma bom forma de começar um ano que já começou inquieto. Vamos lá!
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Ecos do Galaxie 500 e do Morphine se encontram no Cine Joia no próximo dia 9 de maio, quando a produtora Maraty, do André Barcinski, traz o vocalista da primeira banda, Dean Wareham, revisitando seu clássico grupo indie do final dos anos 80, e a banda Vapors of Morphine, formada pela cozinha da banda liderada pelo saudoso Mark Sandman, acompanhada por um novo vocalista. E segundo o próprio Barcinski, a companheira de Dean, Britta Phillips, que faz dupla com ele há décadas, inclusive nas últimas vindas ao Brasil, faz parte da banda de Dean que, como esperamos, será a atração que encerra a noite. Os ingressos já estão à venda.

E essa operação da PF pra prender cambista milionário dos próximos shows do Iron Maiden que foi batizada de Fear of the Pix? Convenhamos que eles pegaram leve com esse trocadilho e deixaram passar variações com o maior hit do grupo inglês.
PIX PIX PIX THE NUMBER OF THE BEAST
ou
THE NUMBER OF THE PIX
Mas dá pra pensar em inúmeros outros: Pix of Mind, Run to the Pix, The Pix of the Ancient Mariner, Running Pix, Wasted Pix… Qual mais?

O BTS confirmou sua vinda ao Brasil como parte de sua primeira turnê mundial em quatro anos. O fenômeno coreano passa pelo país em três datas em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31 de outubro, sem local nem dia de venda dos ingressos confirmados ainda (embora os fãs já estejam acampados em possíveis pontos de venda que também não foram anunciados). Num ano de copa e de eleição, vai ser interessaante quando o brasileiro médio descobrir o tamanho da massa nacional fissurada em k-pop e ninguém melhor que os Beatles do gênero pra ensinar isso pra gente. Se você achou que se falou muito do Oasis ano passado, se prepara…

No fim do ano passado, Courtneyzinha passeou por Berlim, Paris e Londres mostrando músicas novas só com a guitarra elétrica e comentando sobre o processo criativo do próximo disco, ainda sem título ou data de lançamento. Mas como ela acabou de compartilhar essa compilação de vídeos das três apresentações, pode ser que algo esteja vindo aí… Sabe como é, começo de ano…
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O festival Cecília Viva, que aconteceria no fim deste mês em Ilhabela, infelizmente não irá mais acontecer por questões entre a produção e o local onde o evento seria realizado. Uma pena, pois além de reunir um elenco de peso (misturando, entre outros. Rakta, Metá Metá, Bazuros e Azymuth) também mantinha vivo o nome da Associação Cecília Cultura e explorava possibilidades ao vivo para além das casas de show tradicionais de São Paulo.

No mesmo Artists for Aid em que Clairo se apresentou Chappell Roan e Lucy Dacus fizeram um dueto em que interpretaram juntas “The Book of Love” do Magnetic Fields. Bonito…
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Clairinho deu início ao seu 2026 neste sábado, quando participou do Artists for Aid, festival realizado em Los Angeles, nos EUA, para arrecadar fundos para a causa Palestina e do Sudão.
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Pois esse encontro aconteceu nessa sexta-feira, quando a Orquestra Sinfônica da Bahia apresentou o espetáculo Osbrega misturando canções eruditos e populares e fez esse inusitado encontro de “Berghain” da cantora catalã (parte cantada pela soprano Raquel Paulin) com “Cheia de Manias” (cantada por Juliana Linhares). E não é que ornou?
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Bad Bunny começou a perna sul-americana de sua turnê essa semana e já mostrou a que veio na primeira apresentação no Chile quando, nesta sexta-feira, no mesmo Estádio Nacional de Santiago que viu a ditadura chilena assassinar Victor Jara, pôs um de seus músicos para tocar uma versão instrumental para “El Derecho de Vivir en Paz” do próprio Jara. Emocionante — e dá o tom de sua vinda ao continente num momento crucial para nós.
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