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Show

4:20

Comentei que os Chromatics tinham feito a trilha para o desfile da coleção primavera/verão 2013 da Chanel desse ano e disse que ia voltar ao assunto. Pois segue abaixo o vídeo feito durante a apresentação, que teve, no repertório “Tick of the Clock”, “Lady”, a nova “I Want Your Love”, “Running Up That Hill” da Kate Bush e a faixa título de um dos melhores discos de 2012, “Kill for Love”.

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Ao vivo no JazzReggae Festival da UCLA do ano passado.

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Que show! Que disco!

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Hoje começa uma nova etapa pra aquele que já foi o melhor festival brasileiro. O Terra surgiu no vácuo deixado pelo Tim Festival e entre as primeiras edições na Vila dos Galpões lá no fim da Marginal Pinheiros e as mais recentes, no Playcenter, conseguiu estabelecer-se como o principal evento de shows pop no Brasil. O posto vem sendo lentamente ameaçado por três fatores: a bolha de novos festivais no Brasil (que junta um revigorado Rock in Rio com a grife do Lollapalooza e o novato SWU, entre outros), a ascensão dos shows de médio porte no Brasil e o próprio fato de, em sua edição mais recente, que trouxe os Strokes (com ingressos esgotados em menos de uma semana), o festival ter meio que batido no teto de possibilidades para um evento que se vangloriava do rótulo indie. À sua frente, uma encruzilhada – ou seguir buscando um recorte menos populista, sem nomes tão fortes e ganhando pela variedade, ou tentar sair do nicho e tentar trazer artistas ainda mais pop.

A escalação desse ano aposta nas duas opções, mas já queima a largada, de saída, ao perder uma de suas atrações mais fortes em termos de público, com a saída do Kasabian do evento. Ruim para os fãs da banda (não estou entre eles), melhor para aqueles milhares de trintões que esperam o festival para poder assistir sua banda favorita dos anos 90. Fora a primeira edição, todas as outras trouxeram medalhões da última década do século passado: Breeders e Jesus & Mary Chain em 2008, Sonic Youth e Primal Scream em 2009, Pavement e Smashing Pumpkins em 2010 e Strokes e a banda de um dos Gallaghers (ainda existe?) no ano passado. Este ano, Suede e Garbage surgem para seguir a tradição e a saida Kasabian acabou dando mais tempo para as bandas do palco principal. O Suede foi o mais beneficiado, pois deixou de tocar às 17h para começar às 18h30. A banda de Brett Anderson não é propriamente uma atração para se ver com o por do sol.

E assim ficaram os horários dos shows deste sábado:

Palco Indie

13h – Far from Alaska às 13h,
13h50 – Madrid
15h – Banda Uó
16h15 – Little Boots
17h45 – The Maccabees
19h15 – Azealia Banks
20h45 – The Drums
22h15 – Gossip

Palco principal

15h15 – Mallu Magalhães
16h45 – Best Coast
18h30 – Suede
20h15 – Garbage
22h – Kings of Leon

Meu plano é chegar pra ver a Little Boots, depois ver o Best Coast e emendar com o Suede; se rolar, dar um pulo na Azealia Banks, ver um pouco do Garbage, outro tanto do Gossip e cair fora antes do fim do evento, que deve acontecer pela meia-noite, pra evitar a muvuca. Os palcos ficam assim:

E não custa lembrar que o Jóquei é do lado da Estação Butantã do metrô, o que facilita pacas a vida.

E quais são seus planos pro festival hoje?

E o Divine Fits tocando um dos hits do Frank Ocean?

Dica do Danilo.

E hoje a atração do Prata da Casa é o projeto Me & the Plant. Já sabe como é o esquema né: a partir das 20h os ingressos começam a ser distribuídos e o show começa pontualmente uma hora depois. Abaixo, o texto que escrevi para o projeto. Quem vai?

Fruto da mente do carioca residente em São Paulo Vítor Palantano, o Me & the Plant desbrava as fronteiras de um pop maduro usando o violão como principal arma, mas não única. Vale frisar pois é inevitável associar a sonoridade de sua banda ao folk ou ao indie rock mais introspectivo, mas ela vai além, com referências que vão do rock progressivo à música eletrônica, o jazz e a MPB – embora todas as músicas sejam compostas em inglês. Mas é melhor rotulá-lo próximo da psicodelia, uma vez que a banda é um projeto individual com uma única ouvinte – a planta que também batiza a banda – e que começou a existir a partir de uma epifania de isolamento no Patagônia argentina, quando Vítor compôs quase todo repertório dos shows em poucos dias. Seu primeiro disco, The Romantic Journeys of Pollen, foi gravado no Rio por Kassin e conta com uma banda formada por Vítor, no violão e vocais, o próprio Kassin, o hermano Rodrigo Barba na bateria, Gabriel Bubu da banda Do Amor no baixo e Marcos Lobato do grupo O Rappa nos teclados e guitarra slide.

Hot Chip acústico

Só a melodia do Hot Chip, de carona nas Black Cab Sessions:

Rod Stewart, The Faces e John Peel no bandolim, pra começar o domingo.

Bom dia.

E não é que ficou bem boa essa versão pra “About a Girl”?

Vi no Bracin.