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Show

Damon-Albarn-Noel-Gallagher-Graham-Coxon

O grande encontro do mês passado (com Graham Coxon e Paul Weller de coadjuvantes) visto de mais perto.

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Essa parte acima é só a primeira página do setlist do show da banda nesta quinta-feira, twittada pelo Globo. A lista completa, disponibilizada pelo Midiorama, segue abaixo:

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Segundo o Dodô, eles tocaram menos músicas que o previsto – e o set ficou assim:

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robert-smith-beacon-theatre

Em 2011, pude presenciar três shows da banda de Robert Smith na última vez em que eles tocaram seus três primeiros discos na íntegra. As apresentações aconteceram no suntuoso Beacon Theatre, em Nova York, e como deverão ser as apresentações do grupo na nova turnê sul-americana, os shows tiveram mais de três horas, cada. Na sexta-feira foram 46 músicas, no sábado e no domingo, 48 em cada dia. Os shows saíram da sequência dos três primeiros discos da banda e a formação do grupo ia mudando a cada novo disco: nas músicas de Three Imaginary Boys, de 1979, estavam no palco apenas Bob Smith, Simon Gallup e Jason Cooper; nas de Seventeen Seconds, de 1980, este trio era acompanhado de Roger O’Donnell nos teclados; e quando começaram Faith, de 1981, Lol Tolhurst junta-se ao quarteto tocando teclados e instrumentos de percussão.

A primeira parte dos shows era composta pelos três discos tocados na íntegra. A segunda parte – um extenso bis dividido em três partes – era composto pelos lados B da banda na época destes três discos e, em seguida, literalmente por toda a coletânea Standing on a Beach, de 1986, fora as músicas que extras de cada show (o sábado teve “Do the Hansa” tocada pela primeira vez desde 1979 e o domingo teve “Close to Me”). Mais de dez horas de Cure num único fim de semana memorável, que registrei nos vídeos que posto abaixo e sirvo de aperitivo para o show de amanhã em São Paulo. O primeiro show eu filmei inteiro, o segundo quase todo e, do último, só gravei as três últimas músicas.

Mas o melhor é comparar os setlists daqueles shows e ver o proposto para o Brasil e descobrir que 70% do que vão tocar aqui eu não assisti ao vivo. E preparem-se: mesmo gordo e com o cabelo seco, Robert Smith segue com voz intacta e como um dos maiores guitarristas vivos – e sempre conversando, simpático, com seus fãs.

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Que beleza foi o show do Toro y Moi na noite desta quarta-feira. Auxiliado por uma banda precisa, Chaz Bundick mostra como está evoluindo seu som, que originalmente era feito sozinho num quarto, para algo mais orgânico e arredondado, deixando a eletrônica mais como ferramenta que conteúdo. Enquanto revezava-se entre teclados, efeitos e vocais, era acompanhado de perto pelo pulso firme do baterista Andy Woodward. Ao segurar timbres, melodias e ritmos, Chaz e Andy deixavam o guitarrista e tecladista Jordan Blackmon e o baixista Patrick Jeffords livres para explorar seus instrumentos – enquanto Jordan, que também fazia os vocais de apoio, preferia uma guitarra mais ruidosa e rítmica que melódica (ecos inevitáveis do pós-punk – é um guitarrista indie), Patrick deslizava linhas de baixo que às vezes eram firmes às vezes esparsas e fluidas (um músico que veio do conservatório).

E no equilíbrio entre estes dois músicos, Chaz destilava suas canções doces e tímidas, que, contrastadas ao groove cada vez mais intenso de seu grupo, ganham uma nova dimensão (“High Living”, que infelizmente não filmei, ganhou até um inusitado, mas coerente, peso de rock clássico, perto do final). O som da banda está cada vez mais soul com toques de jazz elétrico, fazendo o black power e o vocal macio do senhor Toro y Moi me lembrar do R&B do final dos anos 90. Mas há uma feliz estranheza que não deixa o som soar fácil ou descartável – é música de pista, mas há ênfase nos trabalho humano e na presença dos músicos, portanto é um show para ser assistido e não apenas curtido.

Embora houvesse ênfase natural em relação ao material de seu disco mais recente, Anything in Return desce cada vez mais suave, o show percorreu as diferentes fases da curta carreira do Toro y Moi, como se fosse a primeira vez que a banda tocasse em São Paulo. E levando em consideração que suas outras apresentações foram em festivais para dezenas de milhares de pessoas (no Terra em 2011 e no Lollapalooza deste ano), um show feito para poucas centenas de felizardos talvez tenha sido o melhor cartão de visitas que Chaz Bundick poderia deixar no país. Muito prazer e venha mais vezes.

Abaixo, umas músicas que filmei.

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toroymoi

O showzinho de hoje promete – e o Fernando, vencedor da promoção, já foi avisado como deve proceder para assistir à apresentação do jovem Toro.

Black Sabbath 2013

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Confirmados três shows da banda que inventou o heavy metal (com Ozzy, claro) este ano no Brasil, no Rio, São Paulo e em Porto Alegre. Mais detalhes na página da Time 4 Fun no Facebook.

HydeParkStones

Os Stones anunciaram o início de sua turnê de 50 anos que inclui um show – dia 6 de julho – no Hyde Park, em Londres, que foi palco para a banda no dia 5 de julho de 1969, dois dias depois que seu guitarrista e fundador Brian Jones foi encontrado morto boiando na piscina de sua casa. Como nem todo mundo conhece esse clássico ao vivo, que apresentou ao mundo o guitarrista de sua fase mais lendária, Mick Taylor, segue aí abaixo a íntegra de um dos grandes shows gratuitos da história, que, dizem, teve um público de meio milhão de pessoas. Acho exagero, mas vai saber…

O setlist do show segue abaixo:

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ozzy

Pra quem ficou na fissura desse show do Black Sabbath, vale assistir a íntegra do show da banda no Lollapalooza do ano passado, nos EUA.

Tudo bem que não tem o Bill Ward, mas Ozzy, Tony Iommi e Geezer Butler juntos já vale o show inteiro, né? O setlist segue abaixo:

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Mas, ao contrário das duas edições anteriores (que tiveram como principais atrações o Gang of Four e o Franz Ferdinand), este ano eu não estou na curadoria do evento, que ficou a cargo apenas do compadre Lucio, que escalou Kate Nash como principal atração, outras vão ser anunciadas em breve. Outra grande novidade da edição deste ano é que o evento sai do Parque da Independência, no Ipiranga, e vai para o Memorial da América Latina, além de seguir com edições no interior. A edição 2013 do evento em São Paulo acontece no dia 23 de maio junho.