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Show

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Kevin Parker só cresce na escala de fodice: no mês passado, organizou um show em cima da hora pra juntar uma grana pra uma amiga, a cantora Felicity Groom, que teve seu carro roubado na cidade-natal do Tame Impala, Perth, na Austrália. Assumiu as baquetas ao lado do baixista Cam Avery, o novo integrante de sua banda, e ao tecladista Cam Parkin, da banda Cosmo Gets e inventou um nome para a banda, Kevin Spacey (a foto saiu do Tone Deaf). E um herói filmou 45 minutos desse show – saca só essa sonzeira…

O que tem na água de Perth?

UMO

E quem só conhecia o lado psicodélico dark de uma das melhores bandas de hoje em dia, aumenta o volume dos fones porque aí vem pedrada.

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Que bom ver os Replacements de volta à ativa, não? E que tal ouvir a íntegra do show que rolou no fim de semana? Agradeça ao blog Slicing Up Eyeballs, que conseguiu a íntegra do show graças ao pessoal do Replacements Live Archives – e ao Giancarlo, que me deu a dica desse áudio( valeu!).

Demais.

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Mas a melhor coisa do fim de semana passado foi o show dos Replacements no Riot Festival, em Toronto, no Canadá, o primeiro que a banda faz em 22 anos! O setlist e vídeos do show seguem abaixo (e a foto que ilustra o post é do Ben Clark):

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O show é curtinho, pouco mais de vinte minutos, na rádio KEXP, mas traz três músicas da nova fase do Sebadoh: duas do EP Secret (“Keep the Boy Alive” e “My Drugs”), uma do Bakesale (“Careful”) e uma do disco que ainda não saiu, Defend Yourself (“State of Mine”). A formação é a clássica: Lou Barlow nos vocais e no baixo, Jason Loewenstein nos vocais e guitarra e Bob D’Amico na batera. Coisa fina:

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Quer dizer que o prêmio da MTV esse ano foi só uma desculpa para Justin Timberlake exibir sua showmanship?

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Richard Ribeiro talvez seja um dos bateristas mais presentes na atual cena musical brasileira – já passou pela formação de bandas que acompanharam Karina Buhr, Marcelo Jeneci, Gui Amabis, Marcelo Camelo, Dudu Tsuda, Pélico, Tulipa, Guizado, além de ter trabalhado com nomes como Maurício Takara, Chankas e Rob Mazurek. Mas além de acompanhar o trabalho de outros músicos, ele também tem seu projeto autoral, o Porto, que lança hoje seu segundo disco em um show na Serralheria, em São Paulo. Richard toca bateria e vibrafone e dispara uns samples, enquanto Regis Damasceno, guitarrista do Cidadão Instigado e outra metade do Porto, segura nas seis cordas – e o som é instrumental, psicodélico e com doses precisas de tensão e lirismo, levando o tal do pós-rock para outras paisagens. Odradek, o novo álbum, está disponível para download e pode ser ouvido na página da dupla no Bandcamp. Pedi para ele descolar uma música para o Soundcloud e falar um pouco sobre a escolha – e depois de dizer “fudeu!”, ele explicou que “cada música mostra um pouco o que é o Porto e que é difícil uma só representar o trabalho todo. Algumas são mais intensas, outras mais contemplativas, outras sombrias, há trechos mais abstratos e caóticos também”, mas como ele precisava escolher, sugeriu a faixa que abre o disco, “Capetinja”: “Acho que é a música que capta de uma maneira mais direta algumas coisas que falei”.

Mas Richard também sugere que assistamos ao vídeo de “Mesmo que os amantes se percam, continuará o amor”, resumindo o Porto como “canções sem letras, mas que vêm do coração, com um pouquinho de psicodelia e amor”. Saca só aí embaixo:

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Quase 50 bandas foram indicadas para ganhar um espaço na programação do Rock in Rio, no convite que a Oi fez ao Trabalho Sujo – e a outros blogs de música – para descobrir novos nomes. A escolha foi difícil, mas eis Audac, de Curitiba, Glue Trip, de João Pessoa, e Cambriana, de Goiânia, foram as bandas que escolhi para a etapa final desta escalada. Ei-las:

Audac

O Audac está puxando uma nova cena musical curitibana, que tem os pés no indie rock e também na pista de dança. Acabaram de lançar seu primeiro disco, que foi produzido por Gordon Raphael (que produziu os dois primeiros disco dos Strokes) e pode ser baixado de graça em seu site oficial.

Glue Trip

Essa dupla vem de João Pessoa, na Paraíba, e sua praia é mais sossegada, entre a MPB – mesmo cantando em inglês – e o chillwave, também têm influências de música eletrônica e de indie rock. Ainda não têm disco – querem lançá-lo no fim deste ano, quando reunirão todas as músicas que já estão disponibilizando online.

Cambriana

Na contramão do rock de Goiânia – que é conhecido por ser barulhento, adolescente, inconsequente e acelerado – o Cambriana opta pelo pop contemporâneo na linha de grupos como Grizzly Bear, The National e Radiohead, com formação de banda de rock mas sem cair nos clichês do gênero. Lançaram seu segundo disco (Worker) no início de 2013.

Além do Trabalho Sujo, outros seis blogs também selecionaram três jovens bandas para a ação Banda da Galera, para ouvir todos os selecionados, confira no link: #BandaDaGalera. Um deles irá tocar no Rock in Rio!

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A comediante norte-americana Christina Bianco resolveu homenagear certas divas da canção recriando um clássico do pop britânico e cogitou a hipótese de “Total Eclipse of the Heart”, da Bonnie Tyler, ser cantada por algumas delas. Saca só:

Os gótico pira…

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Zé Norberto Flesch cravou as duas bandas vêm para o Lollapalooza do ano que vem. E ele quase sempre acerta…