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Show

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Essa versão que o Tame Impala fez para a belíssima “Angel” do Massive Attack não é nova (Babee já havia linkado-a em 2010), mas agora ela apareceu com uma qualidade de áudio bem melhor.

Foda, né? Aproveitando o gancho, não sei se você já ouviu o Tame Impala visitando o Outkast via “Prototype” – dá uma sacada aqui

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Conheço o Neu quando ele ainda era uma idéia, cogitada entre as noites do saudoso Milo Garage da rua Minas Gerais: Dago e Gui tocavam as incríveis festas do selo Peligro às quintas-feiras (sempre com bandas novíssimas) e Guab tocava a clássica Mixtape aos sábados (discotequei algumas vezes em ambas, bons tempos). Os três juntaram forças e abriram o sobrado de fundos pro Parque da Água Branca, do lado da PUC em Perdizes, e aos poucos foram se estabelecendo como um dos cantos mais legais da noite de São Paulo. Guab deixou a sociedade (embora ainda toque de vez em quando por lá) e a casa passou por uma mudança drástica no último ano – rolou uma bela reforma e agora aceita cartões. “2013 foi um ano de encontrar a ‘nova cara’ da casa depois da reforma, com novas festas, mais diversidade entre elas, a novidade dos domingos”, me explica o Dago, que comemora os cinco anos de atividades trazendo a dupla Poolside para São Paulo e aproveitando a deixa para fazer uma bela semana de comemoração. “Nos outros anos, sempre comemoramos os aniversários da casa de maneira discreta, em festas pequenas, com nossos amigos. Mas uma casa noturna durar cinco anos em São Paulo é uma grande conquista, então decidimos fazer uma celebração um pouco maior”, continua. “Então veio essa ideia de fazer a sexta e o sábado com DJs representando as principais festas atuais da casa. E a quinta abre a maratona com a cereja do bolo, que é o set do Poolside e com os DJs da Avalanche – Bonde, Drunk Disco, Holger e eu – pra completar a noite. Virou quase um festivalzinho”.

O Poolside é dono de um dos discos mais legais do ano passado e eu vi os vi tocando na abertura do festival Primavera em Barcelona desse ano.

Vai ser legal vê-los no mesmo palco em que a Lulina homenageou o Lou Reed na Sussa, dia desses. A programação dos cinco anos do Neu segue abaixo – e eu toco no sábado, afinal além da Sussa (que alterno entre o Neu e a Casa do Mancha) estou inaugurando a Trabalho Sujo Naites neste sábado lá na casa da Água Branca.

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talkingheads

Meia hora de Talking Heads clássico, não precisa agradecer…

O setlist segue abaixo:

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E até hoje tem quem diga que rap não funciona em show…

Tortoise no Brasil

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O quinteto de Chicago volta a dar o ar de sua graça no Brasil, em quatro datas em São Paulo, no Sesc Belenzinho. O Tortoise toca seu Beacons of Ancestorship, de 2009, ao vivo, entre os dias 12 e 15 de dezembro. Os ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 2.

Dica do pessoal do Norópolis.

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E por falar no 73 Rotações, começaram a aparecer os vídeos do show que a Céu fez tocando a íntegra do primeiro clássico de Bob Marley, Catch a Fire. Dá uma sacada nos vídeos abaixo:

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Mais um registro, dessa vez oficial, de um dos grandes shows do ano – quando o Cidadão Instigado visitou o Dark Side of the Moon do Pink Floyd dentro do projeto 73 Rotações do Radiola Urbana. Com seis câmeras mirando no palco, o site registrou o momento épico de encerramento de um show espetacular.

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E se você ainda não viu o Blur ao vivo, prepare-se – a banda está em ponto de bala, talvez melhor do que na época em que lançaram seus discos clássicos. Também pudera: Damon Albarn – calejado de showbusiness depois de dez anos entre Gorillaz, projetos paralelos com músicos esporádicos, flertes com a música africana e uma ópera sobre um mago – domina o palco sem dificuldade e sua voz está ótima; Graham Coxon não exige tanto o holofote para si pois aprendeu que esse vem naturalmente quando exibe-se no próprio instrumento; Alex James aprendeu a tocar baixo e Dave Rowntree segue mantendo o pulso firme. A banda está confiante, cúmplice e se reconhece melhor no palco do que nos anos 90. O setlist é composto basicamente por hits e a banda tirou de letra para uma platéia de fãs que sabiam todas as músicas de cor. Não deve ser muito diferente do show no Planeta Terra desse ano…

Abaixo, os vídeos que fiz do show da banda em Barcelona.

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miassange

E ninguém menos que Julian Assange entrou ao vivo por Skype na sexta-feira passada para apresentar o primeiro show da nova fase de M.I.A., no Terminal 5, em Nova York. Ele falou por dez minutos aos fãs da cantora e elogiou-a como sendo “a mulher mais corajosa da música ocidental em atividade” além de citar a faixa da cantora, “The Message”, de 2010: “iPhone conectado à internet / Conectado ao Google / Conectado ao governo”, além de acrescentar que “ela tinha razão” à luz das revelações feitas por Edward Snowden neste 2013.

O áudio tá ruim e eu não achei a transcrição do discurso de Assange, por isso se alguém encontrá-la por aí, por favor cola nos comentários. A foto que ilustra o post é do Brooklyn Vegan.

foto: Helena Yoshioka

Que vibe boa essa do domingo passado – o dia ajudou pacas e tivemos a primeira Sussa com sol de verdade, um prenúncio pras próximas, de verão. Além de mim e do Klaus no som, tivemos ainda a presença da Babee discotecando, que pode discotecar pela primeira vez no quintal do Neu, puxando o som do mais pro indie do século 21. Os já tradicionais e festejados hambúrguers do Bruno dividiram espaço com os cupcakes da Mariana e o domingo terminou lindo com a Lulina levando devotos do Lou Reed a uma missa de sétimo dia velvetundergroundiana. Um dia perfeito – e um belo início das comemorações dos 18 anos do Trabalho Sujo (nesse sábado tem mais!).


Lulina – “After Hours” / “Waiting for the Man”

Tem mais vídeos que fiz na festa do show da Lu e as fotos da Helena logo abaixo:

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