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Olivia Rodrigo participou do Saturday Night Live neste fim de semana e, além de participar de alguns quadros e cantar mais uma vez “Drop Dead”, primeiro single de seu próximo álbum, You Seem Pretty Sad for a Girl so in Love, revelou mais uma música, a primeira que dá o tom do adjetivo que parece ser central no novo disco. A triste balada “Begged” é a mesma que ela cantou ao lado de Weyes Blood num show fechado que fez em Los Angeles no outro fim de semana, e mais uma vez Natalie Mering estava ao seu lado, só que como apenas uma das integrantes dos grupo dos vocais de apoio, frisando sua participação como coadjuvante. E parece que a tristeza do título é real.

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Shakira abalou o Rio de Janeiro no terceiro ano consecutivo que a prefeitura daquela cidade transforma um morno outono num quente réveillon fora de hora, repercutindo na imprensa internacional ao mesmo tempo em que faz as redes sociais tornarem-se monotemáticas durante um fim de semana. E por mais que a colombiana tenha um rosário de hits, que seu português seja perfeito, que tenha feito uma enorme celebração latina no palco e convidado celebridades brasileiras do naipe de Anitta, Caetano Veloso e Ivete Sangalo, nenhum instante foi mais intenso do que quando ela chamou ninguém que Maria Bethânia para cantar “O Que É O Que É” – e sentido a força do público brasileiro cantando um de seus hinos informais num de seus maiores palcos, a praia de Copacabana. Que momento!

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Aconteceu! Bob Mould, David Barbe e Malcolm Travis voltaram aos palcos como Sugar depois de 31 anos neste sábado, quando deram início à turnê de retorno em uma apresentação lotada no Webster Hall, em Nova York, quando tocaram músicas de seus três discos – Copper Blue e File Under: Easy Listening e a coletânea de lados B Besides – e as músicas novas que lançaram no início do ano, estas executadas pela primeira vez ao vivo. O baterista Malcolm Travis passou mal no meio do show, mas felizmente foi algo breve e logo ele voltou ao kit para encerrar a apresentação como previsto. E felizmente alguém gravou a íntegra do show, assista abaixo: Continue

Pelos relatos, o segundo show que Emicida fez de sua volta aos palcos na sexta-feira seguiu o mesmo script que o da quinta – à exceção de uma improvisada batalha de rimas que ele puxou com os convidados Projota, Rashid e Jotapê, num momento inspiradíssimo que ele teve de compartilhar em seu Instagram. Olha isso: Continue

Na edição desta sexta-feira do Inferninho Trabalho Sujo no Redoma, duas atrações estrearam na festa mostrando seus primeiros trabalhos solo. A noite começou com uma versão reduzida do show de Joni, que em vez de trazer sua banda completa, optou por ele mesmo tocar guitarra enquanto cantava e contar com as participações do baterista Biel Moreira e da tecladista Priscila Rosa, com um repertório inteiro autoral de canções que vão do R&B moderno ao soul clássico, com toques de samba e uma pitada de rap.

Depois foi a vez de Lara Zanon mostrar as canções de seu primeiro disco pela primeira vez ao vivo, no palco do Redoma. Acompanhada de Laura Mendes (vocalista da banda Nevoara), do próprio Joni que abriu a noite na guitarra, do baixo de Rafaela Reoli (que também toca na Malvada) e da bateria de Thamires Miranda, ela preferiu não tocar todo seu álbum Venusa – que, ainda em fase de mixagem, deve chegar às plataformas nos próximos meses – e passear por canções de outros autores mostrando a amplitude de suas influências, passando pela banda Zimbra (“Breve”), por Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo (“Segredo”) e Paramore (e justo duas pra deixar escancarada sua principal referência, “(One Of Those) Crazy Girls” e “Parachute”). Revezando-se entre o teclado e à linha de frente do palco, ela esbanjou voz, carisma e está pronta para mostrar seu primeiro trabalho.

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O próximo Inferninho Trabalho Sujo acontece na sexta que vem no Redoma, quando a cantora Lara Zanon mostra seu primeiro álbum, Venusa, com influências de Fiona Apple e Hayley Williams, antes de seu lançamento. E para começar a noite, ela chamou seu amigo Joni, que vem do R&B, para fazer o show de abertura. Como sempre, discoteca antes, entre e depois dos shows. O Redoma fica na Rua Treze de Maio, 825-A no Bixiga e a casa abre a partir das 21h. Quem vem? Os ingressos já estão à venda.

Há quase dois anos sem pisar nos palcos e depois de dois eventos trágicos em sua vida no ano passado (a briga com o irmão e a morte de sua mãe), Emicida vem preparando esta volta que aconteceu nesta quinta-feira desde o fim de 2025, quando subiu nos ombros dos maiores (os Racionais MCs) para voltar com a cabeça erguida. O projeto Emicida Racional começou com um sorrateiro Volume 3 no YouTube, em que mashupava músicas dele com clássicos dos Racionais e tornou-se o emotivo Volume 2, que funcionou como base para esse retorno, que aconteceu num Espaço Unimed lotado e repete-se nessa sexta-feira. Show dividido em atos em que monólogos da peça Tá Pra Vencer, de Jhonny Salaberg (que contou com a direção musical do próprio Emicida), eram projetados no telão, estendeu-se por longas quase três horas de apresentação, em que, ao receber convidados e repassar grandes músicas de sua carreira, também contava a história do rap brasileiro ancorada justamente pelos Racionais. E entre releituras de “Jesus Chorou”, “Capítulo 4, Versículo 3”, “Preto Zica”, “A Vida é Desafio” e “Homem na Estrada”, o show ainda contou com participações de Jotapê (que releu sua “Leandro Roque”), os Prettos, Rashid e Projota (que cantaram “A Mesma Praça” e “Nova Ordem”, do último) e de ninguém menos que o próprio Edi Rock, que rimou “A Praça” dos Racionais com os três MCs que cantavam a música anterior. Show emotivo em que Emicida parou a apresentação para que socorressem integrantes do público que passavam mal, chegou ao ápice quando Leandro não segurou as lágrimas ao cantar sua “Mãe”, sendo ovacionado pelo público, que cantava todas as músicas. E além das músicas dele e dos Racionais, também visitou Xis (“Sonho Meu”), Caetano Veloso (“Motriz”) e Parteum (“Moral Provisória”), mostrando que ele nunca esquece de onde veio. Showzaço – e sexta tem mais… Será que tem Mano Brown, Ice Blues ou KL Jay ou ele vai deixar esses outros convidados mais pro final da turnê? Porque sigo minha teoria que o Volume 1 desta trilogia é um álbum em colaboração dos dois artistas.

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Estive em Fortaleza neste fim de semana, quando pude assistir ao festival que comemorava o 27º aniversário do Dragão do Mar, um dos centros culturais mais importantes do Brasil. E entre as atrações, o principal destaque foi a volta do Cidadão Instigado aos palcos com seu primeiro disco de inéditas em 11 anos – e com uma formação completamente diferente. Escrevi sobre o festival em mais uma colaboração para o Toca UOL. Continue

O grupo inglês Last Dinner Party apresentou-se duas vezes no Brooklyn Paramount em Nova York neste fim de semana e para saudar a cidade, visitou o hino do LCD Soundsystem à grande maçã, “New York, I Love You but You’re Bringing Me Down”, uma música que funciona pacas com o repertório da banda. Bom demais.

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Enfim, palco

Fez-se palco! Heloiza Abdalla finalmente materializou seu livro de poemas Ana Flor da Água da Terra em espetáculo nesta terça-feira, no Centro da Terra, quando completou 20 anos desde que começou a escrevê-lo e dez de sua publicação. Com o auxílio luxuoso – e discreto – de bons camaradas como Sandra-X (voz e efeitos), Breno Kruse (violão e guitarra), Romulo Alexis (trompete), Chicão (piano) e Diogo Cardoso (luz), ela fundiu poesia, música, dança e cinema numa apresentação que ganhou seu próprio corpo – e ainda deixou uma palhinha de seu próximo livro ao improvisar um bis com o sexto poema de Sala Azul Vermelha.

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