
Que vibe boa a do Tatá Aeroplano lançando seu ótimo Não Dá Pra Agarrar nesta quarta-feira no Sesc Pinheiros – e sempre bem acompanhado por sua trupe Bruno Buarque, Junior Boca, Dustan Gallas, Kika e Malu Maria. Astral demais!
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Ao apresentar seu Experimentos N°1, Dudu Tsuda e Lena Kilina deram início a uma parceria que promete frutos improváveis, como o casamento entre ruído e poesia, samples de tribos indígenas e placas de metal, piano percussivo e performance, como o que assistimos nesta terça-feira no Centro da Terra.
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A viagem desta terça-feira no Centro da Terra é proporcionada a partir do encontro do multiartista Dudu Tsuda com a pesquisadora e performer russa Lena Kilina, que em sua apresentação Experimentos N°1 propõem “ensaios poéticos em performance em torno de sensações e sentimentos que afloram dos inúmeros episódios de violência experienciados no presente”, como explicam na descrição de sua apresentação. O espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos podem ser comprados antecipadamente por aqui.

Outras dimensões foram visitadas a partir do encontro proposto pelo Bernardo Pacheco, no capítulo Reforma #4 de seu experimento sonoro Formação, quando reuniu Juçara Marçal, Raiany Sinara e Yusef Saif, sob as luzes de Mau Schramm. Os cinco conduziram o público em um transe coletivo que confrontava as linguagens orgânicas e eletrônicas, premissa da temporada Choque Térmico, que estamos realizando todas as segundas de julho no Centro da Terra.
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Neste sábado, Letrux trouxe mais uma vez seu Aos Prantos para São Paulo, quando mostrou o segundo disco num show mais compacto e intenso no Sesc Pinheiros. Acompanhada de sua sempre precisa banda, ele desfilou hits de seus dois discos para uma plateia que só foi levantar das cadeiras do teatro quase no final do show e ainda tocou Fiona Apple e mandou um arranjo novo para uma música que nunca tinha sido gravada, “I’m Trying to Quit”. Fino e intenso, como a noite deste sábado – e como sempre.
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Se você puder assistir ao Taxidermia – o encontro eletrônico dos baianos Jadsaa com João Meirelles – num teatro, não deixe essa oportunidade escapar. Num contexto de temperatura e pressão controladas, o espetáculo proposto pelos dois (com luz da Maíra Morena, projeções do Gabriel Rolim e participação especialíssima de Pedro Bienemann) ganha várias camadas de entendimento que vão para além do simples encontro da voz com a eletrônica, derretendo cérebros e corações na primeira sessão da temporada Choque Térmico, que continua nas próximas segundas-feiras. sempre no Centro da Terra.
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O calor humano e a frieza das máquinas são criações culturais. Claro que a mudança de temperatura nestes dois corpos distintos podem por fim em suas atividades nativas, mas a frieza orgânica e o calor mecânico ou digital também são realidades possíveis e não significam que um meio deixa de existir a partir desta mudança de temperatura. Durante as segundas-feiras de julho reunimos artistas que transpõem estas duas linguagens em quatro apresentações distintas. A primeira delas acontece excepcionalmente numa terça-feira, quando o Taxidermia dos baianos Jadsa faz e João Millet Meirelles conta com a presença do músico Pedro Bienemann. As segundas seguintes recebem formações distintas. No dia 11 Bernardo Pacheco abre mais um capítulo de seu projeto de improviso livre Formação, quando realiza o Reforma #4 ao lado de nomes tão distintos quanto Juçara Marçal, Rayani Sinara, Yusef Saif e Mau Schramm. Na segunda seguinte, dia 18, é a vez da instrumentista Sue mostrar suas composições com dois convidados distintos, Eddu Ferreira e Paula Rebellato. E na última segunda-feira, Theo Charbel mostra suas canções misturando as diferentes linguagens ao lado dos músicos Guilherme D’Almeida e Vinícius Rodrigues. Os espetáculos no Centro da Terra começam sempre pontualmente às às 20h e quem quiser comprar os ingressos antes, é só acessar este link.

O mês de julho já começou mas a temporada deste mês no Centro da Terra começa só nesta terça-feira por motivos de logísticas. Propus uma temporada com vários artistas para as segundas-feiras, mas a Jadsa só conseguia chegar na terça, por isso a temporada Choque Térmico começa neste dia 5 de julho. A proposta é reunir artistas que misturem as linguagens eletrônica e analógica sem pensar nos limites entre ambas. A primeira noite acontece com o Taxidermia, que Jadsa faz com João Millet Meirelles, e a dupla recebe o músico Pedro Bienemann. Na próxima segunda, dia 11, é a vez de Bernardo Pacheco provocar mais uma apresentação de seu projeto Formação, quando chama Juçara Marçal, Rayani Sinara, Yusef Saif e Mau Schramm para uma noite de improviso livre. No dia 18, a guitarrista Sue, da banda Ozu, apresenta seu trabalho solo ao lado de Eddu Ferreira e Paula Rebellato. E fechando a temporada, dia 25, a multiinstrumentista Theo Charbel convida Guilherme D’Almeida e Vinícius Rodrigues para mostrar suas canções. E isso é só uma temporada. Na próxima terça, dia 12, é a vez de Experimentos n°1, projeto que a artista russa Lena Kilina apresenta com o artista multimídia Dudu Tsuda. Depois, na terça dia 19, Malu Maria, Tika e Laya apresentam o projeto Ondas Sísmicas, concebido pelo pesquisador Gabriel Bernini para celebrar a presença da mulher na música brasileira e o show terá apresentação da Laura Diaz, do grupo Teto Preto. Encerrando o mês a banda paulista Bike sobe pela primeira vez no palco do Centro da Terra para mostrar as músicas de seu próximo LP com a presença do produtor do disco, o guitarrista Guilherme Held. As apresentações começam sempre às 20h e os ingressos podem ser comprados aqui.

Começamos julho no Centro da Terra com a segunda apresentação da minitemporada Terranoite que a dupla Carabobina nos proporcionou, mas foi uma experiência completamente diferente. Desta vez tanto a cenografia quanto as projeções ficaram por conta da Anne Santoro, que transformou o palco em um quarto psicodélico deixando Raphael Vaz e Alejandra Luciani ainda mais à vontade (sob os auspícios discretos de um certo Benke Ferraz, que apareceu em cima da hora). Foi uma noite memorável.
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O Estado de Suspensão aconteceu num domingo maravilhoso, que abriu com o transe noise puxado pelo grande Marcelo Cabral. Ao lado de Guilherme Held e de Maria Beraldo, ele visitou seu Motor em formato elétrico, começando os trabalhos na Casa Natura Musical com uma parede de ruído em que equilibrava suas delicadas canções.
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