
O encontro da Bike com o guitarrista Guilherme Held, que produziu o próximo disco da banda, Arte Bruta, no Centro da Terra, convidou o público a um transe coletivo que ia da psicodelia ao krautrock, passando pelo noise e fusion, numa catarse melódica e barulhenta que atordoou a todos os presentes. Impacto fulminante!
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E quem encerra a programação de julho do Centro da Terra é a banda Bike, que convidou seu comparsa e produtor de seu quinto álbum, Guilherme Held, para subir no palco do teatro do Sumaré contrapondo o próximo disco da banda paulista, batizado Arte Bruta, com o primeiro disco solo de Held, Corpo Nós, lançado em 2020. A junção destas duas partes dá origem a Corpo Bruto, espetáculo em que três guitarras dando tom da psicodelia desta noite. A apresentação começa pontualmente às 20h e os ingressos podem ser comprados através deste link.

E nesta terça-feira, Theo Charbel fez a disco music baixar no Centro da Terra, encerrando a temporada Choque Térmico, em que eletrônico e analógico misturavam-se no palco do teatro por quatro noites instigantes. Acompanhada de Guilherme D’Almeida e Vinicius Rodrigues, ela mostrou músicas recém-lançadas e inéditas para um público bem animado, deixando gosto de quero mais.
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O show que Erasmo Carlos fez neste sábado no Sesc Pinheiros foi em cima de seu disco mais recente, O Futuro Pertence À… Jovem Guarda, em que recria hits do início de sua carreira ao lado de uma banda regida pelo tecladista José Lourenço e com Billy Brandão como guitarrista solo, Luiz Lopez na guitarra de apoio, o baixista Mario Vitor e o baterista Silvio Charles, todos dando uma roupagem mais clássica (citando Kinks aqui, Stones ali, Deep Purple acolá) a vários hinos da Jovem Guarda. E entre pérolas sessentistas como “Sentado à Beira do Caminho”, “Quero que Vá Tudo pro Inferno”, “É Proibido Fumar”, “A Carta”, “Devolva-Me”, “Esqueça”, “Gatinha Manhosa” e “Negro Gato”, o mestre ainda pinçou algumas de seu repertório posterior, como “Mulher”, “Mesmo Que Seja Eu”, “Sou Uma Criança, Não Entendo Nada”, “Minha Superstar” e uma das minhas favoritas de seu repertório, “É Preciso Dar Um Jeito, Meu Amigo”. Showzaço.
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Esperava mais funk da apresentação que o FBC fez com o Vhoor nesta sexta-feira no Sesc Pompéia. O show começou com músicas de outras fases da carreira do MC e só engrenou no modo baile mesmo no finzinho, mas nem chegou a decolar, porque o show foi bem curto (ouvi alguém comentando no final que “o lado bom era que dava pra aproveitar o bilhete integração do ônibus e voltar com a mesma passagem da ida”). Mas pra quem lançou um disco tão cascudo quanto aquele do ano passado, o show ficou devendo…
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Foi bonito o espetáculo que Laya, Malu Maria e Tika fizeram nesta terça-feira no Centro da Terra. Ondas Sísmicas, por Gabriel Bernini, é uma celebração da força feminina da música brasileira e as três fizeram valer a premissa desta ode.
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Maior prazer receber nesta terça-feira, no Centro da Terra, mais uma versão do espetáculo Ondas Sísmicas, idealizado pelo publicitário e pesquisador Gabriel Bernini, a partir do livro de mesmo nome, em que celebra a presença feminina na música brasileira. No palco, o espetáculo fica na mão de Laya (percussão), Malu Maria (percussão e flauta) e Tika (violão e guitarra) que revezam suas próprias composições acompanhando-as umas às outras. A apresentação desta noite fica por conta da vocalista do grupo Teto Preto, Laura Diaz, o espetáculo começa pontualmente às 20h e os ingressos podem ser comprados neste link.

Linda a apresentação que a produtora Sue fez no Centro da Terra ao lado de Eddu Ferrira e Paula Rebellato em mais um capítulo da temporada Choque Térmico. Projetando suas fotos e vídeos em cima dos músicos, ela nos convidou a uma viagem ambient delicada e com uma tensão milimétrica, abrindo espaço para improvisos e solos sutis e beats precisos.
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Domingo para reencontrar o mestre Jards Macalé com seu já clássico Besta Fera ao lado de uma banda formada por Guilherme Held, Marcelo Callado, Victoria dos Santos, Pedro Dantas e Allan Abadia, no Sesc Belenzinho. Mas quando o velho Macau fica sozinho com o violão e suas histórias, a apresentação vai para outro plano – e ao mostrar a música que fez depois de um telefonema póstumo para João Gilberto, ele só permitiu que a lágrima caísse. Que momento ❤️
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Depois de navegar os sete mares através do elemento água no espetáculo Omindá, em 2018, André Abujamra agora singra pelo fogo na segunda parte de sua tetralogia e apresentou, neste sábado, no Sesc Pinheiros, Emidoinã – Alma de Fogo. Em vez de um filme, a apresentação desta vez gira em torno de uma animação, feita por @lucianolagaresotd, que conta com a participação de nomes como Camila Pitanga, Marisa Brito, Fernanda Takai, Giuliana Maria, Julia Lemmertz, Virginie, Zelia Duncan, BNegão, Criolo, Chico César, Pedro Luís, Rodrigo Santoro e Russo Passapusso, entre muitos outros, além da banda que apresenta-se ao vivo formada por André, Claudio Tchernev, Sergio Soffiatti, Daniel Nakamura e Chicão Montorfano e cujo peso e presença fizeram valer o fato do disco ter sido indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa.
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