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Vinteonze: É rádio!

Peba Tropikal e Maurício Fleury, os 2/3 do Veneno Soundsystem que nunca estão presentes no Vinteonze, baixam nos estúdios Casa Sonora em celebração à primeira quinta-feira que faremos juntos no Alley, com a festa Analógico/Digital (já confirmou sua presença no Feice?). E aproveitamos a vinda dos dois para falar sobre o momento cultural que São Paulo está atravessando hoje – abrindo todos os hyperlinks mentais que um devaneio desses pode permitir -, ao som do disco da Budos Band do ano passado, III.


Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias + Maurício Fleury + Peba Tropical – “Vinteonze #0011“ (MP3)

Analógico/Digital

Nessa quinta inicio minha parceria com o trio Veneno no Alley. A festa Analógico/Digital é decorrência direta da inacreditável festa de 15 anos do Trabalho Sujo. A idéia é uma versão laboratório da balbúrdia homérica daquele dia histórico, em que grooves de diferentes épocas e países transformam a festa em um delírio dançante daqueles. Ela acontece todas as quintas e sempre terá happenings inesperados e convidados incríveis. Na primeira edição, no entanto, só o núcleo duro: eu, Peba Tropikal, Maurício Fleury e Ronaldo Evangelista esquentamos a noite com doses cavalares de música boa. Quer entrar de graça? Deixa seu nome nos comentários desse post até às 20h que vamos sortear alguns VIPs…

Analógico/Digital – A estréia
DJs: Alexandre Matias, Peba Tropikal, Ronaldo Evangelista e Maurício Fleury.
Endereço: Alley Club. Rua Barra Funda, 1066 – Barra Funda. São Paulo.
Telefone: 3666 0611
Preços: R$30,00 de entrada ou R$ 60,00 de consumação.
Entrada gratuita das 23h às 0h com apresentação do cupom disponível no site.

Mais Sharon Jones?

O show de domingo ficou na memória, como lembra a Flávia:

Foi uma noite linda e até o frio deu uma trégua! Uma das coisas mais legais é que o evento reuniu vários jovens que conheceram a banda na semana de aparições na TV brasileira pra divulgação dos shows. Como os fãs da ex-RBD Dulce Maria, que se encantaram pela americana em sua incrível participação no “Altas Horas”, da TV Globo, do qual a popstar também participou. (Na programa, provando que é uma elegante diva, Sharon chorou e se emocionou com a mexicana quando esta respondeu com doçura a pergunta de uma fã apaixonada, e ao final correu para abraçá-la. ;~~) O repertório é baseado em “I Learned The Hard Way”, o mais recente de seus quatro discos. Como disse o amigo Vini Gorgulho, o que dizer de um grupo com o qual você fica alucinado até na apresentação dos músicos da banda, geralmente o momento mais entediante de um show?

E os vídeos não mentem: o de cima, feito pela Paula, me foi enviado pela Babee. E o debaixo é do Denis:

Sharon Jones e o domingo no parque de ontem

Anti-Amy
Parque Ibirapuera @ São Paulo
12 de junho de 2011


Foto: Frá

Que show! Cheguei no finzinho do show do Joshua Redman Trio, quando eles tocavam uma versão instrumental para “The Ocean” do Led Zeppelin, e consegui pegar todo o show da Sharon Jones com os Dap-Kings no Ibirapuera, no domingo. A tarde já tinha virado noitinha (inverno, né… 17h45 parece 20h…) e a banda subiu no palco para uma apresentação contínua de pura soul music.

Muito já foi dito sobre a natureza estelar da ex-carcereira e tudo que foi dito parece pouco: a existência de Sharon Jones foi o que me animou a assistir Amy Winehouse no começou do ano – além de, claro, a vida de Amy ter assumido o papel de equilibrista na cerca da varanda, com o público assistindo entre o espanto e o “pula! pula!”. Felizmente, a onda do domingo era outra.

Sharon é o extremo oposto da morbidez autodestrutiva que empalideceu a alma de Amy – é pura entrega, transformando os quadris presentes em receptores da energia sexual que transmitia com a voz, dor e desejo vibrando cordas vocais e uma presença de palco em 220 volts. E mesmo brilhando sem parar, é impossível perceber que a luz também saía de sua banda – e os Dap-Kings não são mera banda de apoio. Estão no meio do caminho entre os JB’s e os MG’s, uma big band de bolso, igualmente ligada na tomada.

Fiz os vídeos com o celular, por isso nem optei pelo zoom (zoom digital, né… É uma bosta), mas dá para ter uma idéia do estrago que a mulher fez num fim de domingo memorável, fechando um dia dos namorados perfeito.

Palmas para a organização do evento, que reuniu algumas milhares de cabeça (Cinco mil? Eu ouvi gente falando em 10, mas será…?) para um showzaço – e de graça -, em plena São Paulo. Será que isso tá virando tendência? Tomara.

Dorgas ao vivo

Sábado passado, na Casa do Mancha.

Só não fui por causa do frio, mal aê, Dorgas.

Radiohead cover

Isso aconteceu ontem. Diz o site do Studio SP:

Depois de 5 anos lotando as noites do Studio com o Heroes, e o Hits do Underground, André Frateschi agora vai encarar Thom Yorke.

Sério: essa onda de banda cover tem que acabar. Estamos vivendo o pior do revival dos anos 90. Sem contar a vergonha alheia.

Gang of Four ou Fujiya & Miyagi?

Indeciso sobre o programa de domingo?

ou

Mas dá pra ver os dois! O Festival da Cultura Inglesa começa ao meio-dia e vai até às 20h (o Gang of Four começa às 18h, mas antes tem Mockers, Blood Red Shoes e Miles Kane – eu que escolhi) e o Cinetério começa às 21h (sendo que o show dos ingleses é a última atração). O maior “problema” da indecisão é a distância entre os dois pontos, o primeiro show no Ipiranga e o segundo na Vila Nova Cachoeirinha. Mas se o seu programa for o festival que tomou o bolo do Cee-lo, esteja avisado: