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Paranoia

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dennishopper-bigode

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Grant Snider, sobre produtividade e criatividade:

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2014-calor

Dessa vez quem avisa é a Nasa…

wooper

Os caras do Frango Robô contemplaram o dilema da existência do Hortelino Trocaletras num século em que crianças não podem assistir a desenhos animados que disparam armas nas caras uns dos outros ao confrontá-lo com o filme Looper.

food-truck

O texto da Adele do Comendo com os Olhos é do ano passado, mas os pontos-chave em que ela toca sobre a forma como os food trucks entraram na rotina do paulistano ainda valem – e mostram como um formato tão interessante (e popular) estar virando o extremo oposto do que poderia ser:

Pratos com os mesmos preços ofertados em lanchonetes e restaurantes conceituados. Sanduíches que custam mais do que R$ 20, macarrão requentado servido em pratinho de isopor por R$ 18, doces tão tradicionais e sem inovação – como brigadeiros ou quindins, com preços de comidinhas gourmets.

E ai estão algumas das coisas que não consigo entender. A primeira delas é que a grande vantagem e proposta de se ter um caminhão de comida, é poder percorrer diversos locais, ser itinerante, mas a única movimentação neste caso é sair de um estacionamento e parar em outro.

Sim, eu sei que uma van não pode simplesmente estacionar onde quiser, mas a prefeitura dispõe de 900 pontos autorizados que permitem a comercialização de alimentos de rua em São Paulo. Por que não se revezar entre eles?

Os pontos privados, como estacionamentos e galpões, cobram aluguel – e caro, por sinal, chegando a R$ 2.5 mil por um fim de semana – para os food trucks e barraquinhas. Obviamente nós consumidores também arcamos com tal gasto, uma vez que esse valor nos é repassado no preço dos comes.

A grande procura e interesse do público pela novidade é outro ponto que contribui para a alta dos preços. Enquanto houver gente desembolsando quantias absurdas por comidas que não valem tudo isso, haverá empreendedores mantendo os valores elevados.

Uma família de quatro pessoas – pai, mãe e dois filhos – por exemplo, saindo para comer um lanche, uma bebida e uma sobremesa cada um, atinge facilmente a soma de R$ 150.

Ela continua o sarrafo no Comendo com os Olhos e a conclusão é precisa. Vai lá ler a íntegra.

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Percebem algo de diferente no robô?

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Vamos ver mais de perto…

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Ele abre!

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É isso aí – e quem quiser pode comprar o seu aqui.

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4:20

dexter-chuva

poltergeist

Alguém ainda aguenta outro remake de um clássico de terror? Se o remake for feito por um dos caras que mudou a cara do cinema de horror como a gente conhece – como é o caso de Sam Raimi, na batuta desse novo filme -, tá valendo.

Mas fico com a impressão de que esses trailers novo contam tudo…

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onda-

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rioagua