
Se tivéssemos Instagram nos anos 90, talvez nenhum dos quatro personagens principais de Seinfeld usaria o aplicativo – mas discutiriam furiosamente pais que tiram fotos de bebês, gente que tira foto de comida, a pretensão artística de pseudofotógrafos e a necessidade registrar qualquer milímetro do cotidiano. Mas isso não tira a graça da homenagem que o Buzzfeed ao cogitar uma conta de Instagram na mão de Elaine Benes.

Tem outras lá.

Kanye West veio a público pedir desculpas pro Beck depois de ter virado as costas pro cantor na premiação do Grammy no início de fevereiro. O rapper hipster achava que o prêmio deveria ir pra Beyoncé, o que não aconteceu e deixou-o esquentadinho de novo, como quando roubou o microfone de Taylor Swift na premiação de clipes da MTV de 2009 pra defender a mesma Beyoncé. Já tava na hora de ela dizer pra ele deixar que o trabalho dela fale por si, sem precisar desse advogado de defesa. E ainda tão falando que o tweet de desculpas veio a pedido da sogra do Canhê…
I would like to publicly apologize to Beck, I’m sorry Beck.
— KANYE WEST (@kanyewest) February 26, 2015
O fato é que o quiprocó rendeu mais do que repercussões online – e além da colisão entre músicas de Beck e Beyoncé proposta por um projeto de mashup criado da noite pro dia, a confusão ainda gerou outro mashup, deste feito pelo Arcade Fire Win Butler sob o pseudônimo de DJWindows98, que misturou “Jesus Walks” do Kanye com “Loser” do Beck.

A festa do Brit Awards desta noite de quarta rendeu essa triste queda da Rainha do Pop.
Ela depois até conseguiu se ajeitar e terminou a apresentação, mas foi um momento complicado – acredito até que pra autoestima da cantora.
E que venham as montagens, mashups, memes, etc.

Grant Snider, sobre produtividade e criatividade:


Dessa vez quem avisa é a Nasa…

Os caras do Frango Robô contemplaram o dilema da existência do Hortelino Trocaletras num século em que crianças não podem assistir a desenhos animados que disparam armas nas caras uns dos outros ao confrontá-lo com o filme Looper.

O texto da Adele do Comendo com os Olhos é do ano passado, mas os pontos-chave em que ela toca sobre a forma como os food trucks entraram na rotina do paulistano ainda valem – e mostram como um formato tão interessante (e popular) estar virando o extremo oposto do que poderia ser:
Pratos com os mesmos preços ofertados em lanchonetes e restaurantes conceituados. Sanduíches que custam mais do que R$ 20, macarrão requentado servido em pratinho de isopor por R$ 18, doces tão tradicionais e sem inovação – como brigadeiros ou quindins, com preços de comidinhas gourmets.
E ai estão algumas das coisas que não consigo entender. A primeira delas é que a grande vantagem e proposta de se ter um caminhão de comida, é poder percorrer diversos locais, ser itinerante, mas a única movimentação neste caso é sair de um estacionamento e parar em outro.
Sim, eu sei que uma van não pode simplesmente estacionar onde quiser, mas a prefeitura dispõe de 900 pontos autorizados que permitem a comercialização de alimentos de rua em São Paulo. Por que não se revezar entre eles?
Os pontos privados, como estacionamentos e galpões, cobram aluguel – e caro, por sinal, chegando a R$ 2.5 mil por um fim de semana – para os food trucks e barraquinhas. Obviamente nós consumidores também arcamos com tal gasto, uma vez que esse valor nos é repassado no preço dos comes.
A grande procura e interesse do público pela novidade é outro ponto que contribui para a alta dos preços. Enquanto houver gente desembolsando quantias absurdas por comidas que não valem tudo isso, haverá empreendedores mantendo os valores elevados.
Uma família de quatro pessoas – pai, mãe e dois filhos – por exemplo, saindo para comer um lanche, uma bebida e uma sobremesa cada um, atinge facilmente a soma de R$ 150.
Ela continua o sarrafo no Comendo com os Olhos e a conclusão é precisa. Vai lá ler a íntegra.










