
David Duchovny e Chris Carter começaram a esboçar como vai ser a curta décima temporada de Arquivo X, que começa a ser filmada no meio do ano. Comentei sobre entrevistas dadas pelos dois lá no meu blog do UOL: http://matias.blogosfera.uol.com.br/2015/03/29/o-que-podemos-esperar-do-novo-arquivo-x/
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David Duchovny e Gillian Anderson na encarnação mais recente da dupla Mulder e Scully, no filme de 2008
Nem bem foi confirmada pela emissora norte-americana Fox na semana passada e a nova temporada de Arquivo X já começa a ser desenhada em nossa frente. Duas entrevistas recentes, com o criador da série Chris Carter e seu protagonista David Duchovny anteciparam algumas expectativas em relação ao que podemos esperar desta décima safra de episódios – seis, numa curta temporada, que começa a ser produzida no meio do ano.
E em Vancouver, no Canadá, onde foram filmadas – por questões de orçamento – as cinco primeiras temporadas da série. Foi uma das revelações que David Duchovny fez a Jeremy Egner, do blog ArtsBeat do jornal New York Times. Ele ainda contou que os seis episódios terão tanto histórias que serão iniciadas e terminadas num mesmo programa quanto terão relação com o extenso imaginário da série. “Vamos fazer ambos, mas eu tenho certeza que começará e terminará com a mitologia”, contou o ator, que atualmente está envolvido na produção do seriado Aquarius.
Duchovny também está ansioso para voltar ao personagem depois de evoluir como ator: “Se eu voltasse ao primeiro ou segundo ano do programa, eu não atuaria como aquele cara. Eu sou capaz de fazer melhor. Ela (Gillian Anderson, sua parceira de investigação na série no papel de Dana Scully) é capaz de fazer melhor. Será interessante ver os mesmos personagens com atores melhorados.” Duchovny também riu sobre a possibilidade da volta do clássico personagem Fumante (também conhecido por Canceroso), vivido por William B. Davis. “Ele será o Mascador de Chiclete”, disse brincando.
A outra entrevista da semana passada, que Chris Carter deu ao site X Files News, revelou ainda mais detalhes da produção. O criador da série contou que a nova versão se passará nos dias de hoje e explicará, entre outras coisas, porque a colonização alienígena, agendada para acontecer no final de 2012 segundo a série original, não foi realizada. Ele só não sabe o quanto esta explicação tomará conta dos novos episódios: “Não sei como irei abordar: se de uma forma grande, discreta ou moderna, se menciono ou se é um ponto no roteiro”, explicou.
Carter também conta que tem ideias para todos os personagens e que estão conversando com Mitch Pileggi (o diretor Walter Skinner), Annabeth Gish (a agente Monica Reyes) e Robert Patrick (o agente John Doggett) para que eles possam voltar aos velhos papéis, além da participação de Davis como o próprio Canceroso. A situação atrás das câmeras é semelhante e Carter já está falando com velhos produtores e roteiristas, como Glen Morgan (já confirmado), Darin Morgan, Jim Wong (quase confirmados) e Frank Spotnitz (em negociação).
A nova temporada também costurará os acontecimentos do filme de 2008 (Arquivo X: Eu Quero Acreditar) com a mitologia original da série e o novo material deste ano. “Estamos fazendo de tudo para que a espera tenha valido a pena”, comemorou Carter.

Mais um degrau na espera do novo Built to Spill – e dessa vez em vídeo. A faixa “Living Zoo” ganha um clipe que narra o encontro de duas espécies de lókis:

O site Mad Monster conseguiu antecipar que Adam West e Burt Ward voltarão a viver as versões psicodélicas do Batman e Robin em uma animação que será lançada no ano que vem para comemorar o cinquentenário do seriado que afundou a reputação do homem-morcego de tal forma que mesmo depois do Frank Miller, Alan Moore, Tim Burton e Christopher Nolan ainda é uma das versões mais célebres do personagem:

Você já deve ter visto esse pixo preto e verde espalhado pelas ruas de São Paulo – e de outras cidades. Agora um documentário irá contar a história por trás deste misto de pixador e projeto de político, descrito por um dos produtores do filme como “um político excêntrico e utópico, cuja filosofia prega amor e sexo, ao mesmo tempo em que faz parte de uma partido de direita da igreja evangélica sendo ateu”, em entrevista ao Ideafixa. A foto, da Pizzaria Bate Papo, dá a perfeita noção da ideia de sua penetração em nosso inconsciente.

Ainda bem que a TV em preto e branco já não existia mais quando os Teletubbies apareceram…

Não pense, apenas sinta.
Uma produção Rarirama.

O cara vai lá filmar o casal de tartarugas em seu momento íntimo e não queria que eles ficassem putaços e fossem tirar satisfação? Dá um tempo, National Geographic…


