Pude ver os três primeiros episódios da segunda temporada de True Detective, que estreia hoje, simultaneamente aos EUA, na HBO, e escrevi, quase sem spoilers, sobre a nova cara da série lá no meu blog do UOL. Mas já adianto que se a série não supera o original de cara, faz boas escolhas e instiga pelos próximos episódios.
Falei sobre o acordo que o ex-Monty Python Terry Gilliam fechou com a Amazon que permitirá que um dos filmes mais intermináveis da história do cinema (The Man Who Killed Don Quixote, em produção desde 1998) seja realizado lá no meu blog do UOL.
Nada melhor resume o que virou o rock do que essa criança de dois anos curtindo Rage Against the Machine enquanto joga Guitar Hero que eu postei lá no meu blog no UOL.
Peguei lá do site dele.
E a repórter em pânico!
Vi no Boing Boing.
Meu comentarista político favorito, Bob Fernandes, sempre preciso:
Christopher Lee já havia deixado pra trás os papéis de vilão que o eternizaram para a minha geração ao assumir papéis como o Conde Dooku na trilogia recente de Guerra nas Estrelas, do mago Saruman nos épicos do Senhor dos Anéis e até como o pai de Willy Wonka na versão que Tim Burton fez para a Fantástica Fábrica de Chocolates. Mas ele só chegou a esses papéis depois de viver clássicos da maldade como o mais eterno Drácula (nas produções inglesas da Hammer, no fim dos anos 50) e o infalível Scaramanga (007 contra o Homem com a Pistola de Ouro, de 1974).
Mas meu filme favorito com ele é o fantástico O Homem de Palha, de 1973, desses filmes que melhoram a cada vez que você reassiste:
Fazer papel de vilão não é fácil. Livrar-se deles é mais difícil ainda. Christopher Lee viveu bem.
Apareceu na Bélgica: uma faixa para quem anda com os olhos grudados no celular. Parece piada, mas faz sentido.
Vi no Bored Panda.
Uma das novidades da nova temporada dos Simpsons é que o Sideshow Bob finalmente vai conseguir chegar às vias de fato e satisfazer seu sonho. Falei sobre isso lá no meu blog no UOL.









