Trabalho Sujo - Home

Paranoia

E o Beck segue com sua cruzada pessoal, dissecando desta vez “All Tomorrow’s Parties”.

Steve Jobs, quem diria, um dia disse isso – ilustrado pelo Hulk4598.

Já falei: é o maior artista brasileiro vivo

Não canso de falar sobre a importância da fase atual do Laerte para a história da cultura brasileira, independente do impacto popular em nossa época. Já disse que o considero o artista brasileiro mais importante hoje, uma espécie de Millôr total, que transformou a tira de três quadrinhos em seu hai-kai e a proporção retangular em sua tela em branco portátil. Se tem um cara que o Brasil devia bancar para fazer sua arte, este é o Laerte – muito na frente de qualquer cineasta da nova ou velha geração, de qualquer dramaturgo ou medalhão ou nova musa da MPB. Por isso, recomendo o texto que o Nasi escreveu para o Universo HQ cujo título (Sinto muito, mas o Laerte é mais importante do que você) exprime a síntese de sua defesa da atual fase do quadrinista paulistano:

Entendeu?

Não importa. A pergunta a ser feita nesta fase de Laerte é outra: o que você sentiu?

Muitas dessas tiras provocam a introspecção. Mexem com sentimentos que estavam anestesiados.

É um baque para quem espera dar uma risada no último quadro para anuviar dos problemas. Algumas tiras têm o poder de transformar o dia de seu leitor – nem sempre para melhor.

Nasi ainda fala da perseguição que vem acompanhando a nova fase do autor, cada vez mais percebido por uma parcela conservadora de seus leitores como incômodo e experimental demais, para ficar em adjetivos publicáveis.

Aproveito a deixa para sugerir um site que compila boa parte da atual produção do sujeito. Vem por aqui.

Se você nunca viu o casamento das imagens de Leiji Matsumoto (da Patrulha Estelar) com o Discovery (inteirinho) do Daft Punk, recline-se, opte pela opção HD, ponha os fones de ouvido e escolha assistir com a tela cheia – pois uma das muitas pequenas obras-primas deste século está na íntegra no YouTube.

É, os quatro estão de volta para um episódio especial do Curb Your Enthusiasm. Mas não sei mesmo o que eu acho disso: a notícia parece excelente, mas essa foto de divulgação não tem a menor graça :-/

Tira nova do Dahmer.

4:20

Como assim, “when”?

Te cuida, Mallu 2!

Oh, frak…

Não bastasse o box dos Beatles, olha o que apareceu essa semana

Fodona, hein. Mas o box não tem sequer um encartezinho com um texto sobre a série, limitando-se a 20 discos com as quatro temporadas e os episódios paralelos como Razor e The Resistance – embora não conte com o DVD de Caprica (que já saiu esse ano) e a websérie Face of the Enemy, que antecipou a última parte da quarta temporada. O box ainda vem com um robôzinho Cylon, mas pelo que disseram é meio tosco. E como The Plan, o filme sobre a série do ponto de vista dos cylons, ainda vai sair, não duvide se lançarem ainda mais um outro box logo, logo – incluindo esses extras que eu falei.

E, sim, eu sei que eu tou devendo falar sobre o final da série – é que tem muita coisa rolando no Link (em breve umas vêm a público) e é natural que ele seja prioridade. E, pelo jeito, vou misturar com a resenha do Lost e do Tru Blood – séries que, aparentemente, têm pouco em comum, mas que optaram por elementos épicos para alimentar suas próprias mitologias. Mas pode ficar tranqüilo que eu falo de cada uma delas, em separado. Como se não bastasse isso, ainda tem a retrospectiva, que está em processo…

A HBO já está faturando em cima da bebiba fictícia do seriado:

Calma, que é só uma bebida à base de laranja…