Olha o que acontece quando se coloca um ursinho de gelatina vermelho (açúcar puro) num tubo de ensaio com clorato de potássio.
Seção nova, criada a partir de uma sugestão dada pela própria home da Wikipedia, de cara:
Mamihlapinatapai (sometimes spelled mamihlapinatapei) is a word from the Yaghan language of Tierra del Fuego, listed in The Guinness Book of World Records as the “most succinct word”, and is considered one of the hardest words to translate.[1] It describes “a look shared by two people with each wishing that the other will initiate something that both desire but which neither one wants to start.”
It is also mentioned in Defining the World[2] in a discussion of the difficulties facing Samuel Johnson in trying to arrive at succinct, yet accurate, definitions of words.
The word consists of the reflexive/passive prefix ma- (mam- before a vowel), the root ihlapi (pronounced [iɬapi]), which means to be at a loss as what to do next, the stative suffix -n, an achievement suffix -ata, and the dual suffix -apai, which in composition with the reflexive mam- has a reciprocal sense.
Ou é manha ou esse gato tá se coçando todo.
Basta uma chuva pro carioca mandar um bom “foda-se essa porra toda”.
É… Japão.
O velho Comanche solta o verbo no Scream & Yell.
Estamos acabando com a iniciativa privada desde país, e ficando escravos dos editais. O funil das gravadoras e empresários artísticos do passado está hoje na máquina pública. Assim nunca construiremos um mercado cultural sustentável e verdadeiro.
E honestamente, depois de 40 anos de carreira e de ter tocado no mundo todo, não venham me dizer que festival e mostra de música é única e exclusivamente uma vitrine para quem está começando ou para quem está um pouco sumido da mídia, ou ainda, uma forma de formar público novo. Pois isso é o óbvio. Mas isso também hoje é uma vitrine para o nome do festival, para os produtores e entidades organizadores, para o marketing das grandes empresas e principalmente para o governo. E esses proponentes muitas vezes obtêm fonte de renda que mantêm toda a estrutura de suas empresas através desses editais públicos, estaduais, municipais e federais. Principalmente com dinheiro público e quase 100% sem investimento privado, digo dos pequenos empresários, os proponentes, não das grandes empresas que utilizam esses editais e leis para fazer somente marketing, e não cultura.
Vejam: quase todos os festivais e shows já têm apoio do seu município, do seu estado, (conquista deles é verdade) e muitos da grande iniciativa privada, e quase todos, com a desculpa da promoção e da formação de público não pagam cachê aos artistas e músicos convidados “é divulgação Etc. e tal”, mas não justifica, pois ganha pão, é ganha pão. “Não peçam para eu dar de graça a única coisa que tenho para vender, minha música, minha arte”. (Cacilda Becker)
Isso é jabá institucionalizado, igual às rádios que tanto reclamamos há décadas. Quer tocar aqui é assim, você paga para estar aqui. Absurdooo! E se reclamar não entra mais na rádio, TV e/ou no circuito dos festivais, como temos exemplos de vários amigos artistas que foram excluídos das rádios e dos festivais por se manifestarem contra o jabá e/ou não pagamento de cachês nos festivais pelo Brasil afora. Isso hoje, como há 30 anos vem acontecendo.
Estamos criando outro monstro!?
Leia a íntegra lá.
O Bruno descobriu o documentário Uma Semana em Parajuru, do espanhol José Huerta, e entrevistou o diretor sobre o tema de seu filme – como a especulação imobiliária, a exploração da mão de obra local e o turismo predatório vêm destruindo a cultura de todo um povo e, consequentemente, ele mesmo.
Minha idéia desde o inicio era de fazer um retrato completo: histórico, cultural, econômico e político. Sempre fui bem claro sobre isso e o filme aborda muita coisa sobre todos esses aspectos. Na época eram as eleições dos vereadores e acabei filmando a campanha do atual prefeito. Todo mundo sabia o que eu estava fazendo, porque ia por todos os lados filmar.
Era claro que queria filmar a mutação de Parajuru e que a presença dos austríacos era importante. No meu trabalho tento sempre deixar o entrevistado falar, nunca sou eu quem domina as falas, porque isso poderia influir nas resposta de um entrevistado por exemplo. Prefiro dizer o mínimo durante o trabalho.
Neste caso, a decisão de focalizar o projeto turístico foi decidido na sala de edição. Os fatos e os testemunhos eram tão fortes que não dava para fazer de outro jeito.
Não precisa ser muito gênio pra ligar lé-com-cré e perceber que a situação de Parajuru não é isolada – e sim regra no dia-a-dia desse capitalismo global de araque que assola o planeta. O filme inteiro pode ser assistido online:
E a entrevista que o Bruno fez com o diretor continua aqui.
Dica da Ana.




