Gonzo descobre o que era o Babaluga e conta o mistério por trás da banda em um post quase de ficção científica.
Procurar informação sobre algo – vídeo, imagem, música – é cada vez mais corriqueiro, automático e preciso, mesmo que o Google esteja se tornado aos poucos mais ineficiente embaixo da montanha de ruído formada por spam, informações duplicadas e bobajadas inúteis disfarçadas de SEO. Todo mundo já fez isso: digitar, passar umas duas páginas, verificar se tem um artigo na Wikipédia, e logo uma história surge.
Mas apesar dessa ilusão de “toda informação do mundo disponível na ponta dos dedos”, o Google e a “internet visível” em si não são tão eficientes nem dispõe de tantos dados quanto se poderia imaginar, e cedo ou tarde qualquer usuário mais chato vai cair em algum tipo de limbo onde as informações sobre determinado assunto parecem existir em um vácuo auto-alimentado de minúsculos dados sem importância real.
Ele continua em seu blog.
Dodô desenterrou o histórico registro que Steve Albini fez do Nirvana no estúdio, a versão do disco que foi “polida” pela gravadora (e por Scott Litt), pois o original estava “sujo” demais. Ele conta melhor a história e dá o link para o download do vazamento.
Muito bom. Boa semana pra você também.
Thom Yorke postou hoje um pouco mais cedo no site oficial do Radiohead que a banda voltou a trabalhar com a seguinte trilha sonora:
1. Apparat – “King Of Clubs”
2. Actress – “Senorita”
3. Burial – “South London Boroughs”
4. Organ Concerto in A Minor, BWV 593 after Vivaldi’s Concerto Op. 3, No. 8 – Wolfgang Rübsam
5. Aloe Blacc – “Whole World”
6. DJ Trouble – “Mosh Pit”
7. Nathan Fake – “The Curlew”
8. Nathan Fake – “The Turtle”
9. The Art Ensemble of Chicago – “A Jackson In Your House”
10. D’eon – “Kill A Man With A Joystick In Your Hand”
11. Actress – “Supreme Cunnilingus”
Algumas faixas (a primeira do Nathan Fake, a do DJ Trouble e a versão correta do concerto de Vivaldi, mais especificamente) não têm seu vídeo correspondente, por isso coloquei vídeos relacionados ao tema. Que seria uma playlist cabeçudaça, isso não havia nem dúvida – o que faltam são os elementos mais melódicos, representados na lista acima basicamente por Aloe Blacc. O resto é tudo frito passamal. Resta saber o que virá por aí…






