Escolha sua arma. E o contexto, aqui.
Daqui a pouco falo na Campus Party sobre credibilidade online – mas não sozinho, olha a bula:
“…o assunto fala tanto de Facebook quanto de WikiLeaks, de credibilidade e segurança de informação. O papo será mediado por Gil Giardelli, coordenador do Centro de Inovação e Criatividade da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), e contará com a presença de Demi Getschko, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), do jornalista André Forastieri, da editora de mídias sociais do Terra Ana Brambilla, além deste que vos escreve. O debate começa às 11h15, nesta quarta.”
Fizemos, nesta edição do Link, um guia com as principais atrações do evento e estamos mantendo um blog dedicado ao tema. Quem vai?
Vide o BROCHELLA, inventado pelo Clearly Dope.
Via Terry Richardson.
Espera a hora em que o sujeito que tá filmando dá uma gargalhada – vale a pena.
Premiações normalmente são um pé no saco – se forem americanas, então, não conte com algo além de tapinhas nas costas, prêmios de consolação e desfiles de moda. Mas não no Globo de Ouro desse ano, quando Ricky Gervais resolveu deixar as piadinhas amarelas de lado e cutucar o showbusiness norte-americano. “Eu os avisei”, disse ele no começo do monólogo de abertura acima, em que não perdoou ninguém: a ausência de público do novo filme de Johnny Depp e Angelina Jolie, o estilo de vida de Charlie Sheen, a sexualidade de Tom Cruise, o final de Lost, o casamento de Hugh Hefner, a paranóia antissemita de Mel Gibson, Cher, a Associação de Críticos da Imprensa Estrangeira – e a lista continua. Mesmo ele tendo desaparecido do meio do programa para o final, Gervais disse que todos levaram a brincadeira na boa e o cumprimentaram na festa depois do prêmio. Sei.






