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Paranoia

Foto: José de Holanda

“…”

“Ninguém segura na mão de ninguém”

“Aquela tremenda dúvida que some em grupo”

“Para que a nossa poesia não seja mais escrita com sangue…”

“Y porque no responde el sentido común, no puedo utilizar su lenguaje”

“No longer human”

“Kotti”

“Ninguém queria se matar, todo mundo só queria se divertir”

“Estado de guerra”

Uma nova fase de ouro do cinema de horror fez surgir uma percepção que só recentemente a produção destes filmes sempre usa o sobrenatural, o medo e a tensão como forma de fazer referências sócio-políticas à realidade que habitamos – e a isso deram o rótulo de “pós-horror”. Mas eu e André Graciotti discordamos deste rótulo e nesta edição do Cine Ensaio falamos sobre como o horror sempre fez isso desde o início do cinema e tentamos decifrar o que realmente há de novo nesta nova safra de filmes, puxando, como gancho, o ótimo O Que Ficou Para Trás, que estreou no Netflix no final do ano.