
A primeira semana da CPI da Covid foi tão agitada que puxamos um Aparelho extra, para discutir a sequência de trapalhadas que tanto depoentes quanto a bancada bolsonarista enfileiraram nestes três primeiros dias, cogitando, na pirraça, um futuro nada tranquilo para o governo federal, cada vez mais raivoso à medida em que é acuado. E pensar que isso está só começando…
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Primeiro Aparelho editado! Mas não é censura – estamos apenas subindo mais um degrau em nossa escalada e agora além da thumbnail feita pelo Tomate, Vlad assume a edição para cortar a gordura do nosso papo furado e deixar tudo mais enxuto. E aproveitamos nosso infiltrado nas trincheiras do bolsonarismo para falar sobre como essa seita está definhando por dentro e fazendo todos seus ex-fiadores assumirem a responsabilidade de ter botado essa choldra no poder, mas sem antes falar sobre a importância do Simply Red, da ausência de partidos que se autodenominam conservadores, a obssessão por mea culpa e como o presidente da república está mais para Gargamel do que para Maquiavel.
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E pela primeira vez eu e André Graciotti dedicamos um Cine Ensaio a um filme que não gostamos – eu mesmo, nem vi! Mas a versão da Liga da Justiça exigida pelos fãs de Zack Snyder reforça uma série de pontos que acabam mostrando o que há de errado com a monocultura de super-heróis que domina a indústria cinematográfica atual, além de ser um sintoma desta época irascível que estamos atravessando.
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Será que esse é o último Aparelho ou apenas o primeiro que cumprirá a ameaça de seu título? Sob a sombra de um golpe de mimimi, eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin conjuramos as bandas que copiavam os Mamonas Assassinas para fazer uma análise do contexto da ditadura militar à luz desse monte de merda que assola o país há uns quatro, cinco anos…
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Vamos às origens daquilo que a gente chama de jornalismo musical moderno com um longo papo com um dos pilares do gênero. Alex Antunes dividia-se entre o ativismo político, o início do punk e a cobertura das transformações culturais que aconteciam no fim da ditadura militar no final dos anos 70 até que misturou estes três polos ao começar a escrever sobre música, primeiro em fanzines e na ancestral Somtrês até ser um dos primeiros grandes nomes da recém-lançada revista Bizz. Com passagens por algumas das principais redações do país, ele equilibrava-se entre o jornalismo, a vida de artista underground (à frente dos grupos Akira & As Garotas Que Erraram e Shiva Las Vegas) e o xamanismo, que lhe rendeu seu primeiro romance. Uma viagem no tempo que dá a esta edição do Jornalismo-Arte ares de arqueologia, mas sem que nunca fique uma sensação de nostalgia ou saudade, afinal o bom é ouvir Alex contar histórias sensacionais, que vão de como ele parou de falar com Mario Sergio Conti, como fundou a revista Set, como lançou a carreira de produtor do Miranda ou como fez o último passeio de carro ao lado do mitológico Celso Pucci.
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Tava com saudade do Aparelho? Nós também e neste sexto evento em que eu, Vladimir Cunha e Emerson Gasperin nos reunimos, aproveitamos para comentar esse primeiro ano de quarentena e falar sobre o que aprendemos e não aprendemos neste período, além de abrir vórtexes dentro do YouTube… Segura o Vlad!
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O escritor paulistano Ricardo Terto acaba de lançar seu terceiro livro, Quem é essa gente toda aqui? Internet e acessibilidade no Brasil da pandemia (Todavia), em que coloca a nova realidade digital como filtro central para entender o país em 2021. O ensaio é o ponto de partida para discutir o Brasil neste momento tão intenso, falar sobre nossa relação com as redes sociais, o meme como nova encarnação da gambiarra, a internet como solução simples e como manter o otimismo nestes dias.
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Em meio a essa maré de más notícias dos últimos anos, tentamos o tempo todo erguer a cabeça para superar nossos problemas, mas chega uma hora que parece difícil tentar manter o astral pra cima, mesmo que apenas em casa. Por isso, eu e Pablo Miyazawa resolvemos discutir um tema que infelizmente ecoa para todos: a frustração. Entre expectativas e desenganos, dedicamos esta edição do Altos Massa a discutir como lidar com esta sensação.
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“Essa é a chance que eu tenho”, o paulistano Jair Naves sussurra entre loops e o violão dedilhado na segunda parte da primeira música que mostra em 2021, lançada neste 29 de janeiro que também é data de seu aniversário. “Todo o Meu Empenho” retoma o trabalho que ele vinha fazendo no ano passado, quando começou a trabalhar em seu quarto disco solo, sucessor do ótimo Rente, que aos poucos o consolida como um dos grandes compositores de sua geração. “A noção de que demoraria muito para apresentar essas músicas ao vivo trouxe uma liberdade criativa inesperada no estúdio”, ele me explica por email. “Geralmente, sempre que eu gravei um disco existia uma preocupação em criar arranjos que fossem facilmente reproduzíveis nos palcos. Dessa vez, esse pensamento não esteve presente nem por um instante. Pelo contrário, a mentalidade era sempre de experimentar elementos que nunca foram testados nas minhas gravações, usar de artifícios que levassem as músicas para outros lugares. Até por causa disso, essas sessões foram algumas das mais divertidas da minha vida.”
Na primeira edição de 2021 do meu programa semanal de entrevistas Bom Saber, puxo o papo com o quadrinista Ricardo Coimbra (http://vidaeobrademimmesmo.blogspot.com/), um dos melhores críticos da situação brasileira, sempre pegando no pé de todos e mostrando que o papel do humor é incomodar. Aproveito para retomar sua trajetória e apontar seus próximos projetos, entre eles mais uma antologia de seus trabalhos mais recentes, que terá quatro histórias inéditas e deve sair este ano.
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