
À medida em que saímos da clausura a partir da imunização contra o coronavírus, nos confrontamos com a possibilidade de retomarmos nossas rotinas a partir do grande trauma sofrido, em muitos níveis. O quão anormal é esta volta à normalidade? Estamos prontos para isso? É isso que eu e Pablo Miyazawa discutimos em mais uma edição do Altos Massa.
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Um espectro ronda o Alvorada – o espectro da prisão do 02. A ameaça de ver o filho dileto atrás das grades desgraça o neurônio solitário do patriarca, como confabulo ao lado de Emerson “Tomate” Gasperin e Vladimir Cunha, o “Vlad”, erm mais uma edição do Aparelho. Spoiler: seu pesadelo está apenas começando.
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Mais um encontro entre eu e Dodô em que começamos a vislumbrar um começo de fim de pandemia, à medida em que a vacinação começa a surtir efeito no Brasil e podemos voltar a se encontrar com nossos amigos e, aos poucos, voltar a sorrir. Isso sem esquecer a variante delta, para que possamos viver momentos mais felizes, tomando vinho e fazendo jantares para que pelo menos consigamos seguir a vida nesse apocalipse.
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O primeiro programa do meu canal que não estou apresentando surgiu de uma troca de ideia que tive com o casal Lucas Surjus e Bruna Malta, em um CliMatias recente. O papo misturava conversas sobre como a arte e a magia estão interrelacionadas e isso me deu uma ideia – criar um programa para abordar estes assuntos, sem que eu estivesse envolvido em sua realização. E assim nasceu Artemagia, que estreia perguntando se arte é magia.
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Em êxtase provocado por intermináveis doze horas de jejum, a boiada atravessa a fortaleza inexpugnável desenhada pelo próprio rola-bosta que comanda as FFAA (pronuncia-se “f-fa-a”) para fazer valer a máxima com a qual marchará unida até o abatedouro: Suriname do Sul acima de tudo, centrão acima de todos! Mais um encontro em que eu, Vladimir Cunha e Emerson “Tomate” Gasperin mergulhamos no lodo da situação política brasileira atual.
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Em mais um programa dedicado aos quadrinhos, puxo um papo com a Bruna Maia sobre seus quadrinhos antimachistas que reúne sob seu epíteto online Estar Morta, nas redes sociais, e inevitavelmente falamos sobre a questão de gênero neste meio. Bruna também fala sobre como a terapia lhe levou aos quadrinhos e também sobre seu primeiro livro, Parece que Piorou, que foi lançado na quarentena, mas que ela ainda quer lançar em evento presencial.
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Mais uma vez os jogos olímpicos puxam o tema do Altos Massa da vez, mas em vez de falarmos do esporte, resolvemos dissecar o patriotismo, este último recurso dos covardes que sempre, nestes momentos, nos comove. Mas dá para torcer a favor do Brasil neste momento em que parece que o país prefere o suicídio como nação a evoluir para um novo estágio ou esta nova fase já começou e foi justamente isso que acionou esta era de trevas? Eu e Pablo Miyazawa decidimos cruzar esta fronteira.
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Semaninha bem produtiva para quem procura algum método no regime paramilitar quebrar a cara. Daí que eu, Emerson “Tomate” Gasperin e Vladimir Cunha abrimos mais uma frente do Aparelho para falar duns tanques velhos aqui, de vários mentirosos ali, doutro preso logo depois e do imbecil-mor acreditando em bots enquanto a casa desmorona. Santa Catarina te espera!
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Em mais uma edição do nosso Aparelho, eu, Vlad e Tomate retomamos a conversa sobre a volta da CPI e também daquele festival de criaturas pitorescas que caracterizam a inação do governo diante da maior epidemia do século – desta vez, com a participação nada heróica de um atravessador que se considera o SUPERMAN brasileiro. Nem todo pilantra usa capa!
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Mesmo com a Olimpíada rolando, o verme da casa do telhado de vidro & seus mi(li)quinhos amestrados sempre dão um jeito de ocupar o lugar mais baixo do pódio em uma semana na qual o único desabafo possível foi resumido por um atleta de vôlei de praia brasileiro – e assim, eu, Vlad e Tomate armamos mais uma edição do seu intrépido Aparelho. No bronze a gente é ouro, mas o recorde de escrotidão ninguém tira dessa milícia!
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