
O que o Peninha tem em comum com o Tio do Aço? Em mais um rendez-vous de nosso Jornalismo-Fumaça, eu, Tomate e Vladimir Cunha embarcamos uma trip descontrolada em busca da essência das conversas que realmente importam, enfileirando as patentes do quartel do Recruta Zero em busca do possível alvo correto do míssil disparado sem querer querendo pelas FFFFFAAAAA. Enquanto Patópolis nos funde a cuca (não a do sítio) com questionamentos existenciais, cogitamos um festival composto apenas por artistas que usam siglas e uma camiseta do popstar Nesta, enquanto lembramos da conexão entre o Kiss e o Teenage Fanclub e as previsões econômicas das ciganas.
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Abrir uma sessão do Aparelho é tirar o freio de mão em uma ladeira e assim eu, Vlad e Tomate disparamos a falar sobre todos os assuntos possíveis que nos vêm à cabeça, desde como o NFT dos centavos da gasolina vai criar uma indústria de coquetéis molotov à precaridade vendida como superação pelo jornalismo charlinho, passando por um flashmob de abraçaços à polícia militar e o Predador cantando o hino nacional nas passeatas bolsonaristas. É difícil, mas assim vamos.
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Aparelho: Bye Bye Tristeza para superar uma das mortes mais trágicas da TV (Frango à Cleveland edit)

Que manoel Elon Musk! Em mais uma sessão de descarrego do jornalismo-fumaça que puxo junto com Vlad e Tomate, preferimos falar sobre comidas – de ontem e de hoje (e a famosa lasanha de frango do veropesinho) -, a súbita aparição de armas em tradicionais festas catarinenses, experiências extramusicais edmottescas em festivais de música para pessoas da melhor idade e o segundo carnaval do ano e a queda das máscaras. O único jeito de consertar uma das mortes mais tristes da TV brasileira é um evento chamado Festival Bye Bye Tristeza
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Conhece o Fabio? Celebramos a vida e obra de um mestre ainda em vida em mais uma sessão do Aparelho – Jornalismo Fumaça. Eu, Tomate e Vlad voltamos no tempo para falar sobre a importância de Angeli para o quadrinho brasileiro, para o rock nacional e para nossa contemporaneidade, e mesmo que ele tenha se retirado da labuta diária, segue mestre infalível dos três e tantos outros. Ainda aproveitamos para resgatar a origem secreta do teclado de “Epic” do Faith No More, para comparar o fenômeno Marina Sena com os Mamonas Assassinas, a tetralogia Brocha, de como Alfred Jarry chegou às massas brasileiras, a ornitologia belenense, uma coletânea com as bandas de rock catarinense dos anos 80, a grande música de Kiko Zambiachi, o badalo como rerprimenda escolar …e o cara meteu “comoção social”, bicho.
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Que os ovos tem a ver com a ressureição você já sabe. Mas e que esse é um momento festivo para mais de cinco religiões? O que se passa, afinal, nesse intervalo entre o carnaval e a páscoa e quais são os significados ocultos desses rituais? Seguindo nosso calendário esotérico e procurando pensar a Páscoa, o Artemagia conversa com o historiador e mestre em Ciência da Religião pela PUC/SP Leonardo Stockler. Do registro akáshico do ovo primordial, da batalha entre o carnaval e quaresma até o sol crucificado no equador celeste e a inteligência supraterrena, você nunca mais ver ver a Páscoa com os mesmos olhos.
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Enquanto as fffffforças se aaaaaarmam com vasodilatadores e próteses penianas (talvez em busca de uma arma secreta – uma provável mutação humana?), abrimos mais uma sessão do Aparelho cogitando possibilidades de conexões entre a nova geração de brochas e essa entidade chamada “O Velho da Lancha” para mostrar que como os picaretas sobreviverão na era pós-bolsonaro como coaches da vida como um reality shows de perrengues, como a especulação imobiliária já está matando cômodos clássicos, livros clássicos do Gonçalo Júnior, se é possível sobreviver a baixas temperaturas usando apenas uma sunga vermelha e o plano macabro da urna eletrônica. Toca PIL Collins!
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Dodô caiu de paraquedas em São Paulo e não tivemos dúvida: ligamos a câmera pra gravar o primeiro DM presencial. E além de assuntar sobre o que raios ele veio fazer por aqui, também falamos sobre um possível esquecimento sobre a pandemia mesmo sem ela ter terminado, a explosão da população sem teto em São Paulo e seriados como Yellowjackets, Severance e Upload, além do filme dirigido pelo Lázaro Ramos, Medida Provisória.
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São questões de diferentes ordens que se cruzam em mais um encontro do Aparelho em que eu, Tomate e Vlad sincronizamos temas tão díspares quanto o modelo de negócios das comunicação digital, o futuro da ficção científica, a verdadeira história de “Pass the Doochie” e “Take a Toke”, a polêmica do sorvete no Twitter, os tortos paradigmas do jornalismo atual e a pura energia da música para dançar.
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Entre os desvios da terceira via e a loucura como método para conquistar corações e mentes, começamos mais uma sessão de jornalismo-fumaça quando eu, Emerson “Tomate” Gasperin e Vladimir Cunha embarcamos em mais uma autópsia dessa bad trip que atravessamos enfileirando o Foo Fighters brasileiro, Tiririca, Planet Hemp, Milli Vanilli, Creed, Terence Trent D’Arby, Yanni, os princípios da história do DJ, a importância de Camilo Rocha pra música eletrônica brasileira e a busca por um Jean-Michel Jarre tupiniquim, o que nos levou a cogitar um festival de música do Aparelho, com “Walk of Life” tocada por Lenny Kravitz com o teclado do Polegar, com direção musical de Bozo Barretti. Além de nos lembrarmos da Demusa. Ah, a Demusa…
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A equipe Aparelho se reúne para mais uma sessão de discussões incongruentes, infames e ingratas que desta vez parte da possibilidade de harmonizarmos TUDO – a ponto do improvável botox escrotal ser lançado com o nome real de SKROTOX. Isso nos faz cogitar uma inteligência artificial que emule as sugestões de Ed Motta para qualquer situação de sua vida, um possível Red Hot Steely Dan, wurlitzers e uma economia baseada em cu, além de inspirar reflexões sobre samba, reggae e funk-o-metal.
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