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Paranoia

walken

E você achava que o talento de Christopher Walken para a dança se resumia ao clipe de “Weapon of Choice”, do Fatboy Slim, veja esse mashup com vários filmes em que o lendário ator requebra pra valer:

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gonzo

generico

Qualquer produto. Qualquer serviço. Qualquer imagem. Quaisquer palavras. O pop perdoa todo mundo:

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vaitercopa-naovaitercopa

casadobaralho

O Mini já tinha cogitado essa hipótese, aí veio o Mr. Manson e fez uma abertura incrível para a versão brasileira de House of Cards, saca só:

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soutien

fernanda-azevedo

A atriz Fernanda Azevedo recebeu o prêmio Shell de melhor atriz pela peça Morro Como um País – Cenas sobre a Violência de Estado nesta semana e agradeceu à honraria com um curto discurso – uma estocada no fígado da empresa patrocinadora do prêmio, que também apoiou a ditadura no Brasil. Eis a íntegra do discurso:

Como esse prêmio tem patrocínio da Shell, eu gostaria de ler quatro linhas sobre essa empresa. O texto é de Eduardo Galeano: “No início de 1995, o gerente geral da Shell na Nigéria explicou assim o apoio de sua empresa à ditadura militar nesse país: ‘Para uma empresa comercial, que se propõe a realizar investimentos, é necessário um ambiente de estabilidade. As ditaduras oferecem isso'”.

Vi no Uol.

4:20

ohoksorry

E quando você está conseguindo se livrar de um vício, surge outro:

2048-doge

Wow!

Medo de escuro?

lights-out

Os melhores filmes de terror são aqueles que não precisam de efeitos especiais nem de apelar pro gore – basta cutucar nossa própria imaginação pra ela pensar em coisas que não queremos. Como é o caso desse Lights Out, do sueco David Sandberg, que no mês passado ganhou o prêmio de melhor direção no festival inglês Bloody Cuts.

Só não assista antes de dormir…