
Acredite se quiser: assim era a região do centro de São Paulo em que Paulo Maluf decidiu construir o Minhocão. Com essa outra perspectiva, talvez seja melhor derrubar mesmo esse monstrengo – em vez de cogitar soluções paliativas, como transformá-lo num parque – para tirar essa cicatriz do rosto da cidade. Vi no Marcelo Rubens Paiva.

Pode acontecer…

E você achava que o talento de Christopher Walken para a dança se resumia ao clipe de “Weapon of Choice”, do Fatboy Slim, veja esse mashup com vários filmes em que o lendário ator requebra pra valer:


Qualquer produto. Qualquer serviço. Qualquer imagem. Quaisquer palavras. O pop perdoa todo mundo:


O Mini já tinha cogitado essa hipótese, aí veio o Mr. Manson e fez uma abertura incrível para a versão brasileira de House of Cards, saca só:


A atriz Fernanda Azevedo recebeu o prêmio Shell de melhor atriz pela peça Morro Como um País – Cenas sobre a Violência de Estado nesta semana e agradeceu à honraria com um curto discurso – uma estocada no fígado da empresa patrocinadora do prêmio, que também apoiou a ditadura no Brasil. Eis a íntegra do discurso:
Como esse prêmio tem patrocínio da Shell, eu gostaria de ler quatro linhas sobre essa empresa. O texto é de Eduardo Galeano: “No início de 1995, o gerente geral da Shell na Nigéria explicou assim o apoio de sua empresa à ditadura militar nesse país: ‘Para uma empresa comercial, que se propõe a realizar investimentos, é necessário um ambiente de estabilidade. As ditaduras oferecem isso'”.
Vi no Uol.
