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Paranoia

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loseit

-truedetective

Enquanto estamos esperando pela definição do novo elenco de True Detective, eis que surge uma novidade inesperada no horizonte: um novo diretor – e ninguém menos que William Friedkin! Ou pelo menos foi isso que o mestre que já nos deu O Exorcista, Operação França e Comboio do Medo em entrevista ao blog The Playlist, do site IndieWire:

“Estou considerando a possibilidade. Gosto muito desse autor (Nic Pizzolato). Encontrei com ele, ele é o cara pelo que eu pude perceber. Mas essa nova temporada é completamente diferente, por isso não fechei ainda – a nova temporada não tem nada a ver com a última. Com a exceção dele e de sua sensibilidade, que acho extraordinária. (…) Eu… não posso falar muito por enquanto. Mas eu sou fã do texto dele, mesmo que não seja uma continuação do que foi feito antes com McConaughey e Woody Harrelson. Então o que posso dizer é que sou muito fã do texto dele. Encontrei com ele, gosto dele e gosto do rumo que isso está tomando.”

E antes que você venha com a velha ladainha que o Friedkin perdeu a mão faz tempo, não é mais o mesmo, etc., sugiro que você dê uma olhada no filme mais recente dele, Killer Joe, que só não é o começo dessa nova fase do McConaughey porque pouco antes ele fez um filme com o Richard Linklater (o aparentemente inofensivo Bernie), em que ele já saía do estereótipo de sub-Brad Pitt rumo ao sul dos Estados Unidos. Mas é em Killer Joe que o Friedkin conseguiu fazer que ele soltasse seus bichos…

they-owe-you-a

Gavin Aung Than, do Zen Pencils, mais uma vez transforma um texto em um quadrinho fodão. Desta vez o eleito foi o Banksy, saca só:

they-owe-you-b
they-owe-you-c
they-owe-you-d

E se alguém se dispor a traduzir pro português, é só colar nos comentários que eu republico aqui.

Aqui tem outros hits dos Zen Comics:
Um inspirado num discurso do Richard Feynman;
Outro num discurso do Bill Watterson;
E outro num do Neil Gaiman.

Todos foda.

Vai passar.

comoassim

O Mineiraço de 2014 tá longe de ser o Maracanazo de 1950 e, a médio e longo prazo, esse vexame durante a Copa vai ser bom pra autoestima do brasileiro. Os cinco gols em vinte minutos tiraram todo o país de si e equivaleram a um onze de setembro da vergonha alheia – tudo sob a reação embasbacada de um técnico sem reação, o plot twist mais improvável, de tão forçado. As metáforas sobre o jogo de ontem aparecem quase por geração espontânea, assim como as inúmeras “lições” que ouviremos ou leremos em posts gigantescos nos próximos dias.

Mas vai passar. O que vem a seguir é o que importa.

foi-se-a-copa

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mais-um-gol

placar-com-scroll-

É, amigo…

Fala Fabiano Tatu, meu comentarista de futebol favorito:

creative-thinking
creativethinking

Via Grant Snider.

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asshole

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recalque