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Paranoia

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Sem filmar desde 2004, John Waters preparou uma gracinha pro começo do ano que vem que promete: a Marianne Boesky Gallery em Nova York abrirá uma mostra sobre o trabalho do diretor que trará nada menos que uma versão infantil para o clássico trash Pink Flamingos. Considerado “o filme mais nojento de todos os tempos” (na época, hoje tranquilamente já foi ultrapassado, consciente e inconscientemente), o filme é a jóia na coroa de baixarias do travesti Divine e a nova versão será uma leitura de uma versão limpa do roteiro – sem as referências sexuais e escatológicas do texto -, o que a galeria garante que “deixa mais pervertido que o original”. Inevitavelmente veremos este vídeo online – mas que 2015 promete, isso promete!

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Entrevistei o Guilherme Fontes para as Páginas Negras da Trip no mesmo dia em que ele voltou ao noticiário – não de cultura -, quando o Tribunal de Contas da União definiu que ele deveria devolver R$ 71 milhões aos cofres públicos. O dinheiro seria relativo aos gastos com o filme Chatô – O Rei do Brasil, um dos maiores épicos da história do cinema brasileiro mesmo sem ainda ter sido lançado. Segundo Guilherme, produtor e diretor do filme, suas contas estão corretas e o filme, finalmente, está pronto para ser lançado, quase 20 anos depois de ter sido idealizado. O inferno do ator/diretor, ele explica, é culpa de uma campanha pessoal contra ele – e dá mais detalhes na edição de fim de ano da revista. Confere lá.

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fargo

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